Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)
14 setembro, 2023
O que é o software livre
19 julho, 2023
Bolas, parecia que o HyperWrite iria escrever este post sozinho
10 março, 2023
Física e IA
Hoje deparei-me com um artigo (ainda não revisto por pares) sobre regressão simbólica para geração de leis físicas e pouco tempo depois de um sítio para poder criar um interlocutor para poder colocar questões respondidas por este artigo ou por qualquer coisa em que seja treinado.
04 fevereiro, 2023
Cábula - 1 - Word (versão portuguesa)
Andei tanto tempo sem usar que tenho dificuldade em lembrar-me...
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Como Fazer… |
Com o rato |
Com o teclado |
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Abrir um ficheiro |
Ficheiro→Abrir |
Ctrl+O |
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Criar um ficheiro |
Ficheiro→Novo |
Ctrl+N |
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Imprimir documento activo |
Ficheiro→Imprimir |
Ctrl+P |
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Guardar o seu trabalho (pela primeira
vez ou vezes subsequentes com as mesmas especificações) |
Ficheiro→Guardar |
Ctrl+G |
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Guardar o seu trabalho sob um
nome, localização ou tipo diferentes |
Ficheiro→Guardar como |
F12 |
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Copiar selecção para a área de
transferência |
Base→Copiar |
Ctrl+C |
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Cortar selecção para a área de
transferência |
Base→Cortar |
Ctrl+X |
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Colar conteúdo da área de transferência
para documento |
Base→Colar |
Ctrl+V |
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Abrir caixa de diálogo Colar Especial |
Base→Colar→ Colar Especial |
Ctrl+Alt+V |
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Mostrar menu de atalhos para o item
seleccionado |
Clique-direito no item |
Shift+F10 |
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Alinhar parágrafo à esquerda |
Base→Alinhar à esquerda |
Ctrl+E |
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Centrar um parágrafo |
Base→Alinhar ao centro |
Ctrl+Y |
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Alinhar parágrafo à direita |
Base→ Alinhar à direita |
Ctrl+H |
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Tornar o texto negrito |
Base→Negrito |
Ctrl+N |
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Tornar o texto itálico |
Base→Itálico |
Ctrl+I |
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Tornar o texto sublinhado |
Base→Sublinhado |
Ctrl+U |
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Aumentar o texto |
Base→Aumentar tamanho do tipo de letra |
Ctrl+> |
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Diminuir o texto |
Base→Diminuir tamanho do tipo de letra |
Ctrl+< |
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Anular acção anterior |
Base→Anular |
Ctrl+Z |
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Repor anulação anterior |
Base→Repetir |
Ctrl+R |
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Inserir ligação |
Inserir→Ligação |
Ctrl+K |
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Obter ajuda |
Escreva o que pretende na caixa Procurar |
F1 ou Alt-H |
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Fechar o arquivo activo |
Ficheiro→Fechar |
Ctrl+F4 |
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Fechar o Word |
Botão Fechar na janela da aplicação |
Alt+F4 |
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Verificação ortográfica |
Rever→Ortografia e Gramática |
F7 |
Para quem preferir um pdf um pouco mais ilustrado: cabula.pdf
Parece que ja esta desactualizado pois vi hoje no atedemadrugada algo com ctrl+janela+alt c ou v para copiar conteudo sem formataçao (os acentos vem mais tarde)
20 novembro, 2022
Como gostava de trocar correspondência com os meus irmãos
Hoje estive a ler umas mensagens enviadas por um dos meus irmãos, o meu irmão mais velho. Nessa mensagem esta um dos textos que aprecio:
«Li há algumas horas um pequeno livro de crónicas (esta porcaria do corrector ortográfico da google começa a aborrecer-me com as correcções baseadas no novo desacordo ortográfico ou na grafia brasileira) do Pepetela, "Crónicas Maldispostas", que informava que os correios locais, na fúria das finanças taxarem tudo desde a queda do preço do petróleo, para entregar os livros enviados por encomenda postal, mesmo um ou dois exemplares, são taxados pela alfândega instalada na própria estação de correios, depois o receptor da encomenda vai pagar a tal taxa no balcão de um banco instalado, também ele, no mesmo espaço, depois o receptor regressa ao balcão dos correios, de posse do comprovativo do pagamento das taxas alfandegárias, onde o funcionário lhe entrega uma factura em que é cobrado o tempo que a encomenda permaneceu no correio a aguardar pelo receptor, ou como se diz por aqui "dormiu" a aguardar pelo receptor, e que, segundo o autor, custará tanto como uma noite num hotel de 3 estrelas. O receptor de posse dessa factura deve dirigir-se novamente ao balcão do banco para pagar esta nova factura após o que retornará ao balcão dos correios, apresenta o comprovativo do pagamento das "dormidas" e lhe são entregues os livros. Moral da história: O correio é seguro mas, não mandem livros por encomenda postal, ganharão uma série de epítetos, dificilmente reproduzíveis neste espaço, para vós próprios e, com quase toda a certeza, para as vossas mãezinhas.»
Amanha o outro irmão faria 62.
27 fevereiro, 2022
É difícil deixar uma pessoa próxima usar os nossos computadores sem efeitos colaterais
Um familiar pediu para usar os meus computadores. Eu disse-lhe que sim. Grande erro. Ao fim de um dias deixei de ter espaço de disco, por mais coisas que fosse transferindo (estes computadores tem Windows e no passado tinha tido algo similar devido à preparação de actualização).
Mas não se tratava disso. Comecei a observar melhor o que esteve sempre à minha frente. E verifiquei que tinha uns ícones novos na barra um deles tinha um sinal qualquer a vermelho. Era uma dropbox (algo que não instalo em nenhuma das minhas máquinas). Ele tinha posto a sincronizar um conjunto de pastas, do computador dele (com um disco bem maior) que levava ao esgotamento de capacidade dos meus computadores sempre que renderizava uma nova sequência de vídeo de elevada duração e resolução) no computador dele.
Depois foi fácil corrigir o problema. Retirar a sincronização das pastas mais comilonas.
17 setembro, 2021
2 anos beras
Este último ano e meio tem sido difícil a nível pessoal. Este ano a situação de pandemia acrescentou um elemento de tensão em dois dos meus irmãos que já não são simples.
Até há 2 anos e meio, conseguia ler com alguma regularidade durante cerca de uma hora a duas horas por dia. Após o falecimento do meu pai tive alguma dificuldade em concentrar-me. Praticamente só lia algo técnico ou quando o não era, tinha que ser com a profundidade de uma twitada, ou seja, com profundidade nula. Imagem ou vídeos idiotas eram as únicas coisas que conseguia ver.
Há já uns meses voltei a ler em quantidade e qualidade razoável. Uns quantos livros de divulgação científica, alguns livros de história, alguns policiais, poucos romances e ficção científica e uma dose razoável de revistas sobre os mais diversos temas (automóveis, tecnologia, ciências, informática, agricultura, colecionismo, etc.).
Nas revistas tenho que admitir que vou fazendo praticamente uns quantos «toca e anda» não investindo muito tempo em nenhuma. Ainda não voltei a ver cinema, nem teatro, nem ouvir música nos sítios apropriados.
No entanto continuei a adquirir livros, revistas e alguns DVDs. Admito que gosto demasiado dos meios digitais, mas não prescindo de alguns meios físicos.
10 setembro, 2021
Pantalha
Esta pantalha
Quando era miúdo por vezes (isto quer dizer sempre que tinha oportunidade) ia "chatear" o pessoal do centro de mecanografia (tradução para os mais novos centro de informática dos anos 60) e nos dias com mais tempo livre o chefe do centro mostrava-me uma maquineta para ordenar os cartões perfurados. Ele dizia que classificava pela cor da tarja superior, depois vim a perceber que tinha a ver com a perfuração.
Outra das coisas que mostrava/imprimia era a história em ascii (no caso devia ser apropriadamente designada por bcd) art do elefante chatear muita gente, mas um visitante chatear muito mais (com algumas variações).
Esta pantalha parece uma evolução para os tempos modernos.
08 setembro, 2021
Doutores da Mula Russa (a mula afinal parece indiana)
Não tenho muito jeito para contar estórias, esse jeito ficou praticamente todo para o meu irmão mais velho, já falecido, mas vamos a isto
Há uns anos, poucos, uns conhecidos nossos de origem indiana pediram-nos para traduzirmos um curriculum vitae da mulher de um deles que nos disseram, orgulhosamente, ser enfermeira.
Lemos o curriculum e só vimos uma formação média, com frequência de cadeiras relacionadas com religião e caligrafia, contabilidade e nada daquilo que esperávamos num curso de enfermagem. Dissemos aos nossos conhecidos se queriam que traduzissemos o curriculum.
Pouco tempo depois ocorreu o divórcio, a mulher foi devolvida à família original (parece algo saído do século XIX). Nada nos foi dito sobre as razões.
Há uns dias estava a lêr um livro sobre economia e fiquei a saber que a rapariga até tinha sido bastante modesta, pois na Índia parece ser relativamente comum alguém sem formação superior envergar uma bata branca, usar um estetoscópio e alguns medicamentos básicos e abrir consultório.
Da dificuldade inerente a aprender algo a sério
Sobre desligar algum tempo da incessante actualização
Hoje ao ler o artigo «I completely ignored the front end development scene for 6 months. It was fine» acabei por só me rever parcialmente no mesmo. No início da nossa profissão como quem desenvolve aplicações informáticas sentimos e gostamos de alguma pressão para aprender novas tecnologias, quer para a web quer para qualquer outra situação.
Eu, por exemplo, comecei por aprender a programar em BASIC, seguido de COBOL seguido de FORTRAN. Aprendi ainda a trabalhar com uma base de dados básica, DBASE II e DB2 (uma em ambiente PC a outra em mainframe. Ao fim de alguns anos tinha aprendido algumas linguagens de programação adicionais, mas quanto a bases de dados só evoluí nas respectivas linhas sendo que no caso da DBASE saltei para o Clipper.
Depois segui a corrente, linguagens, frameworks diversos ao longo de alguns anos. Finalmente por razões familiares fiz um interregno extenso. Tendo terminado esse interregno fui espreitar o panorama atual. Já percebi que tenho que deixar as generalidade e a tentativa de abarcar um leque alargado de ambientes/linguagens/ferramentas para voltar a ser minimamente produtivo. Algumas coisas estão mais simples, outras estão mais abstratas e nalguns casos muito mais complexas. Ei de chegar lá com algum esforço.
12 outubro, 2019
Lisbon Maker Faire
Após o nosso registo à entrada e andando um pouco vi do lado direito uma série de carrinhas de comes e bebes e do lado esquerdo o espaço da mauser.
Estacionei um pouco no stand da marianacostaesilva. Devo dizer que esperava ver os seus brinquedos (sou maluco por piões) mas não sei porquê não estive atento.
Depois a minha visita decorreu de forma muito orgânica (caótica) tendo ido espreitar umas quantas construções. Observei em especial as formas de encaixe. Numa semi-esfera os encaixes de suporte eram feito de uma espuma de borracha, numa sela gigante (há falta de melhor descrição) os entalhes faziam de encaixes. Andando mais um pouco passei pelos pavilhões de alguns fabs e parei no stand de que mais gostei o hackyracers. Gostei da forma de apresentação do projecto, como projecto educativo para diversos grupos etários, gostei que para se ter uma componente lúdica fosse necessário dar ao pedal, podia ficar a falar mais tempo.
Ao lado do stand dos hackyracers estava o Hortomation um projecto que seria muito adequado pois mato qualquer planta cá em casa, por falta de rega. Algo que não vi mas gostaria de ter visto seria o formigário da mirmex.
Não, não tirei fotos, claro que estou a ser resumido com a verdade, mas só um pouco.
No retorno dessa alameda parei do fab das aldeias de xisto e fiquei surpreendido por não ver nada com o mesmo. Fiquei curioso com as superfícies acústicas foi pena que as explicações quando pareciam estar a tornar-se interessantes pararam.
Gostei do cantinho com alguns brinquedos como o "lago" dos peixes com cana de pesca (lembra-me um brinquedo que um dos meus irmãos recebeu há mais de 50 anitos). Por traz tinha um teatrinho julgo que de marionetas mas não tenho a certeza.
Já escrevi demais para os meus hábitos actuais, vão!
24 maio, 2018
GDPR
09 março, 2018
Os meus apontadores
Hoje começo a produzir novamente uma lista do género.
apresenta uma série de novas tecnologias de perfuração com aplicação quer na indústria dos petróleos quer na energia geotérmica.
Parece que a moda dos foguetes low-cost veio para ficar.
De muito alto a caminhos mais terrenos apresentou-se novamente o PAL-V. Já em terra (mas pouco nalguns casos podemos ver as novidades automóveis apresentadas no Salão de Genebra de acordo com o TechCrunch (ambos os artigos), e de acordo com o Engadget.
De citycar a rato de computador a Simone continua a sua série de invenções desgraçadas.
Das novidades nos veículos de utilização quotidiana, para os modelos neste caso de comboios (como se produzem modelos de comboios).
Para quem goste de brinquedos de construção pode dar uma vista de olhos aos vídeos do Samual com a série Knex in the Attic.
Uma revista web para ser lida off-line era algo que eu não esperava The Disconnect.
Esta leva deveria ter saído ontem mas tive uma visita médica para o meu pai que hoje faz 97 aninhos.
01 fevereiro, 2018
Vamos lá preparar os nossos hospitais para os nossos mais velhos
Algumas delas sentem-se abandonadas quando não se está perto (isto é, mesmo ao lado de mão dada) delas.
Como se sabe as nossas urgências quer em hospitais públicos quer privados por vezes estão a abarrotar. Dificilmente estão em condições de acomodar convenientemente quer os doentes urgentes e mito menos ainda esses e respectivos acompanhantes.
Esta semana estive cerca de 14 horas a uns 5 metros de uma pessoa mas demasiado longe para a mesma. Como sempre ficou zangada comigo como se a tivesse abandonado. Não havia espaço físico para que todos os mais velhos não orientados pudessem ser acompanhados e acarinhados.
Parece-me que temos como comunidade começar a replicar aquilo que naquele governo do Cavaco se fez para as crianças, criar o direito de serem acompanhados, levando a uma organização diferente do ambiente hospitalar.
Tratar estes doentes não depende só de actos médicos de enfermagem, por vezes dependem também da presença de alguém com o qual haja reconhecimento instintivo.
23 novembro, 2017
Gosto mesmo de jornais, mas sou mesmo tendencioso
Por vezes nota-se a intervenção de correctores ortográficos que «corrigem» para palavras ortograficamente semelhantes mas com significado completamente diferente do que pretenderia o respectivo autor.
No entanto bastam poucos artigos ou crónicas para me reconciliar com os tais jornais. Por exemplo o artigo (peço desculpa por não ligar directamento ao Público) sobre a investigadora Maribel Miranda, ou a pré-publicação de um livro de um docente do técnico.
Admito que aquilo que mais gosto dos jornais é a crónica e a entrevista, não propriamente a notícia. Lembro-me de algumas crónicas do MEC quer no Expresso quer no Público que eram verdadeiras delícias, algumas sobre comida, outras sobre ortografia. Mas este está longe de ser o único cronista ou mesmo aquele de que mais gosto.
Realmente não tenho muita paciência para jornais do crime ou ditos desportivos.
09 janeiro, 2017
De Soares
Parece-me que se esquecem que responsáveis pela má descolonização foram todos os decisores políticos anteriores, mesmo muito anteriores, que não perceberam os ventos da história após a Segunda Guerra, que ao longo de uma guerra contra o terrorismo/de libertação em relação a Portugal não se preocuparam em criar condições para uma independência menos sofrida (sê-lo-ia sempre).
Quando chegou a vez dele, já não tinha armas por trás das palavras, só havia mesmo a entrega para despachar o assunto.
Realmente sou dos ditos retornados (saí de Angola com 12 anos, cheguei a Portugal com 13) que não está naquele primeiro grupo.
18 novembro, 2016
30 setembro, 2016
Noites no Observatório – Noite Europeia dos Investigadores (1 de Outubro de 2016)
ALTERAÇÃO DE LOCAL: A sessão deste mês das NOAL será realizada no Planetário Calouste Gulbenkian, por motivo de obras de manutenção no Observatório Astronómico de Lisboa.
ALTERAÇÃO DE DATA: A sessão deste mês das NOAL será realizada, excecionalmente, no dia 1 de Outubro, de forma a ficar perto da Noites Europeia dos Investigadores.
No dia 1 de Outubro de 2016, a sessão mensal das Noites no Observatório celebra a Noite Europeia dos Investigadores 2016, com um programa diferente do habitual.
Neste mês, excecionalmente, não haverá inscrições. Contudo, o acesso à palestra e concerto está limitado pela lotação máxima da sala do Planetário, que abrirá as portas às 19:45.
Programa:
20:00 – 21:00 – Speed-dating com Astrónomos
21:30 – 23:00 – “Os Maiores Buracos Negros do Universo”, por Sonia Antón, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA)
23:00 – 23:30 – Concerto “Do Big Bang aos Planetas”, pela banda Gravitational Waves Trio
Em contínuo ao longo da noite, até à 1h00, decorrerão observações do céu com telescópios (condicionadas pelas condições meteorológicas).
29 maio, 2016
OPEN CALL - PLUNC 2016 - Festival de Novos Media e Artes Digitais
Outubro, nas zonas ribeirinhas de Lisboa e Almada, e as inscrições para
projectos artísticos digitais e interactivos já começaram. Até 17 de
Julho é possível submeter projectos, ideias e experiências originais na
área das artes digitais e novos media que envolvam o público não só
através dos seus resultados, mas também através de processos
interactivos implícitos na execução destes. Podem candidatar-se
projectos já finalizados ou ainda em fase de desenvolvimento. Os
selecionados integrarão a exposição do festival. Os resultados serão
anunciados no dia 8 de Agosto. Mais informações sobre a Open Call em
http://plunc.us11.list-manage.
O PLUNC pretende reunir artistas e estudantes do ensino superior com
projetos na área das artes digitais e novos media, para apresentar ao
público trabalhos que cruzam arte e tecnologia, através de exposições,
workshops, performances, talks e mesas redondas. Um espaço informal de
permanente diálogo e interação entre os criadores, os seus trabalhos e
o público. A 1ª edição do PLUNC contou com trabalhos e presença de 32
artistas, entre os quais: Zach Lieberman, Cuppetelli & Mendonza, André
Sier, Els Viaene, Alex Rothera e José Carlos Neves. O PLUNC é
organizado em colaboração com o Programa UT Austin | Portugal.