A ilusão de que uma pequena corrente de gotículas de água pode quebrar as leis da física conhecidas é criada por um dispositivo que controla um conjunto de LED. As gotículas parecem ser travadas, paradas no ar ou mesmo subirem.
Esta ilusão surge porque o nosso cérebro tenta preencher os vazios entre os flashes com o movimento que anticipa. Esta é a mesma razão pela qual o nosso cérebo interpreta os quadros de um filme como tal em vez de os interpretar como imagens paradas individuais.
Desculpem-me mas por vezes o tempo que tenho para dedicar a este blogue é tão pequeno que me torno demasiado críptico. Ontem apercebi-me que era o dia em que em Tianamen tinha sido varrida uma manifestação de estudantes contra um país concentracionário.
O extracto do filme do Pangea Day ilustra uma questão que nós na altura, há 20 anos, só vimos do ponto de vista do estudante que enfrentou o tanque mas não do ponto de vista dos militares que estavam nesse tanque. O ponto de vista do outro também é importante. Mas a nossa Casa é assim, feita de contradições.
O filme de Yann Arthus-Bertrand, «Home» estreado hoje e que despoletou esta entrada ficou para o fim. Arthus-Bertrand é fotógrafo e isso vê-se no seu filme de cerca de 1h e 30m. O filme passa-se em todos os continentes e quase contraditoriamente deve ter gasto uma quantidade enorme de combustível para ver feito (6 pilotos de jacto, 12 de helicóptero e não sei quantos de aeronaves menos imponentes), mais contradição, mesmo tendo em conta que a libertação de dioxido de carbono tenha tido uma contrapartida . No entanto é um filme que devemos ver (gastando ainda mais combustível - esta julgo que sem contrapartida) celebrando o dia mundial do ambiente. Mais contradições.
No blogue da TED, Yann Arthur-Bertrand foi entrevistado sobre este seu filme, o seu filme 6 biliões, uma recolha de depoimentos de pessoas de vários pontos do planeta (de facto milhares de milhões) e sobre a sua evolução de fotógrafo a realizador a resposta é desarmante: "aprendi a ver documentários no canal público francês."
Como ecologista Yann Arthur-Bertrand fundou a GoodPlanet.org cuja função é criar/dar uma consciência ecológica ao comum dos mortais.
Depois de se ver o filme Home podemos ler com alguma curiosidade a aula de introdução dada por Paul Hawken na Universidade de Portland
É o primeiro episódio de uma série, apresentado pelo Colliding Particles, referente ao acelerador LHC do CERN. Eurostar é um nome de código (brincadeira) que significa Colaboração Londres-Paris.
A procura de respostas para a "causa" de porque é que as coisas têm massa, sendo que a Higgs é um artefacto matemático que nos permite efectuar boas previsões.
Gavin, é um físico teórico das particulas, Jon é o orientador do Adam e é físico experimental de particulas. Adam é o codificador do programa de detecção de ondas. A ciência é mais do que filosofar. É testar hipóteses.
Ontem Stephen Wolfram ligou o Wolfram Alpha, algo que poderia designar por «calculador de respostas» e não como alguns fazem de «motor de busca» embora possa ser à primeira vista algo no mesmo espaço. O Alpha calcula resposta em vez de lançar uma torrente de páginas eventualmente relevantes.
Parece ser algo quase impossível de alcançar. Muito bem ainda não responde a idiotices (embora trate de algumas "importantes") e ainda necessita de fazer um longo caminho (o seu entendimento de linguagem natural é muito rudimentar.
No entanto faz algo importante que é dar significado a montanhas de dados armazenados na web. Parece ser só o princípio.
Hoje já tive o meu momento baleia. Mas mesmo assim Parabéns.
Podem ainda ver a apresentação completa no Berkman Center de cerca de 1h 50m.
Acho que já contei esta mas não consigo resistir a contar novamente. Há mais de 30 anos quando meu irmão era assistente universitário, tinha como colega um padre jesuíta, engenheiro electrotécnico como ele. Havia no departamento alguém que o queria enchofrar com o avanço da ciência e da técnica e quando chegou um kit de robot tratou de o montar e começar com ditirambos ao robot. Depois de algumas tarefas executadas o padre volta-se e pergunta: isso fuma... retirando-se de seguida.
O meu gosto estético está fortemente contaminado por arte digital. Hoje encontrei um sítio com a ajuda da neural.it com projectos de animação digital dos primórdios dessa actividade baroque que apresenta uma exposição da Tate Modern, com projectos dos finais dos anos 80 até aos anos 90.
Karl Sims produziu dois desses filmes animados Particle Dreams, de 1988, com uma duração de 1’30” e Primordial Dance de 1991 com uma duração de 1’35”. Estas duas obras de Karl Sims produziu duas das obras da investigação científica e artística originais da computação gráfica deste período. A primeira obra mostra esboços de investigação de sistemas de partículas enquanto no segundo Sims desenvolve uma técnica de equações matemáticas para produzir artifícios visuais que parecem desafiar os parâmetros humanos do que é que constituiu uma imagem.
Este Karl Sims é também um dos criadores do SodaPlay.
William Latham, no seu Evolution of Form mostra porque foi um dos protagonistas importantes na arte e animação digitais com o uso dos seus algoritmos evolutivos. Trabalhou em colaboração com o centro de pesquisa da IBM. William Latham pretendia remodelar o processo criativo, "mutar" as mais espantosas, mas controladas, esculturas virtuais que foram vistas até à actualidade.
Preparar-se para investir algum tempo (nem todos os filmes têm ROI positivo).
Quando se adiciona partículas de 5µm, uma captura de imagem de alta velocidade mostra um fluxo em expiral da camada exterior da ponte de água. Foram medidas as velocidades vertical e horizontal ... (Elmer C. Fuchs)
Elizabeth Warren que lidera o Painel de Supervisão do Congresso responsável pelo Troubled Assets Relief Program (TARP) foi entrevistada pelo Jon Steward no The Daily Show, e explicou a buraco onde o contribuinte americano se meteu.
I pleged to post an entry about a woman in science and technology on Ada Lovelace Day. I decided to write about 2 women, not one.
First I would like to talk about a roboticist, Manuela Veloso. She teaches at Carnegie Mellon and is the Herbert A. Simon Professor. Manuela Veloso led the CORAL (Cooperate, Observe the world, Reason, Act, and Learn) research group researching scientific and engineering challenges of creating teams of intelligent agents in complex, dynamic and uncertain environments. With her students, Manuela Veloso has developed teams of robot soccer agents, which have been RoboCup world champions several times.
She earned her Ph.D. in Computer Science from Carnegie Mellon. She also received a B.S. in Electrical Engineering in 1980 and an M.Sc. in Electrical and Computer Engineering in 1984 from the Instituto Superior Tecnico in Lisbon.
Manuela Veloso is a Fellow of the American Association of Artificial Intelligence and President-Elect of the RoboCup International Federation. She was awarded an NSF Career Award in 1995 and the Allen Newell Medal for Excellence in Research in 1997.
Manuela Veloso created the new “V-unit” program several years ago, to provide an opportunity for graduate students to grow a Vision of how computer science and technology can affect non-traditional problems dealing with society, ecology, and sustained devlopment.
Veloso is the author of one book on “Planning by Analogical Reasoning” and editor of several other books, and have published more than 100 research papers.
The second scientist that I would like to introduce is Elvira Fortunato. Elvira is a professor of Mater Science Depart. of FCT and Director of CENIMAT (Mater Investigation Center). She is one of the best researchers of what is called transparent electronics.
Her group has created a disposable transistor with a layer of paper in his structure as described in their paper: High-Performance Flexible Hybrid Field-Effect Transistors Based on Cellulose Fiber Paper, published in Setember, last year.
I only accept comments in Portuguese, English and French.
Update: The team lead by Elvira Fortunato has created an electrochromic transistor capable of varible color on various surfaces.(in Expresso 2009-04-25, via: Portal das curiosidades
Depois de se aproximar do microfone não faça uma previsão de uma entrada no seu blogue, muito antecipada, detalhando as suas brilhantes teorias sobre a importância crescente do espaço da realidade aumentada pela biometria, ou por qualquer outro tema. Tal não nos interessa. Faça só a sua pergunta.
Quanto maior for a audiência menos nos importa quem é.
Excepto se lhe for pedido que se apresente a si mesmo antes de efectuar a sua pergunta, não se apresente. Não desejamos conhecer o seu blogue ou a sua empresa em fase de arranque ou a sua tese. (Se o desejarmos iremos à sua procura depois da conferência.) Se lhe for pedido que se introduza, diga o seu nome e de onde vem (não da localidade, mas sim do seu local de trabalho ou similar).
Não pergunte por perguntar. Pergunte.
Não é necessário prefaciar a sua pergunta com um "Gostaria de perguntar sobre o uso do Twitter numa sala de aula." Se chegou ao microfone tem obviamente autorização para perguntar. Pergunte!
Cada palavra a mais faz-lhe perder um ponto na sua pergunta.
Observe esta simples fórmula:
Resposta Importante / Comprimento da questão = Qualidade da questão
A única variável que pode controlar nesta equação é a do comprimento da sua pergunta. Está a apontar para a pergunta mais curta possível que produza a resposta mais interessante possível. Seja económico.
Faça perguntas abertas.
Se está a pensar fazer pergunta com resposta de sim ou não pense outra vez. Se uma pergunta começar com algo do género "é ou não...", "será ...". Veja se pode efectuar uma pergunta do género "Como ...", "O que é que..." ou "Porque é que"...
Volte para o seu lugar depois de colocar a sua questão
Ficar com ou no microfone parece que está a manter um diálogo com os conferencistas. Não está. Se tiver uma pergunta verdadeiramente interessante a fazer volte para o seu lugar e depois volte-se a colocar na fila.
Para reforçar, a assistência não se encontra na conferência para o escutar.
Mantenha em mente este princípio e o resto deve seguir-se naturalmente.