Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)

28 agosto, 2011

Meios de transporte - Impressos

Há pouco tempo ficamos a saber que um grupo de investigação de uma universidade britânica tinha conseguido imprimir um dispositivo voador não pilotado.

Para não ficar só por brinquedos deixo-vos por fim um automóvel impresso.

27 agosto, 2011

2 TB no bolso?

Parece que o Laboratório de Tecnologia de Tawain ITRI e a Transcend desenvolveram uma caneta USB com uma capacidade de até 2 TB, embora o modelo que tenham apresentado tenha só 16 GB. Esta deve ser a semana dos discos de elevada capacidade, não que este possa sequer estar na liga do disco da IBM.

Eastman Kodak fotografa a Lua e a Terra (1966)

Todd Gustavson, curador da coleção de tecnologia do «George Eastman House International Center of Photography and Film» apresenta a câmara fabricada para fotografar pela primeira vez a totalidade da superfície da Lua, que constituía um dos módulos da sonda Luna Orbiter. A qualidade dessa fotografia é pior do que a das actuais máquinas de fax. A concepção da câmara tem em conta tanto a amplitude térmica, assim como, a imponderabilidade e o vácuo.<7p>

A maquineta tinha que tirar fotografias, revelar as mesmas e depois de efectuar um varrimento enviar as mesmas para Terra. A maquineta tinha sido prevista para fotografar a Lua para determinar áreas relativamente seguras para alunagem de uma missão Apolo. Equipamento mecânico e analógico.

23 agosto, 2011

Noites no Observatório - «Os Próximos Monstrinhos».

No próximo dia 27 de Agosto, o Observatório Astronómico de Lisboa realizará mais uma sessão de as "Noites no Observatório".

Esta iniciativa, de frequência mensal, decorrerá ao longo do ano de 2011 e tem como primo objectivo proporcionar ao público um contacto próximo com a Astronomia e dar a conhecer o riquíssimo património histórico, arquitectural e instrumental, da Astronomia portuguesa e mundial nos séculos XIX e XX.

Em cada sessão de "Noites no Observatório" realizar-se-ão:

  • Visita guiada ao edifício museológico do Observatório
  • Palestra de divulgação (com tema a anunciar a cada sessão)
  • Observações com telescópio

As observações decorrerão em contínuo ao longo da noite e estão sujeitas às condições meteorológicas.

Independentemente destas, a palestra e visita serão sempre realizadas e têm respectivamente uma duração aproximada de 60 minutos e 45 minutos. A sessão de dia 27 de Agosto terá início às 20:00 com a visita guiada ao OAL.

A palestra estará subordinada ao tema "Os Próximos Monstrinhos", proferida por Doutor Hugo Messias do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa.

"Os Próximos Monstrinhos"

Regularmente, somos confrontados com a seguinte sequência de questões: "Astrónomo?! O que fazes? Olhas para o céu? E é mesmo necessário aqueles telescópios enormes? O que isso contribui para o homem comum?". Nesta palestra, será realizada uma discussão com base nos grandes telescópios já construídos e em construção, serão explicados os seus objectivos e revelados problemas e soluções.

É necessária a inscrição prévia.

18 agosto, 2011

Relaccionados

Estando à procura de uma estação de soldadura, googlei um pouco, mesmo muito pouco, e a segunda entrada dizia kuantokusta ... compare os preços nas lojas online... Um pequeno senão, ninguém parece estar a vender estações de soldadura, mas pelos vistos estas devem estar de alguma forma relaccionadas com máquinas de lavar loica, ou roupa, máquina de café ou frigorífico. Será que é por serem alimentados todos a electricidade?

Isto é um desabafo de verão...

10 agosto, 2011

Fx - Fogo de artifício

Mais uma vez o Sol resolveu atirar com uns raios x à maneira...felizmente não nos eram dirigidos

08 agosto, 2011

Fx

O que é que sucede quando se larga um íman de neodímio num tubo de cobre.

Não, não é câmara lenta mas efeito das correntes de Foucault/parasitas.

28 julho, 2011

Modelos i3d



Além dos produtos meramente utilitários a impressão 3D permite obter modelos de comboio (como o acima), um modelo à escala 1/60, que permite uma construção com muito poucos parafusos ou então a impressão de veículos não tripulados concebidos de raiz para determinada finalidade (a impressora é uma daquelas que funciona com material em pó que após ser sinterizado numa camada recebe uma nova camada de material que por sua vez é também sinterizada, bastando esperar um pouco no final para tirar o modelo impresso da bacia com pó que poderá ser empregue novamente noutra impressão.




Fonte: New Scientist.


23 julho, 2011

A caminho da fabricação pessoal

Em França nos anos 20 havia umas oficinas/locais de aprendizagem de fabricação itinerantes. O conceito de laboratório de fabricação, oficina técnica ou espaço de "hacking" como se vê não é tão novo como alguns julgam. No caso acima a oficina itinerante era promovida pelo ministério da agricultura e permitia dar vida a um local que no Inverno ficava algo isolado.
Quando para produzir algo é necessário efectuar um grande investimento este fica fora do alcance do comum dos mortais. Os laboratórios de fabricação como o fablabedp, ou os espaços de hacking como o altLab são locais onde se pode partilhar ideias para construir algo. Onde equipamentos caros são colocados à disposição dos utilizadores por valores nulos ou sem grande expressão. O espaço do fablab parece ser mais orientado para uma visão de empreendedorismo, o do altLbab parece ser mais artístico (há mesmo partilha de espaço com artistas plásticos e músicos).

O fablabedp possui uma série de equipamentos dos quais destaco duas fresas para madeiras/cartão prensado ou matérias com consistência similar ou menor, sendo uma de bancada para objectos de pequena dimensão e outra de grande dimensão ocupando um espaço à parte para evitar poeiras e ruído, uma máquina de corte a laser e uma de corte de vinil, ou seja o equipamento mínimo para um fablab, aguardam agora a chegada de uma impressora 3D. Ao equipamento mínimo juntam-se uns computadores instalados numa bancada, uma mesa de trabalho, uma outra bancada com alguns equipamentos ligeiros como chaves e ferro de soldar. O Público em Fevereiro publicou um artigo sobre a inauguração do fablabedp. Infelizmente não conheço pessoalmente o espaço da altLib.

Para se usar o fablab é necessário entrar em contacto por mail com a equipa.

Voltando a França, mas a algo bastante mais recente, no «Futur en Seine» o redescobrir das oficinas itinerantes, agora aplicando tecnologias avançadas e onde os "fazedores" trataram de passar de esboços de ideia, a CAD e depois mesmo à fabricação, tudo num pequeno período de tempo.

Fab Lab Squared por Futur_en_Seine [fr]

Neil Gershenfeld, um dos pioneiros da fabricação computadorizada, faz uma resenha do seu trabalho no MIT onde começaram por ligar computadores a máquinas para criarem peças de helicóptero, voltando atrás às moléculas fabricantes (ribossomas). A fabricação pessoal não serve para produzir aquilo que podemos comprar numa loja, mas aquilo que tem como mercado potencial, o próprio. (ver vídeo abaixo [en]).

Le Futur de la création - Neil Gershenfeld por Futur_en_Seine [en]

Algo que é realçado por muitas pessoas que participam em movimentos como o dos FabLab é que a partilha e a troca são parte substantiva da experimentação. Os FabLab são regidos por uma carta de obrigações que implica explicitamente a troca de conhecimentos. Outro princípio que surge frequentemente é o da reapropriação das ferramentas empregues quando não a da sua própria fabricação ou montagem.


Quando Cory Doctorov permitiu a leitura do seu livro Makers, em pré-edição no sítio da Tor, fui acompanhando a leitura do livro como faço praticamente com qualquer livro que leia hoje, vendo se há alguma atmosfera do livro no que vai sucedendo à nossa volta. Foi aí que comecei a aperceber-me deste movimento de pessoas que sem uma formação específica numa área penetravam nessa área usando aquilo que eu chamo de visão lego da coisa. Pode-se não perceber nada de estética vitoriana, mas pode-se ser um «steampunker» na mesma. Outra coisa que me espantou foi o movimento de tecnologistas tradicionais ou melhor dito de, por exemplo, impressores que juntam a produção digital aos processos tradicionais como por exemplo os impressores de aviões de papel que usam tecnologia de dobragem de envelopes para dobrarem os aviões de papel.

Este movimento de novos "fazedores" teve um forte impulso nos EUA, com Dale Dougherty cujo moto é "Nós todos somos fazedores". Dale Dougherty é o fundador da revista Make Magazine e da feira Maker Faire, o maior acontecimento dedicado ao movimento de "fazedores", sendo um nome de referência numa comunidade extremamente diversa e dinâmica e em plena expansão.

Tirando partido da vaga do faça-você-mesmo foram aparecendo vários locais de fabricação digital, alguns associados a escolas outros a empresas e ainda outros a grupos heterogéneos, algumas pequenas empresas, muitas delas com sítios na internet como a instructables que partilha instruções de fabricação de um grande número de "coisas", da etsy que ajuda a verder as criações (físicas), thingiverse, repositório de projectos, seminários sobre diversas técnicas e tecnologias sobre todos os géneros (arduino, pintura a luz, escultura em diversos materiais, impressão 3D, algumas assembleias informais, trabalhos académicos, etc, etc...


Tem continuação nas próximas semanas... Quem são estes fazedores

22 julho, 2011

Area 52 - Projection Mapping



A Alienware promoveu uma projecção mapeada em alta resolução em ambiente CAVE, no lançamento do «Area 52 Airstream».

Festo




Voando como uma ave robótica, na TEDGlobal 2011. Menos de 0,5 kg, Envergadura de aproximadamente 2m, Mais de 1 metro de comprimento.


21 julho, 2011

Sinterização a LASER - I3D


Na sinterização a laser o modelo é impresso camada a camada, o laser traça linhas estreitas no pó. O pó que se funda e se cole forma uma fina camada do modelo. Após a impressão de uma camada é espalhada uma nova camada por um tambor. A impressora têm uma câmara de impressão aquecida até a uma temperatura imediatamente abaixo do ponto de fusão do pó usado. O feixe LASER acrescenta a energia extra para fundir o pó, que após arrefecer forma o modelo sólido.

No final obtem-se um grande bloco aquecido de pó com o modelo impresso na câmara.


A Zprinter acima combina a sinterização a laser com uma componente de impressora de jacto de tinta permitindo a criação de modelos multicoloridos.


  • QUMA



    QUMA é mais um dispositivo de entrada, com aspecto humanóide, onde um operador mexe o "boneco" físico e no programa de computação gráfica (CG) o movimento é replicado. O QUMA foi desenvolvido por três firmas japonesas a SoftEther, a CELSYS, e a Vivian Corporation. O robot funciona como um rato e teclado de computador, é de pequeno porte, pode ser ligado através de uma porta USB e é electricamente alimentado a partir desta. Os membros e o pescoço podem ser movidos à mão, há sensores dentro das articulações. Os seus fabricantes acham ainda que pode ser usado em jogos.


    Fonte: Techcrunch.



    19 julho, 2011

    Um xPad - Faça Você Mesmo



    Um chinês resolveu pegar nas suas mãozinhas e resolveu criar um clone do iPad. Liu Xinying demonstra nestes dois vídeos como criar um "clone" de iPad a partir de peças de computador, um ecrã táctil e outras peças. A música é um heavy metal de que não gosto.


    Microrobots de antenho

    Existem um grande número de investigações na área dos micro-robots. Os micro-robot que são descritos de forma breve abaixo são robot que foram desenvolvidos no final da década passada.





    Na micro-robótica clássica foram desenvolvidos robots com elevado grau de integração e muito especializados, que eram capazes de efectuarem micro-manipulações controlados por um sistema central. No entanto a primeira "formiga artificial" ainda está longe de ser desenvolvida pois tal exigiria a integração de todas estas características e ainda uma forma de criar enxames de insectos.



    Há vários projectos de investigação que se orientaram para o estudo do comportamento de enxames e que tentam transferir os resultados para simulações ou robots físicos. Foram mesmo criados pequenos grupos de 10 a 20 robots capazes de mimetizarem alguns aspectos de tais insectos sociais. Contudo, os robots usados são normalemente muito maiores que as suas imagens naturais, e têm capacidades reduzidas de percepção, manipulação e co-operação.







    O projecto i-swarm combina: micro-robótica, sistemas distribuidos e adaptativos assim como sistemas biológicos auto-regulados. Seria avanço tecnológico para tornar possível a produção em massa de micro-robots, que poderiam depois ser usados em enxames "verdadeiros" consistindo em mais de 100 micro-robot clientes.


    Estes clientes serão equipados com inteligência pré-racional, diferindo em tipo de sensores, manipuladores e capacidade de cálculo. Espera-se que tal enxame robótico possa ser usado numa variedade de aplicações aplicando diferentes estratégias. O enxame deverá ser capaz de efectuar a sua dispersão, a sua agregação e ter uma percepção colectiva.



    O i-swarm usa actuadores baseados em polímeros, percepção colectiva, efeitos de micro escala, intiligência artificial e colectiva.


    Após cerca de 4 anos de investigação o projecto conseguiu produziu uns quantos protótipos de micro-robot, com um sistema de locomoção por micro-passos (usando piezoelectricidade), uma célula solar, módulos de comunicação por infra-vermelhos e um ASIC, tudo num pacote compacto.


    O nome i-swarm vem de "Intelligent Small World Autonomous Robots for Micro-manipulation". No entanto não tem nada para manipular, excepto uma pequena plataforma ao contrário do robot MiCRoN que tem uma pinça, nem o número, 90, de robot dos enxames dos "Alice". Ver vídeo abaixo.







    18 julho, 2011

    AstroFesta 2011

    Em 2011 comemoram-se os 150 anos do OAL e os 100 anos da FCUL e da UL,
    para assinalar este facto foi decidido escolher o Observatório Astronómico de Lisboa como local para realizar a ASTROFESTA no fim de
    semana 5, 6 e 7 de Agosto de 2011 (quarto-crescente da Lua, como é habitual).


    A organização, que está a cargo do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, é assumida conjuntamente pelo Centro Ciência Viva de Constância, o Observatório Astronómico de Lisboa e pela Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores.


    Além das observações possíveis no céu de Lisboa, está planeado um conjunto de palestras, algumas das quais de temática histórica, e também
    uma actividade forte centrada em workshops ligados com a utilização de telescópios e a astrofotografia. Falaremos dos telescópios do passado,
    do presente e do futuro.


    Toda a informação sobre este evento já se encontra disponível no site:

    http://astrofesta2011.oal.ul.pt

    Participe e divulgue!

    17 julho, 2011

    Pistolas - Estas não disparam



    Nos últimos tempos têm aparecido nas minhas leituras alguns automaton, os pássaros acima são um exemplar de minúcia, são um resultado de relojoaria suiça. O vídeo apresenta uma animação dos mecanismo empegues.

    15 julho, 2011

    Caixa de madeira de 1965



    Espero que vejam este vídeo e fiquem com água na boca como eu, estou completamente babado. Não quero estragar a surpresa...

    Wall-E5 - Versão Lego



    Este robot transforma-se desde o formato de um cubo até um robot muito similar ao famoso Wall-E(R). Este robot apareceu pela primeira vez no BrickWORLD de Chicago dete ano e foi produzido por uma equipa verdadeiramente internacional


    O processo de transformação é controlado por 2 consolas remotas NXT. Cada consola é mestre de 3 escravos NXT. São usados um total de 6 NTX nesta construção. Estes 5 escravos controlam 17 servomotores NXT e 16 pares de LED para os olhos. São ainda usados uma série de sensores tácteis como interruptores.


    O peso total é de cerca de 15 kg.


    Fonte: mindstorms.lego.

    Curiosity



    Esta animação mostra o que sucederá em Agosto de 2012, se tudo correr bem, com a «Curiosity» o rover que a NASA prevê enviar a Marte. O rover é muito maior do que os anteriores, sendo do tamanho de um utilitário e cheio de um conjunto de laboratórios a bordo

    Durante o processo de entrada usa uma série de foguetes para manobrar até à área de aterragem. Uma vez reduzida a velocidade a Mach 2 (a pressão atmosférica na supefície de Marte é de 0,5% da da Terra) um paraquedas é libertado. À medida que o veículo de transporte reduz a velocidade o escudo de calor é deitado fora e o radar detecta a que velocidade se aproxima da superfície de modo a reduzir a velocidade para uma aterragem suave.

    O último passo é o do chamado "grua do espaço" que desce o rover por um cabo comprido a partir do da nave sustentada por foguetes.

    Após a Curiosity começar a deslocar-se essa deslocação não será limitada pela luz do dia para alimentação de baterias através de paineis solares. Esta foi a limitação que determinou o fim das operações de uma das anteriores sondas. A Curiosity tem uma carga de 4,8 kg de dióxido de plutónio que serve de fonte de energia. A missão científica está especificada como durando 2 anos da Terra, mas espera-se que dure mais.

    O rover irá procurar rocha como a dos leitos de rios marcianos onde se poderá encontrar evidências relativas aos ambientes de Marte primevos. Para tal as dimensões da Curiosity são grandes e a carga nuclear irá dar-lhe uma autonomia para viajar 20 km durante a sua vida.

    Os geologistas e os astrobiologistas também desejam saber se há condições necessárias para a presença de moléculas orgânicas. Na animação mostra-se um laser e um engenho a efectuarem experiências. O laser irá projectar um feixe e pela resultado da sua reflexão determinar a composição das rochas.
    O engenho irá efectuar furos de aproximadamente 1cm de diâmetro e irá extrair poeiras dos furos que cria para executar experiências de mineralogia ou para detectar moléculas orgânicas.

    Estas experiências apontam para a pergunta de se saber se Marte pode ter tido, em algum momento, um ambiente capaz de suportar vida.