Hoje ao procurar na wikipedia uma definição de distopia encontrei um erro como respostas. Nesse erro:
Cookie: PreverasalteraesaltpPorfavorusarantesdesalvaraltshiftporig=P; RDFaRDFa
Aparece algo que me leva a interessar-me mais pela web semântica.
Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)
Hoje ao procurar na wikipedia uma definição de distopia encontrei um erro como respostas. Nesse erro:
Cookie: PreverasalteraesaltpPorfavorusarantesdesalvaraltshiftporig=P; RDFaRDFa
Aparece algo que me leva a interessar-me mais pela web semântica.
Quando Portugal votou a favor na aprovação do OOXML como norma ISO na prática juntou-se a duas verdadeiras democracias Cuba(, para a qual é suposto haver uma lei que proíbe a exportação de tecnologia informática incluída no Office) e Azerbaijão (o qual só não tem possibilidade de usar URI em azeri (parece que neste caso houve quem não só não leu a proposta de norma como nem pensou na sua não leitura foi mesmo votar de cruz).
Para saberem de onde roubei esta informação vão à entrada do Jeremy Allison.
Sou um utilizador do Miro (anteriormente designado por Democracy Player). É um leitor que está baseado em tecnologias abertas, por exemplo, a do Mozzila e a do VLC. Permite subscrever (eu sou do tempo em que diria assinar) RSS e usa BitTorrent para aliviar quem tenha alojado vídeos que sejam muito populares (quanto mais popular mais distribuída será a carga).
Agora estão a fazer uma campanha de angariação de fundos para obterem 50.000 USD. O software aberto e livre não é gratuito e por vezes até há necessidade de pagar algo a alguém.
O Software Freedom Day é no próximo sábado e as pessoas em todo o mundo são encorajadas a instruir quem possam alcançar sobre o software livre e aberto e a coordenar eventos locais.
Por vezes tenho matutado na qualidade da democracia e no grau de exigência que como cidadãos temos que ter. Nos EUA, aquele estado por alguns considerado quase que um facínora, aparecem alguns exemplos de cidadãos exigentes como aqueles que pediram para ver o código do programa que orienta os analisadores de hálito que determinam qual o grau de alcoolemia que um condutor tem. E surpresa das surpresas quando o código foi revelado até parecia feito por uma chafarica da esquina.
Podem perguntar-se o que é que fazem aqui umas breves notas sobre código de programa para analisadores de hálito e qualidade de democracia. Porque nesse país já houve estados a proibirem o os sistemas de votação electrónica da deybold e ainda a nega dada à microsoft em relação ao ooxml (algo que não surpreendeu de todo).
É mesmo necessário questionar tudo o que nos cerceia, pois pode cerciarnos sem razão.
Já agora viva o sr. presidente (ver o azoigue)
Não tenho vindo a publicar nada de jeito por aqui por manifesta falta de tempo e devido a um problema recorrente. Estou a passar demasiado tempo em consultórios e laboratórios. Volto já...
Ontem ao almoço, estive com responsável por uma empresa de informática cá da praça que nos dizia (havia mais alguns comensais, mais 4 na nossa mesa) que havia tinha um processo de recrutamento que julgava bom, mas que devia ter algumas deficiências pois ainda havia pessoa que em vez de praticarem algo do género das orientações esboçadas no meu artigo de mensagens internas se entretinham a enviar mensagens em cadeia e outras coisas que tais.
Há uns tempos uma irmã minha dizia que um colega de trabalho tinha sido despedido por uso impróprio do sistema de correio electrónico interno pois tinha enviado ao Director Geral mensagens com conteúdo não apropriado ao ambiente de trabalho (por troca de nomes de receptores).
Hoje no sítio do Carlos Duarte encontro conselhos a aplicar a mensagens de correio externas (em especial a utilização do campo BCC (blind carbon copy - que traduziria como cópia com químico sem conhecimento entre os membros dessa lista) em vez do CC [carbon copy, conhecido entre nós por com conhecimento (dá jeito pois fica com as mesmas iniciais).
Hoje vou quebrar a rotina de escrever o artigo com o tema do mês do Planeta Geek e vou escrever a favor de escrever em qualquer língua. Estou-me totalmente nas tintas para a língua usada naquilo que alguém escreve, seja bem ou mal escrito. Muitos de nós escrevem para si próprios umas vezes para não nos esquecermos de algo, outras para nos darmos a conhecer e outras para melhorarmos os nossos processos de escrita.
Haverá claro muitas mais razões para escrever, se quisermos escrevemos e não temos que pedir autorização a ninguém para escrevermos na língua que quisermos. Tenho que admitir que já disse que escreverei em português (reconhecidamente mau) e que quem não quiser é livre de aqui deixar os seus comentários. Claro que comentários equivalentes aos colocados numa da últimas entradas do Mário Gamito serão abatidos à entrada, tudo o resto será aceite.
Não escrevo em inglês porque não sei o suficiente (quando quero que alguém me traduza para inglês ou alemão tenho quem o faça na minha família e com apreciável qualidade literária (o que fica escrito em inglês é melhor do que aquilo que escrevo em português).
Acho que quem quiser escreva em inglês, só quem escreve é que verdadeiramente sabe porque escreve (nessa ou em qualquer outra língua). Claro que tal como eu escrevo em mau português há quem não saiba escrever em inglês mas isso é perfeitamente aceitável na minha opinião, só o próprio (e por vezes nem ele mesmo) sabe porque escreve o que escreve e em que língua o escreve.
P.S. Não entendo guerras de alecrim e mangerona.Vão à fonte que encontram muitas mais ligações e com explicações decentes, lembrem-se que escrevo essencialmente para me lembrar.
Seá que a administração Bush chega ao fim com alguém do grupo (pandilha) inicial. Pelos visto este tinha o belíssimo cognome de "Fredo". Tenho (será) que tenho que ler quem era este personagem ou alguém ajuda?
Isto é uma verdadeira colecção de cromos da informática: Acompanhar o desenvolvimento da Internet no século XXI (mais de uma hora), quando ele mostra a capa da revista que diz I P on Everything (Mijo em todo o lado) ninguém pia (cromos no sentido de mais velhos)
Há 148 anos começou a primeira grande dependência dos EUA. Estou claro a falar do primeiro poço de exploração de petróleo. Esta dependência depois estendeu-se ao resto do Globo. Este material viscoso e pelo que me dizem mal cheiroso, já era conhecido anteriormente havendo alguns livros sobre utilizações muito estranhas tal como ser produto medicinal em alguns sítios
Tenho que admitir ter tido dúvidas quanto a colocar aqui este link mas estou deveras maravilhado com o conteúdo do Modern Mechanix onde são reproduzidas páginas de uma série de revista (pelo menos é isso que tenho estado a ver) do século passado, antigas (género 1920, 1953, algumas mais recente por exemplo com anúncios). Por exemplo o artigo da scientific american sobre tradução automática. Gosto mesmo de andar para trás e ver a candura que se tinha sobre a capacidade da máquina.
Stéphane Rodriguez publicou um artigo no codeproject sobre o formato dos novos ficheiros de documentos do MS Office 2007. Salvaguarda que o exposto no artigo não tem qualquer suporte por apoio da MS. O artigo tem anexados programas para leitura de contentores ole. De acordo com o que ele alguns dos formatos internos para serem reproduzidos:
need native API calls represented by IStream for streams, and IStorage for containers. As a sidenote, the mandatory reliance on native API calls makes any client code unable to execute in a partial trust environment. Porreirinho, não é!
O artigo separa informação sobre os contentores ole e o Binary Interchange File Format abreviadamente BIFF (sendo que passou à versão 12), depois concentra-se na sua especialidade que são os formatos de ficheiros (de excel e outros), e explora o conteúdo dos ficheiros nas suas versões baseadas em xml e nativas e descobre o seguinte:
The example clearly shows that the person who wrote the workbook BIN part serializer knows more than the person who developed the workbook XML part serializer. Unfortunately, the opposite is also true since the XML markup contains namespaces and associated semantics that is for obvious reasons nowhere to be found in the BIN part. Where are we going?
Ou seja um verdadeiro embróglio...
Stephane não está nada contente...E assim há alguns dias gastou algum tempo a ver um cenários de utilização o oo(que me...)xml entre os quais estava um primeiro cenário muito simples de tentar actualizar de modo simples uma célula que tinha tido uma fórmula e passava a ter um valor literal e o que encontrou foi isto:
- If I were a programmer, the question would be : Microsoft gives no library that I can use, at least not a library that I could use no matter the execution environment. Microsoft provides an API which works in a recent .NET run-time, and installs on Windows XP SP2 and Windows Vista. There goes the platform independence.
Passa a um segundo cenário o que é que é gravado quando uma pessoa insere valores númericos no excel e o que sucede no oo(que me...)xml
he spreadsheet does not reflect the proper values, and you can easily see where it goes. Imagine non-Microsoft applications used in healthcare and critical systems relying on the spreadsheet data. Not only the rounding error seems arbitrary (one would have to go back and study the artefacts of IEEE floating-point values, several decades of work), but it changes. There is no way we can possibly take advantage of this, with one notable exception : if we are able to be in an execution environment for which reading those floating-point values does not produce those artefacts, and returns the proper entered values, then we are good. Problem : Microsoft does not document the execution environment. We can fairly assume its Windows, but what else? And if I am using Linux, how do I work with this?
E claro somos todos ingleses ou com língua materna inglesa:
As an aside, the stored value does not use the locale (it always uses the dot as decimal separator), therefore we have to assume this is all US English.
Mas o horror não acaba aqui os marcadores por exemplo para a formatação do texto é no mínimo complexa:
The extensiveness of the ECMA 376 documentation, over 6000 pages, is telling how much legacy Microsoft is willing to bring into the future. Taking an example of such legacy clarifies what it takes to implement even a portion of the documentation. The example is text formatting. Any of the 3 applications, Word, Excel and Powerpoint uses its own text formatting markup. Worse, the shared libraries themselves (VML, DrawingML, MathML, ...) also use separate text formattings, each different. Even worse, if that's possible, Word has many own ways to do text formatting. Excel has many own ways to do text formatting. Powerpoint has many own ways to do text formatting.
Outra situação interessante sucede quando se cifra um documento:
And the password-protection mechanism is undocumented as a whole.
Bom mesmo é ler o artigo até ao fim muito instrutivo. Gory, gory details indeed
Andava hoje a ver o que é que o obvious tinha para dizer sobre a mota de quatro rodas da dodge, a escultura, e quando passo de relance pelos anúncios lá inseridos pelo google vejo um anúncio da "nisan 4x4i". Seria de esperar que quem coloque anúncios sobre a sua própria marca tenha todos os cuidados na revisão nem que seja do seu próprio nome.
Aquilo que tinha previsto falar aqui é de uma nova estação televisiva à lá Joost mas sem instalação. A qualidade é inferior de imagem, mas ao basear-se só no navegador sem exigir descargas específicas talvez tenha chances. Agrega conteúdos de vários sítios e cria canais temáticos com um programa horário tal como uma televisão.
Embora haja um programa uma pessoa pode saltar para um programa de outro horário.
Peço desculpa por hoje estar a fazer pequenas entradas mas é a minha forma de combater a ansiedade.
Que excelente ideia centralizar a "validação" do sistema operativo monopolista. Bravo, Microsoft
, e acrescento the way to go!