Eu leio alguns "jornais" produzidos pelo paper.ly no entanto algumas das suas taxonomias ultrapassam-me como por exemplo uma entrada do Inimigo Público, caderno do Público especializado em não notícia, estar classificada como Tecnologia.
Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)
10 setembro, 2011
Paraswift - O robot base jumping
Este robot tem como característica de depois de "trepar" uma parede não descer por ela mas sim largar um parapente para descer tão suavemente quanto possível.
09 setembro, 2011
Petições Públicas
Eu recebo uma newsletter com petições públicas e fico parvo com a popularidade, 55000 assinantes aproximadamente, de uma petição a favor de equivalência de licenciatura pré-Bolonha com 5 a 6 anos de duração a mestrado pós-Bolonha (nível 7). É sinal da importância que damos ao documento que estabelece o nosso grau académico e pelo andar da carruagem qualquer dia aparece a petição da equivalência do mestrado pré-Bolonha (obtido em 3 a 4) ao doutoramento pós-Bolonha e depois os do doutoramento pré-Bolonha a outra coisa qualquer.
Acham que um empregador não sabe avaliar um curriculum pré e pós Bolonha. Será que os empregadores não o sabem mesmo distinguir. Será esse o único factor diferenciador numa candidatura a algum posto de trabalho não público?
08 setembro, 2011
Robots aprendem
Nós os seres humanos temos a capacidade de olhar para um espaço e apercebermos-nos dos elementos importantes enquanto ignoramos a restante, pois os nossos cérebros foram assim formados/treinados. Os robots, normalmente não funcionam desta forma, eles têm que examinar cada elemento de imagem e de decidir se algo tem interesse ou não.
Assim se pedir a um robot que descobra um monitor de computador, quando o robot entra num espaço irá metodicamente verificar cada elemento de imagem desse espaço até descobrir o que está à procura. Embora seja provável encontrar, tal poderá levar muito tempo.
Um grupo de investigação da Universidade de Cornell está a ensinar robots a serem capazes de interpretarem um espaço de forma rápida categorizando os objectos que encontrem e suas relações com outros em sentido genérico, tal como nós humanos o fazemos. Por exemplo, se entrar num quarto e desejar localizar uma mesinha de cabeceira, normalmente (subconscientemente) nós identificamos locais aos quais não precisamos de dar atenção (não esperamos encontrar uma mesinha de cabeceira pregado ao tecto, normalmente). Se não a virmos de imediato podemos aproximarmos-nos da cama e olhar para os lados da cabeceira, e normalmente encontramos aí a mesinha de cabeceira. Tarefa terminada para humanos.
Agora vejamos como o faz um robot: primeiro mostraram 50 cenas diferentes a um robot com a maior parte dos objectos devidamente legendados. O robot leu as legendas e memorizou características associadas aos objectos tais como, cor, textura e objectos nas proximidades, de tal forma que ficou capaz de usar essas características categorizadas a novos objectos em ambientes onde nunca tinha estado.
Armado com estes "conhecimentos" e um método de "raciocínio", o robot foi capaz de entrar numa sala onde nunca tinha estado e procurar um teclado e sabendo que tinha descoberto um monitor era provável encontrar nas proximidades um teclado, bastando procurar nas redondezas do monitor e claro descobrindo o teclado.
Esta capacidade de seguir cadeias de raciocínio para identificar, categorizar e localizar objectos ainda está em desenvolvimento, mas dar a capacidade de compreender um contexto e usar essa compreensão para se adaptar a coisas novas leva à possibilidade de máquinas de efectuem os trabalhos mais chatos.
Fonte: Cornel.
Nanocabos ultraligeiros podem vir (*) a substituir cabos de cobre ou alumínio
É possível que no futuro se possa substituir cabos/pistas de alma em cobre ou alumínio nas interligações entre pastilhas electrónicas ou nas linhas de alta-voltagem. Um cabo de altavoltagem feito interramente de paredes duplas de nanotubo de carbono dopado com íodo é tão eficiente como cabos de alta-voltagem tradicionais, isto com só 1/6 do peso dos de cobre e prata de acordo com os cientistas da Universidade de Rice.
Os cientistas das Universidade de Rice produziram cabos de parede dupla de nanotubo de carbono dopado a íodo com condutividade eléctrica específica (condutividade/massa) mais elevada do que a do cobre ou a do alumínio. Os cabos exibiram capacidade de 10.000 a 100.000 A/cm² e podem ser produzidos em comprimentos e diâmetros arbitrários, sem degradação das suas propriedades eléctricas.
Fizeram um aparato de demonstração prática substituindo cabos metálicos num circuito de lâmpada de iluminação eléctrica. A variação da condutividade como função da temperatura foi menor cinco vezes do que a do cobre. As potenciais aplicações destes cabos de nanotubos podem ir desde as interligações de curta distância até às linhs de transmissão de energia.
O cabo de demonstração tinha apenas alguns centímetros, sendo considerado um grande feito. O próximo passos são produzir cabos mais compridos e mais grossos mantendo o seu peso leve e podendo transportar muito mais corrente.
Via: nature
06 setembro, 2011
Animações
A primeira animação é publicidade à Skoda:
A segunda é um anúncio italiano para que se actue de forma cívica:
Os Novos Maquenistas
A actual explosão de locais como os fablab, hackerspaces e outros que tais fazem-me lembrar uma história de um pintor/escultor há algumas décadas quando confrontado com a falta de espaço para um atelier resolveu fazer só grandes peças, quer quadros, quer pinturas. Estes fablab e hackerspaces parecem uma resposta dos habitantes dos países ditos desenvolvidos em relação ao desaparecimento de indústrias em direcção ao oriente, tal como a produção de grandes peças tinha sido uma resposta ao pouco espaço que esse artista passou a dispor.
Com o aparecimento desses espaços surge também uma revivalismo do trabalho manual, com ajuda de equipamentos tecnológicos como os computadores com os seus sistemas de CAD e de CAM, pessoas que se dedicam à electrónica lúdica, de entretenimento ou mesmo de uso profissional, pessoas que se dedicam à mecânica para construirem quer aplicações práticas quer modelos empregando máquinas CNC, máquinas de corte a LASER, impressoras 3D ou criam fundições de pequenas dimensões ou simples fornos para produção de peças únicas ou de pequena série.
Há muitos exemplos de gente a produzir modelos de motores como o do motor a quatro tempos (Neste sítio poderá encontrar muitos vídeos de fabricação) abaixo de que podemos ver um quase relatório de construção no sítio do seu autor
03 setembro, 2011
Reutilização
Num restaurante japonês um grupo de amigos reúne-se para dar corda à conversa. A certa altura surge um assunto interessante como por exemplo o da utilização de um arduino por um desses amigos. Como aqui já disse tenho estado a desfazer uns quantos leitores de CD e DVD e a verificar se algum dos motores ou outras peças podem uma nova utilidade. A utilização de um arduino para controlar uma unidade de disquetes não me tinha surgido mas vou ver se alguma delas ainda fuciona. Depois verei que destino lhe dou.
02 setembro, 2011
Magia e Ciência
É frequente perguntarmo-nos como certo truque é feito. Numa série de vídeos e de textos o sítio illusioneering mostra-nos uma série de truques de magia com utilização de conhecimento técnico e científico.
Jarbas por favor siga essa linha
Uma daquelas ideias que nos aparecem em primeiro lugar quando estamos a querer constuir um robot é que este siga uma linha. Normalmente começa-se por um robot que ande e não por um robot que voe.
Há alguns anos uma universidade americana promoveu um concurso de robots que seguiam linhas e um dos participantes resolveu documentar o seu falhanço de forma bastante extensiva. Devemos conhecer os erros dos outros não para os repetir mas para criamos os nossos.
Podemos claro começar por algo ainda mais simples como os robots da escova de dentes: o bristlebot.
Nos últimos tempos livres tenho-me dedicado a abrir cada um dos meus leitores de cd/dvd, unidades de disquetes e até discos para ver se há por lá uns quantos motores que ainda funcionem (não tenho grande esperança).
Um dia lá chegarei a coisas tão complexas como a mostrada em cima.
28 agosto, 2011
Meios de transporte - Impressos
Há pouco tempo ficamos a saber que um grupo de investigação de uma universidade britânica tinha conseguido imprimir um dispositivo voador não pilotado.
Para não ficar só por brinquedos deixo-vos por fim um automóvel impresso.
27 agosto, 2011
2 TB no bolso?
Parece que o Laboratório de Tecnologia de Tawain ITRI e a Transcend desenvolveram uma caneta USB com uma capacidade de até 2 TB, embora o modelo que tenham apresentado tenha só 16 GB. Esta deve ser a semana dos discos de elevada capacidade, não que este possa sequer estar na liga do disco da IBM.
Eastman Kodak fotografa a Lua e a Terra (1966)
Todd Gustavson, curador da coleção de tecnologia do «George Eastman House International Center of Photography and Film» apresenta a câmara fabricada para fotografar pela primeira vez a totalidade da superfície da Lua, que constituía um dos módulos da sonda Luna Orbiter. A qualidade dessa fotografia é pior do que a das actuais máquinas de fax. A concepção da câmara tem em conta tanto a amplitude térmica, assim como, a imponderabilidade e o vácuo.<7p>
A maquineta tinha que tirar fotografias, revelar as mesmas e depois de efectuar um varrimento enviar as mesmas para Terra. A maquineta tinha sido prevista para fotografar a Lua para determinar áreas relativamente seguras para alunagem de uma missão Apolo. Equipamento mecânico e analógico.
23 agosto, 2011
Noites no Observatório - «Os Próximos Monstrinhos».
No próximo dia 27 de Agosto, o Observatório Astronómico de Lisboa realizará mais uma sessão de as "Noites no Observatório".
Esta iniciativa, de frequência mensal, decorrerá ao longo do ano de 2011 e tem como primo objectivo proporcionar ao público um contacto próximo com a Astronomia e dar a conhecer o riquíssimo património histórico, arquitectural e instrumental, da Astronomia portuguesa e mundial nos séculos XIX e XX.
Em cada sessão de "Noites no Observatório" realizar-se-ão:
- Visita guiada ao edifício museológico do Observatório
- Palestra de divulgação (com tema a anunciar a cada sessão)
- Observações com telescópio
As observações decorrerão em contínuo ao longo da noite e estão sujeitas às condições meteorológicas.
Independentemente destas, a palestra e visita serão sempre realizadas e têm respectivamente uma duração aproximada de 60 minutos e 45 minutos. A sessão de dia 27 de Agosto terá início às 20:00 com a visita guiada ao OAL.
A palestra estará subordinada ao tema "Os Próximos Monstrinhos", proferida por Doutor Hugo Messias do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa.
"Os Próximos Monstrinhos"
Regularmente, somos confrontados com a seguinte sequência de questões: "Astrónomo?! O que fazes? Olhas para o céu? E é mesmo necessário aqueles telescópios enormes? O que isso contribui para o homem comum?". Nesta palestra, será realizada uma discussão com base nos grandes telescópios já construídos e em construção, serão explicados os seus objectivos e revelados problemas e soluções.
É necessária a inscrição prévia.
18 agosto, 2011
Relaccionados
Estando à procura de uma estação de soldadura, googlei um pouco, mesmo muito pouco, e a segunda entrada dizia kuantokusta ... compare os preços nas lojas online... Um pequeno senão, ninguém parece estar a vender estações de soldadura, mas pelos vistos estas devem estar de alguma forma relaccionadas com máquinas de lavar loica, ou roupa, máquina de café ou frigorífico. Será que é por serem alimentados todos a electricidade?
Isto é um desabafo de verão...
10 agosto, 2011
Fx - Fogo de artifício
Mais uma vez o Sol resolveu atirar com uns raios x à maneira...felizmente não nos eram dirigidos
08 agosto, 2011
Fx
O que é que sucede quando se larga um íman de neodímio num tubo de cobre.
Não, não é câmara lenta mas efeito das correntes de Foucault/parasitas.



