Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)

01 março, 2008

Einstein - Citação

O Mário Gamito (sinto-me um pouco macaco de imitação) tem vindo a publicar algumas citações de Einstein. Hoje chegou a minha vez:

A imaginação é muito mais importante que o conhecimento

Falta aqui a graça de criar um postal com a citação mas sou bem mais tosco do que o original.

Claro que roubei a citação de um trabalho de Marc Prensky «Mobile phone imagination - using devices kids love for their education». Que encontrei quando andava a ver as fórmulas para o século XXI de uma série de luminárias.

Depois fiz uma pequena busca pela citação e apareceu-me um mar de citações de Albert Einstein até fiquei gago.

2008-03-02: Hoje na minha lista de feeds apareceu-me o documentário "A sinfonia não terminada de Albert Einstein". Há boas coincidências

29 fevereiro, 2008

Lambretas

Aqui há uns largos tempos, fui a um almoço do Planet Geek e a certa altura vi duas pessoas chegarem numas bicicletas que se podiam dobrar e foram guardadas ao lado das cadeiras de bebé lá do restaurante. Hoje encontro esta ideia para cidades inteligentes onde em vez de bicicletas desdobráveis aparecem lambretas (era assim que as conheciamos quando era míudo) desdobráveis. Claro que os carros empilháveis (na horizontal)são também uma ideia para ocupar menos espaço.

Além destes projectos de mobilidade há ainda outros projectos (alguns apresentados outros para breve.

Nota Restos de coleção são rascunhos que passam a ser publicados por mim se não foram alterados durante muito tempo.

Pangea

Não costumo falar aqui de cinema, pode achar-se que o Pangea Day, a que já tinha aludido, não é propriamente cinema mas a TED acaba de difundir através do YouTube o trailer do Pangeia Day (estreia a 10 de Maio).

Steve Varon foi um dos vídeoamadores que mandou a sua proposta para o pangea day, eis a sua visão:

28 fevereiro, 2008

Conferência de Roy Gould na TED 2008

Roy Gould um professor de ciências dá uma pré-visão na TED 2008 do World Wide Telescope, uma telescópio virtual que incorpora imagens dos melhores telescópios para produzir uma experiência emersiva.

Nota: o vídeo tem cerca de 7 minutos. Há uma versão em boa resolução (lá dizem que é HD mas tenho as minhas dúvidas.

Hoje o meu acesso à internet parece-me lento.

Universo virtual

Se gostas de observar as estrelas, as galáxias, os planetas que estão há tua volta podes dar uma vista de olhos ao Gravitas (ou o problema dos n-corpos) e caso queiras descarregar um ficheiro iso (bittorrent tb podes comprar)de um DVD com simulações geradas por supercomputador da dinâmica do universo (a várias escalas). Depois podes vir a aplicar os teus novos conhecimentos no WWtelescope lá para a primavera.

Parte das simulações "exige" utilização de óculos polarizadores (daqueles que se usam para ver filmes como o Beowolf.

27 fevereiro, 2008

Introdução ao Subprime

Eis aqui uma explicação (gosto muito do 4º slide) sobre o que é um "empréstimo" subprime.

Multa

Há dias em que não deve apetecer ser accionista da Microsoft. (Uma verdadeira multinha de 899 milhões de euros)

Censura, Universidade e Absurdo

Em troca de impressões internetianas com o joca ferro do bit.ate disse-lhe que achava que não havia censura sobre a blogosfera portuguesa, estavamos a falar do docente de um politécnico que tinha referido a situação académica fora do vulgar do nosso Primeiro. Hoje, nas minhas leituras matinais vi algo (ver o primeiro comentário) que me leva a pensar que estava errado, estava a ser demasiado anjolas.

Claro que não se trata aqui de um exemplo de censura por um organismo público especializado (mesmo que os especialistas por vezes fossem uns broncos) mas sim de censura velada de uma Universidade (um local onde aprendi que se deveria pensar diferente e exprimir essa diferença mesmo que fosse contra corrente só assim se avança e só assim se cumpre um dos objectivos da Universidade.

Então um docente (assistente com contrato a termo) foi "aconselhado" a fechar ou retirar conteúdo satírico (? não o vi pelo que deixo aqui este ponto de interrugação) em dois dos seus blogues. Parece que também fazia stand up comedy pelo que também a deixou de fazer. Acho isto absurdo. Uma Universidade que não aceite dissidência mais tarde ou mais cedo tende a ficar amorfa e de facto a deixar de ser motor de mudança, deixando de ter utilidade para a sociedade. Por muito idiota que possa ser o conteúdo de um blogue, aquilo que se devia pedir ao docente é que nas suas aulas (e nas suas investigações se for investigador) saiba despertar a curiosidade dos seus discentes para as matérias dadas e para matérias conexas.

Quase impedir (por óbvia dependência económica) que ele se exprima como quer é um perfeito absurdo.

24 fevereiro, 2008

Matz

Apresentação da versão 1.9 da Ruby

Penalizações escolares

Quando era miúdo lia muita banda desenhada onde as crianças quando eram penalizadas tinhas que escrever uma frase muitas vezes. Hoje vi no Baekdal como é que os programadores resolveriam a questão.

Embora sem querer suscitar qualquer guerra linguística (melhor dizendo sobre qual a melhor língua) a versão ruby é mesmo apropriada.

500.times { puts "Não atirar aviões de papel na sala de aula." }

Vamos lá censurar a Edge

Depois de nos ter feito investir o nosso tempo sobre o que movia algumas luminárias agora anda a perguntar qual a fórmula da sua vida. Com isto leva-nos à falência do tempo (para ler ou para dormir ou para ambos) ficando a nossa vida pessoal com sérias dificuldades. Podia aqui apontar para a lista completa, não o vou fazer, podia apontar para um dos exemplos de fórmula matemática praticamente impenetrável (há várias, também as há com piada) ou então apontar para uma relativamente simples e é isso que faço: viva o progresso! viva a estória.

Blueprint

Quando se constrói alguns sítios com HTML e CSS descobre-se que existem um conjunto de problemas semelhantes que temos que resolver em cada um deles. Entre estes problemas encontram-se: limpar os valores por omissão para uma série de propriedades dos vários navegadores de modo a podermos começar com uma página limpa; estabelecer a maqueta e a grelha base a que a nossa maqueta se vai conformar; criar valores de propriedades por omissão adequados para os tamanhos dos tipos, alinhamentos e espacejamento. E ainda mais algumas coisas. Seria realmente útil ter algo para fazermos isto à partida de modo a podermos fazer aquilo que os designers gostam.

Olav Bjorkoy pegou nesta ideia e tratou de a incorporar na infraestrutura BlueprintCSS, uma infraestrutura CSS, disponível publicamente que tenta alcançar estes objectos. Após o seu lançamento esta infraestrutura tem vindo a evoluir, criando extensões e adicionando características (nem sempre uma coisa boa). Qual é o impacto que uma coisa destas pode ter, na forma de trabalhar?

A infraestrutura Blueprint é uma infraestrutura de CSS acompanhada de algumas ferramentas externas que permitem validar, usando o validador de CSS do W3C (em java), os sítios criados e gerar grelhas alternativas, usando uma série de scripts em ruby, à grelha por omissão.

O que é que faz a Blueprint?

(aquilo que chamariamos em português a planta ou o projecto?)

O conjunto central de características é o seguinte:

  1. Limpar os valores por omissão de propriedades de estilo dos navegadores;
  2. Estabelecer valores por omissão (noutros locais claro) adequados para tipografia incluindo famílias de tipos, tamanhos de cabeçalhos, estilos de parágrafos, estilos de listas, grelha base e ainda mais algumas coisas. Trata disto aplicando sempre valores relativos de modo a poder ser escalado em qualquer navegador;
  3. Dá-nos uma metodologia a usar em grelhas de maqueta à medida. Qualquer número de colunas e larguras com que possa sonhar ficam fáceis de alcançar;
  4. Oferece uma folha de estilo para impressora adequada;
  5. Faz tudo isto de forma elegante na generalidade dos navegadores que o podem visitar, incluindo o IE6 e IE7.

É importante compreender que todos os elementos podem ser sobrepostos. A Blueprint não foi concebida para ser a folha de estilo única para um sítio. É, pelo contrário, um conjunto de estilos base para que o designer possa construir sobre alicerces sólidos, aplicando o que é adequado e sobrepondo-se aquilo que não lhe serve para o caso em mãos.

Por analogia podemos pensar que conceber um site com CSS é como começar com baldes de argamassa e conceber um sítio usando a Blueprint é conceber algo usando blocos mas tendo ainda acesso à argamassa.

A grelha

O cerne da Blueprint são as ferramentas de construção de grelha. Por omissão o ficheiro grid.css (um dos ficheiros da infraestrutura) estabelece uma grelha com uma largura de 950px (quase os 960px recomendados pelo Cameron) com 24 colunas, cada uma com 30px de largura com 10px de esquadria. Esta grelha será normalmente suficiente para a generalidade das necessidades.

Para as excepções é possível mudar isto à medida. Se necessitar de mais ou menos colunas ou que sejam mais largas ou mais estreitas que estejam mais apertadas ou mais separadas pode usar a ferramenta de geração de grelha CSS da Blueprint. Pode ainda usar o ficheiro compress.rb como abaixo indicado. O gerador de blueprint não só oferece um ficheiro grid.css de substituição como cria um ficheiro de imagem grid.png para uso como imagem de fundo durante o desenvolvimento, algo que nos permite assegurar um alinhamento perfeito. O gerador de grelha é uma peça central da infraestrutura, mesmo que tecnicamente seja uma ferramenta exterior. Sem ela a Blueprint seria limitativa e controladora, forçando os designers a usar uma só grelha de maqueta. Com ela os designers têm liberdade total.

Usar a Blueprint na sua cadeia de trabalho

Antes de começar a usar o Gimp (ou ferramenta equivalente) deve começar a planear com o Blueprint. É contudo possível, mas mais complicado fazer o caminho inverso.

O designer pode usar a ferramenta de geração acima mencionada de modo a criar uma maqueta com o número de colunas exacto, com esquadrias adequadas e uma largura total adequada ao projecto concreto. O designer deve guardar o ficheiro grid.css exportado. Pode então criar um documento gimp que reproduza esta estrutura em colunas.

O designer no final deve passar, à pessoa que fica encarregue de traduzir a imagem composta no Gimp para CSS e HTML, o ficheiro grid.css acima mencionado e deve dar a conhecer ainda as guias na composição gráfica.

Quando se usa a Blueprint, é realmente importante ler todas as regras incluídas no CSS e compreender as mesmas completamente, de modo a ficar-se consciente do que faz e como o faz antes de deitar a mão na massa. Se o não fizer podem escapar-lhe coisas importantes como .border, .colborder, .box e .hide.

Não seja enganado pela recomendação da documentação de grid.css que lhe sugere usar elementos div para todas as colunas. Pode aplicar a classe .column a qualquer elemento. Por exemplo, se estiver a usar a grelha por omissão e quizer uma barra no topo da página que inclua um logótipo do lado esquerdo e a navegação do lado direito pode adicionar class="column span-12" a um elemento h1 e a um elemento a ul em vez de criar div desnecessárias.

Para criar «linhas» na sua maqueta use várias div com a classe .container. O seu cabeçalho pode ser um contentor, o seu conteúdo outro e o seu rodapé ainda outro. Pode claro ter muitos mais. Só não pense que só pode usar um contentor.

Lembre-se ainda que não necessita de usar a totalidade das peças da Blueprint. Se por exemplo não estiver a usar uma maqueta baseada numa grelha não necessita de usar grid.css. Contudo reset.css e typography.css podem ainda ser-lhe úteis.

Finalmente. Nunca altere os próprios ficheiros Blueprint! É mais limpo incluir as suas próprias folhas de estilo e sobrepôr-se às regras da Blueprint. A alteração dos ficheiros CSS da Blueprint tornam mais difícil a actualização para a última versão da infraestrutura.

Instalação

A Blueprint deve ser colocada na pasta de CSS do sítio em que é aplicada. Depois de o fazer pode adicionar as 3 linhas seguintes ao elemento <head>:


<link rel="stylesheet" href="css/blueprint/screen.css" type="text/css" media="screen, projection">
<link rel="stylesheet" href="css/blueprint/print.css" type="text/css" media="print">    
<!--[if IE]><link rel="stylesheet" href="css/blueprint/ie.css" type="text/css" media="screen, projection"><![endif]-->
 

Se estiver a trabalhar em xhtml não esquecer de terminar cada uma das linhas com um />

Estes ficheiros encontram-se na pasta de raiz de Blueprint. Sendo as versões compactadas.

A Blueprint está pronta a ser usada.

Pasta 'src'

  • blueprint/src/reset.css: é o ficheiro que trata de limpar os valores CSS que os navegadores assumem por omissão;
  • blueprint/src/grid.css: Este ficheiro estabelece a grelha. Inclui várias classes que aplicadas a div (às várias div) criam uma grelha baseada em colunas;
  • blueprint/src/typography.css: Este ficheiro estabelece tipografia por omissão. Inclui ainda alguns métodos para brincar com o seu texto;
  • blueprint/src/forms.css: Estabelece estilo minimalistas para formulários;
  • blueprint/src/print.css: Estabelece regras para impressão, de modo a que o seu sítio seja impresso com estilo. Deve ser incluído em cada página;
  • blueprint/src/ie.css: Inclui o lixo exigido pelos amados IE6 e IE7.

Pasta 'lib'

  • blueprint/lib/compress.rb: Um script em Ruby para alterar à medida e comprimir o seu CSS. Pode estabelecer um espaço de nomeação, o número de colunas (pode ser usado em alternativa ao gerador acima indicado), larguras, trajectos de saída de ficheiros, vários projectos e nomes de classes semânticas. Ver os comentários em compress.rb ou executar compress.rb -h para informação adicional;
  • blueprint/lib/validate.rb: Valida os ficheiros centrais da Blueprint usando o validador CSS do W3C;
  • blueprint/lib/settings.example.yml: Um ficheiro de exemplo para quem necessite de indicar valores à medida.

Pasta 'tests'

Inclui ficheiros html para testar a maior parte dos aspectos da Blueprint. Para mais instruções ver tests/index.html

Finalmente uma cábula [pdf] para o blueprint.

23 fevereiro, 2008

500.000.000 Descargas de Firefox

Por indicação do Bruno fui até ao arroz à borla contribuir com 1000 grãozinhos.

CSS - Ferramenta

Mais uma ferramenta para produção de regras de CSS, neste caso, para tipos.

Não vindo muito a propósito podem aqui ver uma crítica à selecção de tipos feita por vários dos candidatos à presidência americana. O crítico deve ser um obamista (neologismo meu).

Ainda sobre tipos e sobre Obama pode ainda ler o artigo e ver o vídeo sobre o slogan da campanha do Obama. Um tipo de letra em que podemos acreditar.

Para observações sobre fontes de outras campanhas podem ainda ver pouco fontogénicos. Observações verdadeiramente do corredor indicado.

15 fevereiro, 2008

Banco do Conhecimento Comum

Ontém, hoje e amanhã decorre uma oficina do Banco do Conhecimento Comum, algo que de que tive conhecimento hoje na minha leitura matinal do Público (e sim comprei o DVD do Chaplin). É mais uma organização basista de activismo para quem estiver disponível a partilhar o seu tempo e conhecimento nos campos da saúde, tecnologia e comunicação, economias alternativas, direitos humanos e civis, uso do espaço público ou outro conhecimento que torne a vida mais simples e mais autónoma, por favor contacte-nos..

Metachatice II

A minha opinião sobre a utilização de uma etiqueta meta para que as versões futuras do Internet Explorer se comportem em conformidade com as normas (mesmo que não no sentido jurídico do termo) não é de facto tão "pragmática" como isso. A quantidade de crítica (alguma acéfala, alguma fundamentalista, mas a generalidade bem fundamentada) que tem vindo a ser emitida é enorme. No artigo do Jeffrey Zeldman sobre o assunto há 235 comentários (quando estou a escrever isto). Nem todos os comentários são (só) sobre a inclusão ou não dessa etiqueta meta, mas também se dedicam a perguntar o que sucederia numa gama de potenciais cenários. Omissão da meta e de doctype válido ficando algumas delas confusas quanto ao modo de resposta que o navegador da Microsoft irá tomar.

Quando se estabelece uma norma (algo normalmente conservador) não se espera grandes inovações, mas espera-se não ter surpresas. É por isso que me parece que uma proposta de norma (como a OOXML) não deve incluir entre as suas regras algo que diga como se efectua ou efectuou na versão xpto fechada. Ou seja quando para uma coisa funcionar como deve funcionar ter que se ter um mecanismo especial (neste caso a meta) para a fazer funcionar correctamente então algo vai mal. Já tinham inventado o mecanismo do falso comentário (comentário condicional) para que a versão IE7 quase funcionasse correctamente e convenceram muita gente a aplicar o mesmo agora esperam não ficar entalados "obrigando" a seguir um caminho que não está de todo na norma.

O que me espanta um pouco desta vez é que uma série de pessoas, o próprio Jeffrey, o Eric, a Molly (sendo que esta tem a desculpa total de ser colaboradora da própria Microsoft) que estavam por detrás do movimento dos standards, que a Molly vem agora dizer que são de facto práticas recomendadas (no que tem razão claro) no final dos anos 90 do século passado se tenham aproximado tanto das posições da Microsoft como por exemplo Peter Quincy que diz, grosso modo, que há quem conceba um site em conformidade com os navegadores alvo, quem conceba um site em conformidade com as normas, mas que sem preocupações de reprodução exacta se degradam de modo suficientemente agradável e acessível em navegadores que não se comportem de forma adequada e finalmente quem tenha preocupações estéticas e ao mesmo tempo preocupações com a produção de sítios com uma reprodução quase uniforme numa gama alargada de navegadores e que por causa disso mesmo validando os seus sítios, incluem aqui e ali alguns elementos adicionais de modo a que os mesmos sejam bem reproduzidos.

Bom claro que quando falamos de standards os de HTML foi cedido pela ISO o poder ao W3C de os criar. Como se sabe o ISO do HTML corresponde sensivelmente ao HTML 2.0. (Um pouco conservador de mais.)

14 fevereiro, 2008

Censura e Redução de Liberdades

Os EUA são exportadores de tecnologia que pode ser usada para censurar (filtrar) a internet a que se pode aceder a partir de determinados países.

Com a aprovação da lei sobre vigilância (uma maneira de chamar o meter o bedelho onde bem quizer) as empresas de telecomunicações nos EUA ficam fora do alcance da mão da lei, passando a poder presumir que sempre que as autoridades pessam uma derivação para poderem escutar (termo não apropriado mas por analogia qualquer pessoa sabe o que isto quer dizer) aquilo que os seus cidadãos vêm, ouvem ou leiem. O George Orwell se calhar tinha razão, isso será provavelmente legal. Já nos aproximamos do Grande Irmão.

Para perceberem como funciona o sistema de intercepção de comunicações podem ver a animação do ursinho Snuggly O Ursinho da Segurança.

Não bastando usar as empresas de telecomunicações parece que está para breve também o uso de satélites espiões para levar a efeito acções de policiamento. Como digo no parágrafo anterior o Grande Irmão deve estar aí ao virar da esquina.

A lei acima indicada ainda não passou em todo o processo jurídico. Já agora podem ver o quais as respostas à pergunta como corrigir a democracia.

13 fevereiro, 2008

Tipografia

Para quem ache tipografia algo interessante então pode dar um salto à atrofia das pelícas

12 fevereiro, 2008

Cheias em Angola

Olhando hoje para a primeira página do Jornal de Angola até parece não se passar nada fora do vulgar. No entanto no sul e sudeste do país há locais inundados sendo que Onjiva é um desses locais (9000 deslocados). Para saber o que se passa aconselho a clicar na secção regiões. As cheias terão começado quarta-feira passada e pelos vistos vão prolongar-se durante mais algum tempo.

A notícias das cheias foi do meu conhecimento através de um artigo de um jornal sul-africano. Prioridades...

Crochet e Universo Hiperbólico

O TIFF tem um website que alia matemática e objectos do dia a dia tais como bolas de futebol ou peças feitas em crochet ou papel. Mais um deleite para o sentido da visão.

John Alvin faleceu

Mas que raio de entrada é esta neste blogue? John Alvin é um dos artistas gráficos nos bastidores do Blade Runner e de muitas outras obras quer de ficção científica quer de outras espécies.

Tempo gasto a criar um website

Nunca fiz websites sozinho. Normalmente só eram admitidos comentários quanto à maqueta do website e eventualmente uma ou outra adaptação tendo em conta o meio. Na maior parte dos casos tratava de criar código para a visão dos outros sobre o assunto. Nunca me preocupei muito com os aspectos de gestão da criação dos sítios. Hoje, contudo, a situação alterou-se e nas minhas buscas para perceber um pouco mais levaram-se até este gráfico com uma distribuição de tempo com alguma piada.

11 fevereiro, 2008

Primeiro website e o NEXT

Normalmente isto estaria nos meus apontadores e não aqui no ainda a pensar. Isto quase que se dirige ao MV ao apontar para a fotografia do primeiro website num next.

10 fevereiro, 2008

Neil Gaiman

Neil Gaiman autor de ficção científica obteve autorização dos seus editores para publicar um dos seus livros na net sem custos para o leitor. Agora pede ajuda para seleccionar o livro a ser publicado dessa forma.

Richard (f*rt) Stallman publicou uma entrada sobre Liberdade ou Direitos Autorais?.

09 fevereiro, 2008

MS Yahoo! - II

Este rapazinho tem uns conselhos para o Jerry Yang.

Ordenados e Compensações

Se acham que em Portugal se paga demais leiam este artigo e aproveitem para ver o que WB diz na carta aos accionistas das suas empresas cujo enlace podem encontrar nos comentários.

Corrupção - II

Hoje de manhã não sei porquê acordei algo para o cedo contra os meus hábitos de sábado. Estive a ver o programa da Sic Notícias onde estavam à convensa o editor de economia, o Eduardo Dâmaso (ex Público actual Correio da Manhã), Paulo Morgado (Capgemini), Saldanha Sanches (fiscalista) e Henrique Neto, ex-deputado, da Iberomoldes.

O jornalista da casa fazia perguntas óbvias. Paulo Morgado elaborava ideias para prevenir a corrupção. Henrique Neto dizia que por vezes havia que compactuar com a corrupção (noutros países) porque o primeiro dever de um empresário é manter as suas empresas a funcionar. Paulo Morgado não se referindo expressamente a esta afirmação disse algo como isto que era preferível que um empresário deixasse a sua empresa fenecer mas nunca compactuar pois só assim nos veriamos livres desta praga (as palavras não foram estas mas penso que representam razoavelmente o que foi dito). Saldanha Sanches defendeu que se deveria desregulamentar a construção na generalidade do país (manter contudo algumas poucas jóias como por exemplo Óbidos se percebi bem). O simplex ainda não chegou aqui. Eduardo Dâmaso tem andado a pesquisar processos já arquivados para ver o que lá está vertido e ver se encontra padrões dizendo que em Portugal estamos como em Itália antes da operação Mãos Limpas com sucessivas vagas de coisas menos claras. Henrique Neto contou generalidades do seu tempo no topo do PS.

Um dos episódios contado (não me lembro por quem) foi o da compra dos Airbus pela TAP (a primeira vaga) e disse que a investigação tinha decorrido cá durante 7 meses e que quando foi solicitado o auxílio das autoridades francesas houve uma paragem no processo de 5 anos, daí dizia que o novo código do processo penal iria simplesmente provocar o arquivamento de qualquer processo desta ordem de complexidade. Por acaso lembro-me de andar no American Language Institute no 5º ou 6º grau na altura e de alguém ter dito que um grupo de engenheiros aeronáuticos e outro pessoal das oficinas da TAP estaria para França uns anos antes da compra já a aprenderem a fazer a respectiva manutenção. Quando cheguei ao 8º grau lembro-me de ter ouvido falar da ida de pilotos 1 ou 2 anos depois julgo que com a compra ou pelo menos já com negócio encaminhado). Falou-se ainda dos primeiros tempos do Fundo Social Europeu e de como as pessoas empregavam o dinheiro para muito mais coisas do que a formação.

Falou-se ainda do financiamento de partidos mas sem novidade. Hoje li um argumento que me deixou a pensar sobre transparência e opacidade de financiamento, no mínimo interessante.

Claro que isto foi a repetição do programa que dá às 23h de quinta-feira.

A História da Comunicação Visual

"Livro" essencial para quem gosta de pensar comunicação visual. Conte dedicar-lhe algum tempo e aproveite para lhe colocar um marcador.

01 fevereiro, 2008

MS Yahoo!

A minha opinião é muito próxima, quanto a este assunto, à do Jarvis.

Corrupção

Não, não me estou a referir à corrupção local. A imagem que tenho de alguns países africanos é que os seus dirigentes são "algo corruptos" mas em alguns sítios parece despontar alguma esperança como agora na Libéria onde foi apreendido um barquinho com uns meros 1200kg de cocaína (deviam ser para consumo dos detentores da mesma). Só espero que a droga seja destruída e não termine por "desaparecer".

10 mandamentos

No final desta espécie de 10 mandamentos [en] podemos encontrar o seguinte:

Pistas úteis: Esteja sempre aqui à volta. Venha ou vá a tudo sempre. Vá às aulas. Leia tudo a que possa deitar as mãos. Veja os filmes cuidadosamente com frequência. Guarde tudo, pode vir a fazer jeito.

Os realces são da minha lavra.

via: boingboing.

31 janeiro, 2008

Seja um ambientalista activo ou não

Seja um ambientalista activo deixe o seu computador ligado. Isto à primeira vista poderia parecer ilógico mas se o deixar a executar uma simulação de predição de clima pode ser que além dos cerca de 700 kg de CO2 que o seu computador irá produzir por ano irá também ajudar na pesquisa sobre o clima. Esta é uma das sugestões que se podem encontrar na The Nature Conservancy.

Este é mais um dos projectos de computação em rede que nos pode ajudar não só individualmente mas como seres humanos.

Nota final: Sabem onde é que descobri o programa de previsão do clima foi no delicius.spy um local onde se encontra as últimas entradas em tempo real.

Matéria Negra

Em astrofísica há um conceito designado por "matéria negra" o qual na sua essência é algo que não se pode ver mas que tem efeitos sobre o que se passa. A matéria negra em desenvolvimento de software é todas as pequenas coisas que fazemos, mas não acompanhamos, e que levam a que um projecto se atrase. A matéria negra não é necessariamente má, só não a vemos até que o projecto fica atrasado e alguém pergunta porquê.[Wayne Allen]

Eu sabia que tinha que haver mais algumas razões para físicos se terem convertido em gurus da informática.

30 janeiro, 2008

meta chatice

Ainda não consigo ter opinião sobre a tormenta da nova <meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="IE=8;FF=3;Opera=9" /> (pode ser usada para mais do que um alvo) proposta pela microsoft para o IE8 efectuar uma reprodução fiel, em modo verdadeiramente standard, em termos de conformidade com as recomendações do W3C.

Se de um ponto de vista do standard tal se apresenta como um truque por vezes é necessário ser-se pragmático.

O uso desta meta contudo levanta o problema de no momento em que seja lida o navegador já estava de facto a criar uma reprodução da página. Fico pois espantado que um elemento META http-equiv tenha precedência sobre um cabeçalho HTTP. Os agentes utilizadores que tenham/queiram suportar esta característica terão sempre que cheirar esta etiqueta independentemente do que os cabeçalhos digam. Parece-me um abuso do elemento meta. A segunda coisa que me ocorre é saber como alguém que implente isto pode conhecer a especificação exacta e comportamento desta etiqueta META ou se a mesma (a especificação e eventual propriedade intelectual e direitos conexos) será para sempre propriedade da Microsoft.

ainda a pensar pragmatismo (e de facto retenção de clientes) ou recomendações (quase standards).

25 janeiro, 2008

Duas coisas Disconexas

1 - O mapa de tendências da Information Architects.

2 - O leilão de um passe para a TED 2008.

Quando tiver tempo elaborar algo mais sobre o primeiro assunto.

DLD - 2008

Note-se que isto ainda está a ser escrito e revisto - 2008-01-26

Os vídeos da conferência DLD - 2008 já se encontram disponíveis.

Na abertura da conferência são apresentadas uma série de pessoas que participaram em anteriores eventos com breve biografia. Entre as pessoas presentes estavam o criador da last.fm, o responsável pela TED. Os temas vão desde a criatividade, publicidade, empreendorismo, biologia, filosofia, energia, sustentabilidade, amizade, fazer perguntas, falar ...

  • Painel

    Smart boys on new markets

    Hubert Burda, Joseph Vardi, Martin Sorrell, Richard Wurman, Joe Schoendorf (Accel Partners uma empresa de VC) e o moderador David Kirkpatrick da Fortune.

    Após uma apresentação de cada um dos membros no painel feita pelo moderador, Richard Wurman o criador da TED começou a falar sobre o que lhe foi dito no seu na sua juventude e o que ele foi descobrindo ao longo da vida entre outras coisas falou de um guia impresso em luvas para a visita a um museu em Londres, tendo terminado por dizer que o seu corpo era um zoológico.

    Joseph Vardi seguiu-se e começou por dizer que estava muito humilde (após mandar uma piada sobre o criador da maior empresa de publicidade no painel durante a apresentação feita pelo moderador que a não entendeu). A libertação de criatividade é algo que leva a sério. A queda do muro foi um facto importante. Vemos mudanças importantes nas indústrias da música, cinema, telecomunicações, inovação... o melhor dos tempos.

    Seguiu-se Joe Schoendorf (um VC veterano do Vale da Sílica). Este pegou no mote deixado por Vardi e disse que os melhores tempo estão para vir (é deixar assentar a poeira levantada digo eu) pois ao contrário da sala em que falava no mundo há cerca de 3 mil melhões de pessoas com menos de 25 anos. Depois falou de uma pequena estória dos seus tempos da Apple, quando recebeu um telefonema de Alfin Tofler que queria colocar um CD em cada livro que acabara de editar (após remover grande parte do que tinha escrito) uma impossibilidade prática à primeira vista pois só havia algumas centenas de milhar. Tofler ter-lhe-à dito que a vida dos seus netos quando estes fossem adultos teria poucas ou nenhumas semelhanças com a sua própria vida e Joe acha que a velocidade de mudança é realmente muito grande. Por exemplo diz que no Maine ninguém com menos de 25 anos se lembra de não estar on-line ao contrário da audiência que quase de certeza de lembra quando se ligou pela primeira vez. Por outro lado no mundo há actualmente 3 mil milhões de telefones celulares, iremos viver num mundo com mais câmaras de vídeo do que pessoas e termina dizendo que a mudança, no seu negócio, significa disrupção, que significa oportunidade.

    Burda manda a piada que na audiência há poucas pessoas de 25 anos pois alguém tem que trabalhar. Depois fala de atenção e a sua importância numa organização de media. Acabando por falar do mestre do suspense Hitchcock

    Martin Sorrell [WPP] (o alvo da piada sobre um mundo de fios) - geografia estando nós numa mudança de poderio a caminho da China, depois diz ter esperança, mas dúvidas sobre a Europa sendo que na Europa do Leste estão a avançar mais rapidamente que na Europa. Martin Sorrell disse que a Google é um seu amigo embora um funcionário da Google o tenha corrigido. Google cresceu em 10 anos para uma dimensão superior à empresa de Buffet (o amigo do Bill Gates). Depois entrou directamente na massa (no seu caso na publicidade). Depois diz que os doutorados que o preocupam são os dos locais inovadores que podem provocar revoluções em Bangalore e Pequim. Depois foca a importância de grandes eventos desportivos em 2008 acha que o ano se conseguirá acabar por compor. Depois na China acha que em 2009 haverá um abrandamento na China. Nos EUA um novo presidente terá que enfrentar a questão do duplo deficite. Terminou por pedir para não se perder a esperança mas preocupando-nos com 2009. (A WPP tem um volume de negócio da ordem dos 12 mil milhões de USD. (foi comprada nos anos 80 por menos de 300 milhões num take over agressivo)

    Hubert Burda responde ao moderador se está ou não pessimista em relação há Europa Ocidental. Ele diz só saber do seu negócio e que nele não está pessimista. Depois acrescenta ter sido chairman na Universidade de Munique durante 10 anos e que depois foi para Stanford e que acha que na Europa se está muito longe, por não se ter percebido que o importante é o software (conteúdos no caso dele julgo). Diz que na Europa não há tradição no software (com a excepção da SAP dito dele). Compara o algoritmo (da google?) à invenção da perspectiva no séc XIV ou XV. O enquadramento para a atracção dos melhores e as regras sociais que implicam falta de dinamismo no emprego. Desse ponto de vista a América e a Ásia (vejo um coreano do sul). A distância da formação entre as universidades europeias tradicionais e as americanas ou as do Reino Unido é muito grande.

    O moderador diz que Burda está muito há frente dos outros responsáveis de empresas de media.

    Joe diz que Martin foi muito corajoso naquilo que disse. E faz uma previsão de que no G7 há actualmente 5 países europeus e que no final do segundo mandato (2016) do novo presidente americano (independentemente de quem seja) haverá um o Reino Unido. A China ultrapassou a Alemanha e a Índia, o Brasil e a Rússia. Depois falou sobre o declínio da fabricação nos EUA e disse que em XXXX havia 37% da população no sector industrial e que hoje há 35% e que o fazem com metada das pessoas (donde a produção actual é quase o dobro). Há 100 anos nos EUA 98% das pessoas estavam no sector primário. Se lhes dissessen que 95% teriam que encontrar algo para fazer poderia parecer uma catástrofe (pode ter sido a nível individual). A produção do sector é 10x maior actualmente. Estas mudanças [radicais] sucedem e a velocidade de mudança está a aumentar. Fim de mensagem

    Joseph Vardi diz que 1/4 das firmas no Vale da Sílica são criadas por emigrantes de 2ª geração. Depois diz que com a globalização os filhos dos emigrantes podem ficar nos respectivos países e cita o caso da Turquia de onde tinha acabado de chegar. O perigo para as firmas incumbentes vem dos filhos dos emigrantes. Alguns dos resultados que estamos a ter vem da globalização e da rede (Joseph atirou uma farpinha ao Martin que responde). Martin aproveitou para realçar que na sua opinião a Turquia poderia ser uma âncora se fosse integrada na União Europeia pois tem uma população jovem e poderia ser um flecha da Europa no Médio Oriente e no mundo árabe. A China e a Índia que têm estado 200 anos do lado errado da história podem passar a estar 200 anos do lado certo. Depois diz que os EUA têm uma capacidade de adaptação similar à da família real inglesa. Diz que já se tinha dito antes de Reagan que o Japão tomaria a dianteira e que tal não sucedeu. Depois Joe diz que o abandono da Intel da produção de RAM (Decisão de Andy Grove em 1975, 1974 tinha sido um bom ano) levou muita gente a prever o fim do Vale da Sílica. O moderador diz que foi falta de vistas da parte da imprensa.

    O moderador pergunta a Robert já que ele fala tanto de mudança global e população o que é que tem a dizer sobre estes pontos. 2 Pontos. Depois de uns cumprimentos aos outros oradores e de achar que aquilo que disseram deve ser passado a um diagrama começa a dizer algo sobre dele. A primeira cidade a ultrapassar 1 milhão de habitantes foi Pequim. Depois conta a estória de ter "adquirido" a limousine do VC após uma festa no restaurante Veritas em Nova Yorque na conferência de Davos lá. A Joseph é perguntado o que pensa da crise potencial e ele responde que há uma profecia dada aos loucos e que irá responder se lhe for perguntado em 2011.

    Essa coisa Google. Burda responde que o google permite descobrir clientes (que os clientes nos descubram. Quem venda páginas de publicidade está lixado tem que se ser criativo. Martin se tivesse 25 anos não estaria na Europa Ocidental estaria provavelmente em Pequim ou em Bangalore ou na Coreia do Sul (dá razões). Os BRIC são importantes, mas os 11 seguintes são muito interessantes e por fim eventualmente em África o continente da oportunidade. A rapidez da mudança é muito grande a mudança da Líbia e a importância dada pela China a África está a provocar grandes alterações. Seria para um destes sítios que teria ido. Joe ficava-se pelo Vale da Sílica. Robert faria um google melhor. Martin responde ainda a uma pergunta sobre mulheres e a sua ausência actual no painel.

  • DLD08 - Day 1 - Challenges for a global brand

    Esta palesta apresentada por Olaf Göttgens, CEO da BBDO Consulting da Alemanha, começa por dar os parabéns à DLD por se ter tornado uma conferência de elevado gabarito (festinhas nas costas). Depois partiu para a estória da sua meninice quando a TV na Alemanha tinha dois canais, não havia controlo remoto e à meia-noite a televisão dava o hino, seguido de uma hora de mira técnica e depois deixava de haver emissão e compara-a com o panorama actual com centenas de canais, 3000 periódicos (jornais e revistas) eram 2000 há 5 anos. Isto é um desafio. Depois fala da filha da sua mulher anterior (não tenho a certeza do parentesco) ilustrando com uma foto com um sofa com duas pessoas uma delas com um portátil e um auricular com um DVD a passar e a conversar. Ao perguntar-lhe o que estava a fazer disse que nada, acrescenta que é o que se passar nesta geração e que isto é um desafio e acha que a bala de prata é o branding consistente. Depois apresenta os quatro passos para o fazer, o segundo, fascinar, faz lembrar a Apple mas aqui relativo à Mercedes-Benz (produzir produtos apetecíveis). O quarto ponto é confiança. Resumidamente o importante é o Branding.

    Isto leva a ter que puxar pela atenção das pessoas
  • Palestras encadeadas - DLD08 - Day1 - Creating universes

    Este vídeo é dos mais longos, 1h 46m

    Paulo Coelho, David Silverman, Carolyn Porco, Oliviero Toscani.

    Nota lateral: Tenho que admitir que não gosto dos livros dele (de facto só passei os meus olhos por 2 deles) mas pareceu-me mais inteligente do que esses livros me pareciam indicar.

    Paulo Coelho começou por dizer que a Stephanie Czerny (quem fez a introdução) lhe tinha ensinado que só se fazia negócio com quem se gostava. Diz o óbvio que continua a ser importante o contacto pessoal directo e depois parte para a influência da internet e suas consequência na indústria do livro.

    Diz que vai realçar 3 aspectos, muitos idiomas, direitos autorais, contacto com os leitores - comunidades sociais. A internet começa por influênciar a forma como nos expremimos (fala do 4 em vez do for e do U em vez do You) e diz que o mesmo ocorre no português. Virá o dia em que se não soubermos o que isto quer dizer que será impossível comunicarmos. A alteração do (de inglês arcaico para o you demorou 300 anos e do you para o U 10 anos [o tema da aceleração da mudança volta a aparecer] e preve que esta alteração estará estabelecida dentro de 20 anos.

    Agora quer tratar de um aspecto específico dos direitos autorais e descobriu que se deixasse piratiar (promovendo ele a pirataria) os seus livros estes acabavam por ser comprados em números muito maiores, falando expressamente do Alquimista na sua edição Russa do qual no momento vendeu 10.000.0000 após ter colocado o Alquimista disponível para descarregar. Fez o mesmo para uma série de outros livros (vejam a ligação na página do pirate coelho site do próprio.

    Passa ao 3 aspecto que quer focar. O leitor pode desculpar um mau livro, o leitor não desculpa que um escritor escreve a "mesma" história várias vezes (qual é a escritora que faz plágio a ela própria?). Hoje lê-se muito mais do que há 10 anos. Pode-se interagir com os nossos leitores. Fala da sua experiência quotidiana de 3 horas na net (myspace, blog, flickr ... e no projecto conjunto com a Burda).

    Sejamos generosos e partilhemos e receberemos algo. Partilhemos o prazer de viver. Encontrar pessoas. E vai convidar 100 dos seus leitores para ir à sua festa anual dentro em breve, a festa deste ano é em Paris.

    David Silverman, o co-criador dos Simpsons, Ice Age, etc (mais um contador de estórias. O computador no pódio mudou para um Apple (em que raio de cor). Os Simpsons são uma família a assistir à televisão mas integrados na cultura popular. Por isso vão evoluindo e com a democratização (não foi a expressão usada) do uso dos computadores eles tb os vão usar (cita algo sobre o Bill Gates que perdi. Passa um exemplo ( [o extracto foi retirado os produtores dos Simpson deviam escutar as palavras do Paulo Coelho] Homer goes Crasy, mostra outro extracto. Depois começa a descrever a equipa que está nos bastidores a qual incluiu dois matemáticos teóricos, foi a primeira vez que pessoas que escrevem para sitcom foram usadas para escrever para desenhos animados. Continua nesta linha e depois tenta passar mais uma cena e o Apple para, mas o homem cobre o tempo enquanto tenta ressuscitar o seu Apple. Falando do fluxo de trabalho entre a ideia inicial, storyboard, animação a traço, avaliação e reescrita até à produção final. Os Simpsons não era uma história completa mas sim um conjunto de ideias base como a de Simpson trabalhar num reactor nuclear e ir a bar do Moe...Depois foram inserindo ideias e personagens. A animação era Big Guts. A passagem ao digital na produção dos Simpson só ocorreu nos 2004. Sentiu-se na necessidade de dizer que não havia problema para ele, depois de dar uma piada à Fox, de colocar uns extractos no youtube ou noutro lado qualquer. A Fox não gosta mesmo nada.

    Carolyn Porco seguiu-se. A responsável pela equipa da Cassini. Começou por pedir para apagarem as luses. Depois falou dos habitantes de um planeta rochoso coberto de água que tinham eventualmente conseguido gerir campos electromagnéticos e libertado da gravidade máquinas para as lançarem no espaço inter-planetário. Que tinham feito isto por imperativo biológico. Necessitavamos de dar um sentido às nossas circunstâncias cósmicas. A Cassini alcançou Saturno em 2004 e diz ter pena de não ter tempo para nos transmitir o que aprendeu (emos como humanidade) nestes últimos quatro anos.

    Passa às luas de Saturno. Saturno tem 60 luas. Os seus de Saturno estão cheios de luas que vão desde uns quantos quilómetros até algo como os EUA. Em relação a algumas das luas a Cassini sobrevoou-as a poucas centenas de km como faz o Space Shuttle à volta da Terra. Ficamos a conhecer alguns dos processos de criação de planetas pela observação das luas de Saturno. Iapetus é a lua onde Arthur C. Clarke colocou o monolito de 2001 Odisseia no Espaço. Iapetus tem um lado claro e um escuro. A observação do lado escuro mostra uma superfície cravejada de crateras, tem um equador com montanhas com até 10 quilómetros de altitude, característica muito significativa, as primeiras imagens são de 2004. Em Setembro de 2007 fizemos um vôo a cerca de 1000 quilómetros de altitude dirindo-se para a zona polar (pode ainda consultar-se esta página sobre Iapetus) branquinha, não temos o orçamento de hollywood para fazer filmes. Vê-se que a superfície está cheia de crateras e que portanto é muito velha (4 mil milhões de anos). Iapetus tinha um movimento de rotação muito mais rápido do que o actual. Depois explica porque é que a superfície fica mais negra numas zonas e menos negra noutras explicando-a como resultado da exposição ao Sol, consequente evaporação do gelo e o deixar para traz de resíduos que não água (alguns de características orgânicas (com carbono presumo). (A Carolyn deve mesmo gostar do raio da lua) A Carolina falou muito tempo sobre Iapetus. Deixei as 2 melhores luas para o final. Titan

    Peço desculpa mas estou a ler o ficheiro sobre a missão cassini que acabei de descarregar a continuação disto vem mais tarde. Mário já me arrependi de te chamado uma criança por teres visto as várias épocas de 24 de uma só vez pois estou novamente um puto a ver embasbacado vídeos e fotografias desta missão e agora vou ler o raio do livro felizmente parece ter muitas imagens senão estava frito. Devia ser proíbido ficar tão fascinado (porra 2º passo dos homens do marketing de acordo com o fulano da BBDO)

  • Marta Stewart

    Martha Stewart é entrevistada por Tyler Brûlé (editor da Monocle). Na conversam sobre a produção de revistas, qualidade das fotografias (que Martha diz ainda serem produzidas em filme na maior parte dos casos nas suas revistas).

    Depois Martha mostra como arruma uma mala de viagem. Dentro de sacos de plástico transparentes encontrava-se entre outras coisas uma Canon EOS, um Sony Vaio, um Kindle, um iPhone, carregadores, adaptadores de corrente e claro um caderninho para escrever à moda antiga. Fala da sua experiência como blogger, de fotografia, aproveitando para tirar uma à audiência, e de facilitar a vida das mulheres. Uma das coisas que me aborreceu ao ver isto é que a rapariga ainda usava uma folhas em papel para dizer ao que vinha na sua palestra (realmente aborrecido).

    Martha chega ao detalhe de falar num projecto do MIT de uma máquina de café que reconheça as chávenas de modo a servir o café de acordo com o gosto individual. 45 minutos para dormir com os olhos abertos.

08 janeiro, 2008

Fundamentos de RDFa

Um pequeno tutorial sobre uso de RDFa (só aspectos básicos). Já agora podem dar um saltinho a este diagrama sobre foaf

04 janeiro, 2008

Efeitos Especiais

O que ainda falta aos programas de efeitos especiais fazerem para nos darem efeitos realistas com um simples clique de botão: compreender a física que está por detrás.

03 janeiro, 2008

RTF e OOXML

Rob Weir divaga sobre as semelhanças entre o RTF e o OOXML (e deixa-nos a mensagem de que não devemos esquecer).

Davos

Davos também criou a sua própria página no YouTube onde tem coligido a pergunta a ser feita (já são várias).

Benoit Mandelbrot 2007

Vejam os resultados do concurso organizado por Benoit Mandelbrot. Ó sim é o retorno do fractais.

24 dezembro, 2007

Boas Festas

Aqui vão algumas prendinhas (gratuitas).

  • Para quem esteja virado para a leitura de uma revista sobre televisão (anos 70) aqui fica a recomendação da Xeni Jardin: Radical Software. Claro que esta recomendação é para nostálgicos. O seu nome é uma mera alegoria do conteúdo (software como conteúdo).
  • Para quem goste de fotografia pode dar um saltinho ao Photolucida
  • continuando numa de nostalgia e de fotografia pode dar uma vista de olhos a esta história da fotografia.
  • No caso de já estar farto do SUDOKU então parta para o Slitherlink (obrigado Jim pelas duas)
  • Se acha estas ligações pouco activas, pode sempre contribuir para o pangea day (obrigado Jehane Noujaim) (nah isto é demasiado activo)
  • talvez umas gargalhadas para finalizar demos um salto ao Comics Sherpa (por exemplo o potencial ladrão ...).

Eis pois umas quantas sugestões de Natal.

23 dezembro, 2007

Vulnerabilidades - Flash e outra

Porque as caixas negras (software fechado) são uma má solução

Há muitas pessoas que acham o máximo usar flash nos seus sítios (algumas com boas razões outras nem por isso) esquecendo-se das vulnerabilidades escondidas nessas autentitas caixas negras. Num ressente livro Hacking Exposed Web 2.0: Web 2.0 Security Secrets and Solutions [pub encapotada ao livro] os seus autores apresentam o caso específico dos ficheiros swf como sendo verdadeiros cancros de falta de segurança tanto do lado das ferramentas que os produzem quer do lado dos leitores dos mesmos.

A HP viu exposta recentemente uma situação de vulnerabilidade do seu software de actualização em portáteis.

A questão não é haver vulnerabilidades nos programas, mas sim a que devido ao seu carácter fechado não se poder corrigir ou mitigar as mesmas, não poderem ser avaliados os programas directamente por terceiros e os problemas só serem detectados ou após incidentes ou aplicando-se engenharia reversa ou uma aproximação de tentativa e erro.

18 dezembro, 2007

Aniversários

Hoje a Perl faz 20 aninhos e os weblog fazem 10 aninhos.

15 dezembro, 2007

Dualidade - Criação por um Deus ou BigBang

De acordo com os ficheiros dos laboratórios General Organization of Development (GOD) bastaram uns meros 6 dias para o fabrico de um universo totalmente funcional, completo com dia e noite, flora e fauna e a instalação de Adão com seu gestor geral na Terra para funções do dia-a-dia. Trata-se de um ponto de vista. A acreditar no livro de Darwin levou pelo menos 5 mil milhões de anos...

Assim se apresenta dualidade algo em que podemos ver 2 filmes em separado, cada um com a sua história, ou os 2 filmes em conjunto para vermos momentos comparáveis (em escalas de tempo diferentes claro).

Lições em Vídeo

Bom normalmente isto não faria parte do ainda a pensar mas sim dos meus apontadores. Trata-se de um recurso educativo com lições (apresentações em congressos, aulas, etc) sobre várias temáticas como por exemplo a apresentação do Umberto Eco sobre a história da fealdade [+ de 1 hora] até às lições de Olivier Bousquet sobre teoria estatística da aprendizagem [em várias partes].

14 dezembro, 2007

Para o viajante que há em si

Quando eu era míudo tinha por hábito jogar ao Stop. Entre as categorias usadas deixamos de usar as marcas de automóveis pois eu batia facilmente os meus irmãos. Uma das coisas que me deixava ficar mal na imagem eram os países e as capitais. Hoje ao fazer na brincadeira o teste do viajante (ligação abaixo) obtive este resultado. Buá!!! Buá!!! (nada mudou)


This Traveler IQ challenge is brought to you by the Web's Original Travel Blog 

Trajano

Aqui vai mais um filme sobre a trajano claro que me estou a referir ao tipo de letra não à coluna.

AmazonDB

A amazon apresenta agora mais um serviço, neste caso o de base de dados, AmazonSimpleDB. Tendo em conta a estrutura de preços, e com recomendação da própria amazon, devemos colocar nesta base de dados só ponteiros para dados colocados no S3. Parece que os serviços da amazon estão a criar escola.

13 dezembro, 2007

Dados Abertos

Aqui há uns meses o Planet Geek teve como tema do mês o futuro da democracia, nele expressava uma necessidade de um conhecimento dos temas em discussão para uma maior participação do público comum na política. Hoje ao ler o blog do Tim O’Reilly fiquei a conhecer um RFC sobre Dados Administrativos Abertos (minha tradução livre) de que tomei a liberdade de fazer uma tradução apressada.

Claro que não fiquei pela simples tradução desse RFC continuei a fazer leituras à sua volta.

RFC

...A Internet é o espaço público do mundo moderno e através dela os governos têm agora a oportunidade de melhor compreender as necessidades dos seus cidadãos e os cidadãos podem participar mais no seu governo. A informação torna-se mais valiosa quando mais partilhada for e menos valiosa quando escondida. Os dados abertos promovem uma "conversa" cívica, melhoram o bem fazer público e um uso mais eficiente de recursos públicos.

A aplicaçã dos oito princípios abaixo permitem ao governos serem mais eficazes, transparente e relevantes nas nossas vidas.

Os dados administrativos devem ser considerados como abertos se forem tornados públicos de tal modo que fiquem conforme os seguintes princípios:

  1. Completos

    Todos os dados públicos ficam disponíveis. Dados públicos são dados que não estejem sujeitos a limitações válidade de privacidade, segurança ou

  2. Primários

    Os dados são colhidos na fonte, com o mais elevado grau de granularidade, sem serem modificados ou agregados.

  3. Em tempo útil

    Os dados são disponibilizados tão rapidamente quanto possível para preservar o valor dos dados.

  4. Acessíveis

    Os dados estão disponíveis para o conjunto mais alargado de utilizadores para a gama de finalidades mais alargada.

  5. Que possam ser processados por máquinas

    Os dados são estruturados de forma razoável de modo a permitir um processamento automatizado.

  6. Não descriminação

    Os dados estão à disposição de todos sem necessidade de assinatura

  7. Não proprietária

    Os dados estão disponíveis num formato do qual nenhuma entidade tem controlo exclusivo.

  8. Livre de licenças

    Os dados não estão sugeitos a nenhum direito autoral, patente, marca registada ou regulamento de segredo comercial. Podem ser aceites restrições razoáveis a privacidade e segurança.

A conformidade tem que ser renovável.

Os comentários da Microsoft às objecções/dúvidas colocadas ao OOXML

Aquilo ali em cima é um título muito pomposo para seiscentas e tal respostas que a microsoft efectuou para ver se lhe aprovam a proposta de standard ou não (DIS29500)

12 dezembro, 2007

Mais Sobre o Futuro do HTML

Em março de 2007 escrevi umas breves notas sobre o futuro do html. Passados alguns meses a comunidade do HTML prosseguiu o seu trabalho de preparação do futuro e o Lachlan Hunt acaba de publicar no A List Apart 250 a sua visão de como irá evoluir o HTML 5 (quer na sua versão HTML quer na sua versão XML). Uns dias antes Doglas Crockford clamava simplesmente pela simplificação da linguagem.

Na altura havia dois projectos de HTML5 concorrentes o do W3C (especificação no estado actual) e o do WHATWG. Estes projectos foram unificados e neste momento a especificação é única, continuando em processo de evolução.

11 dezembro, 2007

Após o g**gle dominar o mundo

Hoje verifiquei que já há uma tradução adaptação do Scroogled em português. Trata-se de um livro do escritor de ficção científica cory doctorow.

Rio Abaixo Rio Acima

A minha irmã Nazaré é tradutora. Gosta particularmente de poesia. O livro de poemas traduzido é «Flußabwärts, flußaufwärts», em português «Rio Acima Rio Abaixo». O livro foi originalmente publicado pelas Edition 350 onde se podem encontrar mais alguns dos livros do mesmo autor. Este livro faz parte de uma triologia de obras sobre a água.

O seu autor é Tobias Burghardt jovem poeta, alemão, viajado (em especial pela América Latina). Claro que a América Latina entra nos seus poemas quer com palavras e expressões locais quer através dos temas.

O editor de Rio Abaixo Rio Acima, é a Sempre-em-Pé.

Para quem queira saber um pouco mais sobre o autor poderá ler a página do Pen Club sobre o mesmo.

Faça Montanhismo

Numa aplicação da lei da relatividade, faça montanhismo e ganhe 22 nanosegundos.

09 dezembro, 2007

Eleições e outras votações

Algumas pessoas já perceberam qual o tipo de democracia de Chavez, parece que algumas ainda não conhecem a ignorância e democracia de Putin. Alguém lhe devia dizer que já não se pode colocar todos os votos numa pasta após se ter passado uma madrugada a votar (colocar a cruzinha nos boletins de voto) na situação e depois julgar que todos somos tão ignorantes como em Portugal em 1968(?)

06 dezembro, 2007

Bolha 2.0

Nesta canção, que alguém qualificou como estúpida, fala-se da possibilidade (inevitabilidade) de estarmos a aproximarmos-nos de uma nova bolha (será a bolha 2.0).

Nota: não sei se é importante estarmos ou não a aproximarmos-nos de uma bolha ou não, a generalidade das pessoas não investe só em empresas virtuais.

Roubado ao freaknomics

Pergunta: Há alguma vantagem em proteger uma rede sem fios doméstica com palavras de passe? Tenho alguns amigos de TI que dizem que a única vantagem real é fazer com que a ligação para vários utilizadores seja mais lenta, mas dizem não haver nenhuma razão de segurança para o fazer. Está correcto?

RespostaEm casa uso uma rede sem fios sem palavra de passe. De facto julgo que seja simples educação. Porque é que me vou preocupar que um vizinho me roube um acesso? Quando o meu roteador se avariou o mês passado usei o acesso de um vizinho até o substituir.

Boa Bruce!

Excerto da entrevista do Bruce Schneier.

Se o mundo só tivesse 100 habitantes

Se o mundo só tivesse 100 habitantes você que está a ler este blogue no seu computador, na sua ligação à Internet, na sua casa com as necessidades básicas (que guarda os seus alimentos no frigorífico, que dorme na sua cama, com um telhado por cima) então provavelmente será um dos 2% mais ricos deste mundo. A ligação que se segue montra um filme dados demográficos.

Ligação: The Miniature Earth

Via: Amber

05 dezembro, 2007

Corrida à Casa Branca ou 23:95

Só comecei a ver desenhos animados regularmente quando fiz os meus 5 anos (o meu pai estava de férias graciosas). Os heróis de então eram o bugs banny, o sinbad e outros que tais. Hoje a variedade de desenhos animados que me atrai é mais reduzida (só tenho mais 40 em cima) mas os desenhos animados de sátira política encontram-se entre eles e esta série de desenhos animados da corrida à casa branca é do melhores. No seu primeiro capítulo tem algumas piadas em relação a 24 (neste caso 23:95).

13 novembro, 2007

Codebits e outros reencontros

Hoje no Codebits voltei a encontrar-me com o Joaquim, pessoa que conheço desde que me juntei ao ruby portuguese brigade, que me disse que tinha gostado muito da apresentação do Culver da Amazon. Devo admitir que o Mark me parecia estar (quase) a dormir, a sua apresentação foi a primeira após a sessão de abertura. Reencontrei o Luís da Safira que parecia estar lá para ouvir as apresentações principais e ver se lhe aparecia algo suficientemente inteligente, o Daniel da MediaWeb (anteriormente da Waveweb) o pessoal da WeBreakStuff, que estava em grande actividade no R/CH, o José Carlos. Estes foram reencontros face-a-face. Quando cheguei a casa e tive uns momentos livres fui ver a minha dose de RSS e lá encontrei uma foto que me era familar e lá estava era uma resposta/reencontro virtual com o Marco do bitaites.

No fundo aquilo que é importante neste mundinho, é o encontro de pessoas com interesses diversificados e não necessariamente iguais (seria uma chatice) mas concorrentes.

Nota: Esta entrada foi feita enquanto decorria o Codebits mas por aselhice minha nunca tinha sido publicada aqui. Só hoje é que reparei nisso. Faltavam-lhe os enlaces.

12 novembro, 2007

Decifrar conversas GSM

Se as pessoas estão preocupadas com a privacidade das suas conversas telefónicas móveis (GSM) após verem este vídeo perceberão que não vale a pena ter esperança com uns poucos milhares de euros e algum engenho é possível ouvir quem se quer. É possível decifrar uma conversação de cerca de 3 a 4 segundos portanto a duração é praticamente irrelevante.

Actualização

Uma prenda a propósito para esta quadra seria a desta página da Amazon

11 novembro, 2007

24

Para os amantes do programa de tv 24 um Jack Bauer mais cabeludo. Um 24 no tempo do pager e da internet por pots.

10 novembro, 2007

Padrões de Vôo

O que é que podemos esperar de uma linguagem de programação para artistas como a Processing. Um dos projectos mais interessantes é o de padrões de vôo, com informação quanto a densidade de tráfego e hora (não sei de que ponto). Os dados são da FAA o equivalente dos EUA do INAC.

Esta entrada foi estimulada pelas imagens da lua em alta resolução para as quais chamou a atenção o Bruno.

08 novembro, 2007

Fotografia

Frozen Flower - Animal Humans

Aqui há uns mezitos falei de um agregador de fotografia, o Frozen Flower, que é um projecto do Nuno Barreto e que passou na RTP2. Hoje encontrei um sítio de alguém que me deixou a pensar sobre o homem animal.

Não não é uma fotografia e uma música.

Ligações (Re)visitadas

Quando navego na net por vezes sou surpreendido com algo que já existe há muito tempo mas com as quais eu ainda não me tinha dado (estampado nelas), hoje é uma dessas vezes. Estava aqui eu a ver algo sobre Powerset e deparo-me com um outro serviço de busca baseado em NLP e nele (clusty) procuro por ruby programming surgindo-me um dos meus velhos amigos o Programming Ruby: The Pragmatic Programmer's Guide (Interactive) (este interactive é que me despertou a curiosidade). O sítio é todo Web 1.0 com formulários (com botões para experimentar fazendo surgir janelas com código que podemos alterar e depois se quisermos experimentar surge ainda mais uma janela com os resultados (ou na sua ausência com a respectiva indicação). Tenho que admitir que está muito datado. Este sítio deve servir para aprender o básico da linguagem de programação ruby. Para quem não queira aprender os detalhes se calhar continuará a ficar mais bem servido com o Hackety Hack. Este mais virado para aprendizagem de alto nível. Um dos primeiros exemplos é o da construção de um blog em meia dúzia de linhas de programa (claro que não terá grande escalabilidade nem robustez.

06 novembro, 2007

Ausência de Entradas

Este diário tem sido pouco actualizado. Nos últimos meses a minha capacidade de concentração tem sido muito baixa, para cumulo, o computador, onde normalmente navego, resolveu ter uma pane quando estava a preparar dois ou três artigos com um bocadinho mais de substância. Hoje vou tentar adquirir nova fonte de alimentação para resolver a questão. Na prática uma nova entrada fica adiada.

30 outubro, 2007

Versão Móvel

Agora esta traquitana tem uma versão móvel. Quem quizer convites para o mofuse é solicitar (não serão colocados comentários com o pedido.)

Versão Móvel

Agora esta traquitana tem uma versão móvel.

28 outubro, 2007

Ilusões ópticas

Isto normalmente surgiria nos meus apontadores, mas aqui estão mais umas quantas ilusões ópticas.

Flosse - Web Standards em Portugal

A Flosse é uma nova associação para a promoção do software livre (isto não é a sua denominação jurídica exacta) mas coitados a sua página inicial necessita de levar um redesenho aquilo não é feito é horrível. Mas eu não sou especialista nessa área pelo que não vou aqui dizer mais nada sobre o assunto. Passemos à carne (há umas imagens do arame farpado que caberiam aqui só não as ligo pois acho que seria uma má ligação), desculpem ao código.

Numa página simples não sei como foram cometidos tantos erros. Comecemos pelo primeiro a página indica que é um documento XHTML, depois nas linhas com expressões <link estas não são terminadas com um simples traço de fracção:

Está lá:

<link rel="SHORTCUT ICON" href="icon7.ico">

Em vez de:

<link rel="SHORTCUT ICON" href="icon7.ico" />

Há dois erros, iguais, de seguida.

Depois temos um expressão script sem estar no head nem no body:


</head>
<script src="lib_columns.js">
</script>

<body>

Mas o maior erro deste script é não dizer de que type é. Claro que isto leva depois ao surgimento de erros a dizer que não devem ali figurar uma série de tags. Outro erro é no uso de br sem o fechar devidamente (algo obrigatório no xhtml). Finalmente no destaque há ainda a falta de fecho do parágrafo. Com isso seriam eliminados vários erros.

Falta claro na expressão html qual o idioma em que a página está escrita. Um atributo xml:lang="pt".

Realmente agora fazia-me falta aquilo que tenho vindo a adiar mas está por uns dias o surgimento do cafonso num espaço com maior controlo por parte de mim.

Moda

Se esta moda [pdf] pega em Portugal não sei como é que os fornecedores daqueles computadores vão sobreviver.

A Fazer: ligar a vodafone e a optimus se tiverem páginas especializadas sobre o tema.

27 outubro, 2007

Indiferença

Há uns tempos o Carlos Serrão tinha falado de indiferença que parece cada vez mais imperar no mundo ocidental, perante a perca de direitos, a detenção de um jovem que estava a fazer uma pergunta (algo demorada com demasiadas nuances) a um candidato a candidato democrata (nos EUA) (em que a única reacção que conheço foi a de gravar imagens e colocar as mesmas à disposição do público em geral), a agressão do canalha em Barcelona à sul-americana no metropolitano enquanto falava ao telemóvel, não havendo qualquer reacção dos que os rodeavam ou ainda a ausência de comentários sobre o caso do egípcio que estava hospedado num hotel em 11 de Setembro onde um piloto se tinha esquecido de um rádio e que foi confrontado com as possibilidade de ver a sua família torturada no Egipto e acabou por confessar algo que não tinha feito (o piloto voltou mais tarde ao hotel à procura do seu rádio com capacidade de transmissão na banda usada em aviação comercial) e que passou a ser algo classificado.

Parece que realmente estamos cada vez mais fechados nos nossos umbigos.

Actualização - 8 de Novembro de 2007

Há ainda mais tempo após um jantar com alguns membros do Planet Geek vinha eu de boleia com um deles e dizia-me ele que isto da democracia por votação maioritária era muito aborrecido para quem é mais inteligente que a média pois levava a mandar quem para isso não estava preparado. Eu dei na altura uma de Churchill dizendo que a democracia era o pior de todos os sistema políticos que conhecia com a excepção de todos os outros já experimentados e que os sistemas políticos que são conduzidos por iluminados (por se assim se acharem) na prática são ditaduras ou para lá caminham (os exemplos são às mãos cheias Cuba, Paquistão, Egipto, Tunísia, Georgia, Angola, Arábia Saudita...). Disse-lhe ainda, julgo, que me parecia perigoso que uma pessoa inteligente ache que o seu voto possa valer mais do que o de uma pessoa menos inteligente (a inteligência tem várias valências e não é algo que se possa medir de forma fácil e universal. Ontem na Finlândia um extremista, destes, resolveu passar do pensamento à prática e matou colegas num liceu.

Uma das coisas que acho importante numa democracia é que as pessoas participem com as suas ideias (não me refiro a argumentos de café), que votem (mesmo que em branco), que no caso de se acharem preparadas para isso se candidatem aos diversos cargos nos diversos níveis de poder, que oiçam os argumentos das diversas partes eliminando a (grande) quantidade de ruído gerada. Que participem na fiscalização dos poderes com algo tão simples quanto um comentário num blogue ou tão elaborado como esta aplicação do google earth.

25 outubro, 2007

Falsas Perspectivas

Kurt Werner é mais um artista de falsas perspectivas.

Bill Watterson

Isto de facto pertence aos meus apontadores mas não resisti mais uma vez a colocar aqui

Abertura Fácil

O Joaquim Antunes hoje apresenta um vídeo do Bruno Nogueira com dificuldades na abertura de uma embalagem de CD.

22 outubro, 2007

Web 2.0 Summit

Na blip.tv pode ver-se a maior parte das sessões principais da Web 2.0 Summit.

Dinossáurios

Para quem goste de saber um pouco mais sobre dinossáurios podem ver estes dois documentários da BBC

Parece que a censura está aì ao virar da esquina

Em Itália foi escrito um projecto de lei para o registo junto da Autoridade de Comunicações, cobrança de taxas e/impostos (mesmo para um blogue sem caracter comercial)(não sei italiano suficiente para os distinguir) e outros dispositivos burocráticos para os blogues. A Lei Levi, foi criada pelo braço direito do Prodi (actual primeiro ministro de Itália) e alguns de nós achavam o Berlusconi mau PM, este começa cada vez mais a parecer o presidente da Venezuela.

No Comments

Hoje continuo a saltar entre (pico)ideias. O Mário Gamito na sua senda de corrector de português mostra algo com alguma piada um sistema onde nos é dito que a responsabilidade dos comentários pertence a quem os faça mas não há modo de os fazer (pelo menos não encontro por lá nenhuma ligação).

O Thomas e os fazedores do Obvious parecem-me ambos muito interessantes (bem sei docinho para os olhos e mente).

20 outubro, 2007

Diversos

  1. Tipos

    Hoje volto às lides tipográficas quando leio a crónica do Pedro Mexia «A forma das letras». Normalmente as pessoas quando estão interessadas num tema não ligam tanto à forma (excepto se for isso que lhes esteja a despertar o interesse). Numa semana vejo dois artigos um sobre o uso (o Mexia «pediu» ajuda a Maria Ferrand e João Bicker («As formas das letras» - Almedina, 2000)). Já antes durante esta semana tinha lido sobre a utilização de um tipo de letra criado por um português para um dos principais jornais espanhois e no meio disto tudo comecei a ler (em pdf) uma revista em português do Brasil sobre precisamente tipografia.

  2. Conferência

    A conferência na gulbenkian na próxima semana deixou-me um travo amargo na boca mas somente porque lá não posso ir de todo. Para quem goste de ciência, filosofia e temas conexos deve no mínimo espreitar o programa, quer quer alguma alimentação para a cabecinha pode ler ou ouvir ou ver tanto alguns textos como alguns vídeos disponíveis na net com a participação ou colaboração dos intervenientes. É uma Conferência de nível superior.

18 outubro, 2007

Simplex

Nos últimos meses tenho efectuado algumas visitas a hospitais quer como acompanhante quer como utente. Num hospital o circuito de urgências é claro, uma pessoa inscreve-se, vai para uma primeira sala de espera, vai à triagem quando a chamam, no caso de obter uma bracete laranjinha passa para uma segunda sala de espera (se podermos chamar sala a algo com 3 ou quatro cadeiras num corredor ao lado dos gabinetes dos médicos, o médico/a faz um exame colocando algumas perguntas e escrevendo continuamente ao computador (com a nossa ficha nele e adicionando informação). Se necessário procede à requisição de exames complementares (análises, tac ou rx - que são encaminhados internamente pela rede do hospital) momentos em que iremos para outra sala aguardando os respectivos resultados e quando estes chegam somos novamente chamados para procedimentos de acordo com a gravidade real da situação. No caso de podemos sair (mesmo que se tenha que aguardar algum tempo por precaução) pagamos as taxas devidas (cujo guichet fica à saída) e vamos à nossa vida, caso contrário procedem ao respectivo internamento. Simples e claro. No segundo caso o canal de entrada e de saída estão juntos, não há triagem propriamente dita (havia uma enfermeira para triar) os processos são puramente manuais. Tenho que admitir que numa das vezes não me apercebi que já tinha saído e claro depois tive que voltar atrás para pagar (bastava terem dito algo à entrada). No terceiro o caso até tem a sua piada visto à distância. Uma pessoa tinha que levar um documento da secretaria da secção onde se encontrava aos serviços centrais, nestes não há multibanco e no só saindo do hospital e andando os bons 300 metros é que se encontra uma dessas caixas em funcionamento. Após pagamento volta-se à secretaria e colocam-lhe um selo e só depois aquilo fica reconhecidamente pago. Estes três hospitais públicos encontram-se todos na mesma cidade e cada um governa-se como pode. Não há replicação de boas práticas nem nada do que se pareça. Em relação ao primeiro nota-se que existam meios técnicos mas falta alguma formação nalguns casos (um médico não conhecer todos os métodos de acesso às imagens e ter que tirar dúvidas perante os pacientes e nesse momento e uma caixa que não sabia fazer contas com o sistema. Alguns dos meios existentes talvez necessitassem de ser mais acessíveis e práticos (usáveis).

Retracção

Retracção - contracção, encolhimento de um órgão, coisa ou tecido Retratação - Acção de alguém que se desmente

17 outubro, 2007

Inquérito SemWeb

Já algumas pessoas repararam que este sítio tem vindo cada vez a ser mais populado por expressões como semweb, rdf e quejandas. Hoje estou de volta a esse tema mas de forma colateral (é a segunda vez que hoje exprimo esta ideia). Estava eu a ler a minha dose diária (quando possível) quando me chamam à atenção para o António Cardoso por causa do número de setembro/outubro da sistemas inteligentes com o resultado do inquérito que orientou sobre o uso e perspectivas futuras da Rede Semântica. O Jorge trabalha na Universidade da Madeira.

A Moda Pegou

A moda iniciada recentemente (claro que há prior art) pelos NIN e RadioHead continua com fulanos como Bob Ostertag.

Qualquer Dia Alguém se Lembra de Patentear...

...algo que permita a alguém existir. (Há uns anos houve alguém que patenteou a roda chamando-lhe dispositivo circular auxiliar no deslocamento de cargas e normalmente montado num eixo.)

Agora esta empresa acha que não se pode ver o código original do seu sítio pois tal seria uma quebra da sua propriedade intelectual. Na, isto deve ser uma influência excessiva da Segunda Vida.

A patente pedida pela Amazon OneClick foi agora finalmente regeitada, afinal parece que não estou na Segunda Vida, mas na Primeira e Única.

Complicações Geradas pelo OOXML

Estas complicações são laterais. Há uns meses uma série de países aderiram ao SC34 o sub-comité que trata de normalização de formatos no JTC1. Primeiro aderiram como observadores, mas com a aproximação da data de votação elevaram a sua participação para participantes. Após a votação do OOXML ocorreram já várias votações sem que esses mesmos novos participantes tenham votado e com essa (in)acção e de acordo com as regras do SC34 essas votações não tiveram consequências nenhumas, nem a porcaria de uma ligação preferencial teve votos suficientes. Não votaram, nem mesmo com um voto de abstenção, algo que se pode fazer quando não se tem opinião formada sobre um assunto mas que permitira a quem a tenha levar a sua avante.

Fonte

Faroo - Convites

Quem desejar convites para participar como beta tester do Faroo (por enquanto só para utilizadores de Windows) tenho alguns convites.O Faroo é um motor de busca p2p.

Fonseca julgo que o teu convite já seguiu.

Nota: Os comentários não serão publicados na totalidade para evitar pescas...

11 outubro, 2007

Um guia para ultrapassar a censura

O Citizen Lab lançou um guia para se poder ultrapassar a censura quer como cidadão de um país em que tal prática esteja instituída quem como fornecedor de acesso aos destinos censurados.

Quando se pensa em censura normalmente para uma mente ocidental surgem nomes como a China, o Irão mas também nos EUA existe censura por exemplo em meio estudantil. Ao usar-se determinadas aplicações de filtragem de destinos são bloqueados sítios que não o mereciam.

Para cada problema há uma solução e este Guia[pdf] é uma solução contra a censura.

10 outubro, 2007

Crítica Construtiva

O marco dos bitaites fez umas críticas construtivas (com as quais se pode ou não concordar em vários graus). No entanto quando à crítica essencial de que se escreve mal (eu sou um bom exemplo de má, mais correctamente, de péssima escrita) tenho a dizer o seguinte: xkcd.

Claro que eu escrevo para me puder esquecer e não para que alguém me leia.

08 outubro, 2007

I Forum de Software Livre

Como o tempo anda para o curto não me apercebi que estava já aí à porta o Primeiro Forum de Software Livre, na FCL nos próximos dias 12 e 13 de Outubro.

04 outubro, 2007

Recursos Educativos

Tenho vindo a recolher alguns ponteiros para sítios com algum interesse para quem procura recursos educativos. Nota: Não se esqueçam que ali vão encontrar texto muito breve só para me lembrar do que vi por aí.

MSN Video

Parece que estou na senda dos anúncios, ontem algo interessante para ratos de biblioteca, hoje algo para quem goste (por agora) de Pearl Jam e outras coisas semelhantes, o MSN Video (o sistema envia-nos catervadas de publicidade a cada 3 minutos. O MSN Video é mais um dos leitores de ecrã (quase) completo para stream de vídeo. É em poucas semanas o 2 leitor deste tipo, que me surge pela frente, para os navegadores.

03 outubro, 2007

WorldCat

Para ratos de biblioteca experimente o WorldCat. Este motor de busca permite-lhe pesquisar por livros, música, jornais e revistas e indicar onde mora que ele indica qual a biblioteca mais próxima onde encontrar o livro.

26 setembro, 2007

Artigos de Revistas Antigas

Hoje trago à colação um sítio com artigos, lato senso, fac-similados de revistas antigas. Por exemplos podemos ver qual a utilidade de um congressista quando janta [pdf].

25 setembro, 2007

Claude Shannon

Há nas ciências da computação alguns deuses, Claude Shannon é um deles. No google vídeo poderemos ver e ouvir (graças às suas próprias ideias sobre comunicações) sobre a sua contribuição para esta era de informação e comunicação.

24 setembro, 2007

GIM Plug-In

Normalmente não apresento aqui indicações sobre novas versões de programas ou de extras para os programas. No entanto para quem queira experimentar no gimp o algoritmo de tratamento de imagem que permite evitar emagrecer ou engordar excessivamente uma pessoa quando se escala uma fotografia aqui fica o enlace para o Liquid Rescale para o gimp.