Se esta moda [pdf] pega em Portugal não sei como é que os fornecedores daqueles computadores vão sobreviver.
A Fazer: ligar a vodafone e a optimus se tiverem páginas especializadas sobre o tema.
Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)
Se esta moda [pdf] pega em Portugal não sei como é que os fornecedores daqueles computadores vão sobreviver.
A Fazer: ligar a vodafone e a optimus se tiverem páginas especializadas sobre o tema.
Há uns tempos o Carlos Serrão tinha falado de indiferença que parece cada vez mais imperar no mundo ocidental, perante a perca de direitos, a detenção de um jovem que estava a fazer uma pergunta (algo demorada com demasiadas nuances) a um candidato a candidato democrata (nos EUA) (em que a única reacção que conheço foi a de gravar imagens e colocar as mesmas à disposição do público em geral), a agressão do canalha em Barcelona à sul-americana no metropolitano enquanto falava ao telemóvel, não havendo qualquer reacção dos que os rodeavam ou ainda a ausência de comentários sobre o caso do egípcio que estava hospedado num hotel em 11 de Setembro onde um piloto se tinha esquecido de um rádio e que foi confrontado com as possibilidade de ver a sua família torturada no Egipto e acabou por confessar algo que não tinha feito (o piloto voltou mais tarde ao hotel à procura do seu rádio com capacidade de transmissão na banda usada em aviação comercial) e que passou a ser algo classificado.
Parece que realmente estamos cada vez mais fechados nos nossos umbigos.
Há ainda mais tempo após um jantar com alguns membros do Planet Geek vinha eu de boleia com um deles e dizia-me ele que isto da democracia por votação maioritária era muito aborrecido para quem é mais inteligente que a média pois levava a mandar quem para isso não estava preparado. Eu dei na altura uma de Churchill dizendo que a democracia era o pior de todos os sistema políticos que conhecia com a excepção de todos os outros já experimentados e que os sistemas políticos que são conduzidos por iluminados (por se assim se acharem) na prática são ditaduras ou para lá caminham (os exemplos são às mãos cheias Cuba, Paquistão, Egipto, Tunísia, Georgia, Angola, Arábia Saudita...). Disse-lhe ainda, julgo, que me parecia perigoso que uma pessoa inteligente ache que o seu voto possa valer mais do que o de uma pessoa menos inteligente (a inteligência tem várias valências e não é algo que se possa medir de forma fácil e universal. Ontem na Finlândia um extremista, destes, resolveu passar do pensamento à prática e matou colegas num liceu.
Uma das coisas que acho importante numa democracia é que as pessoas participem com as suas ideias (não me refiro a argumentos de café), que votem (mesmo que em branco), que no caso de se acharem preparadas para isso se candidatem aos diversos cargos nos diversos níveis de poder, que oiçam os argumentos das diversas partes eliminando a (grande) quantidade de ruído gerada. Que participem na fiscalização dos poderes com algo tão simples quanto um comentário num blogue ou tão elaborado como esta aplicação do google earth.
O Joaquim Antunes hoje apresenta um vídeo do Bruno Nogueira com dificuldades na abertura de uma embalagem de CD.
Em Itália foi escrito um projecto de lei para o registo junto da Autoridade de Comunicações, cobrança de taxas e/impostos (mesmo para um blogue sem caracter comercial)(não sei italiano suficiente para os distinguir) e outros dispositivos burocráticos para os blogues. A Lei Levi, foi criada pelo braço direito do Prodi (actual primeiro ministro de Itália) e alguns de nós achavam o Berlusconi mau PM, este começa cada vez mais a parecer o presidente da Venezuela.
Hoje continuo a saltar entre (pico)ideias. O Mário Gamito na sua senda de corrector de português mostra algo com alguma piada um sistema onde nos é dito que a responsabilidade dos comentários pertence a quem os faça mas não há modo de os fazer (pelo menos não encontro por lá nenhuma ligação).
O Thomas e os fazedores do Obvious parecem-me ambos muito interessantes (bem sei docinho para os olhos e mente).
Hoje volto às lides tipográficas quando leio a crónica do Pedro Mexia «A forma das letras». Normalmente as pessoas quando estão interessadas num tema não ligam tanto à forma (excepto se for isso que lhes esteja a despertar o interesse). Numa semana vejo dois artigos um sobre o uso (o Mexia «pediu» ajuda a Maria Ferrand e João Bicker («As formas das letras» - Almedina, 2000)). Já antes durante esta semana tinha lido sobre a utilização de um tipo de letra criado por um português para um dos principais jornais espanhois e no meio disto tudo comecei a ler (em pdf) uma revista em português do Brasil sobre precisamente tipografia.
A conferência na gulbenkian na próxima semana deixou-me um travo amargo na boca mas somente porque lá não posso ir de todo. Para quem goste de ciência, filosofia e temas conexos deve no mínimo espreitar o programa, quer quer alguma alimentação para a cabecinha pode ler ou ouvir ou ver tanto alguns textos como alguns vídeos disponíveis na net com a participação ou colaboração dos intervenientes. É uma Conferência de nível superior.
Já algumas pessoas repararam que este sítio tem vindo cada vez a ser mais populado por expressões como semweb, rdf e quejandas. Hoje estou de volta a esse tema mas de forma colateral (é a segunda vez que hoje exprimo esta ideia). Estava eu a ler a minha dose diária (quando possível) quando me chamam à atenção para o António Cardoso por causa do número de setembro/outubro da sistemas inteligentes com o resultado do inquérito que orientou sobre o uso e perspectivas futuras da Rede Semântica. O Jorge trabalha na Universidade da Madeira.
A moda iniciada recentemente (claro que há prior art) pelos NIN e RadioHead continua com fulanos como Bob Ostertag.
...algo que permita a alguém existir. (Há uns anos houve alguém que patenteou a roda chamando-lhe dispositivo circular auxiliar no deslocamento de cargas e normalmente montado num eixo.)
Agora esta empresa acha que não se pode ver o código original do seu sítio pois tal seria uma quebra da sua propriedade intelectual. Na, isto deve ser uma influência excessiva da Segunda Vida.
A patente pedida pela Amazon OneClick foi agora finalmente regeitada, afinal parece que não estou na Segunda Vida, mas na Primeira e Única.
Estas complicações são laterais. Há uns meses uma série de países aderiram ao SC34 o sub-comité que trata de normalização de formatos no JTC1. Primeiro aderiram como observadores, mas com a aproximação da data de votação elevaram a sua participação para participantes. Após a votação do OOXML ocorreram já várias votações sem que esses mesmos novos participantes tenham votado e com essa (in)acção e de acordo com as regras do SC34 essas votações não tiveram consequências nenhumas, nem a porcaria de uma ligação preferencial teve votos suficientes. Não votaram, nem mesmo com um voto de abstenção, algo que se pode fazer quando não se tem opinião formada sobre um assunto mas que permitira a quem a tenha levar a sua avante.
Quem desejar convites para participar como beta tester do Faroo (por enquanto só para utilizadores de Windows) tenho alguns convites.O Faroo é um motor de busca p2p.
Fonseca julgo que o teu convite já seguiu.
Nota: Os comentários não serão publicados na totalidade para evitar pescas...
O Citizen Lab lançou um guia para se poder ultrapassar a censura quer como cidadão de um país em que tal prática esteja instituída quem como fornecedor de acesso aos destinos censurados.
Quando se pensa em censura normalmente para uma mente ocidental surgem nomes como a China, o Irão mas também nos EUA existe censura por exemplo em meio estudantil. Ao usar-se determinadas aplicações de filtragem de destinos são bloqueados sítios que não o mereciam.
Para cada problema há uma solução e este Guia[pdf] é uma solução contra a censura.
O marco dos bitaites fez umas críticas construtivas (com as quais se pode ou não concordar em vários graus). No entanto quando à crítica essencial de que se escreve mal (eu sou um bom exemplo de má, mais correctamente, de péssima escrita) tenho a dizer o seguinte: xkcd.
Claro que eu escrevo para me puder esquecer e não para que alguém me leia.