As imagens valem muitas palavras. Estas imagens têm palavras. O blogue de «quase gráficos» da Jessica Hagy é um daqueles que tem que ser visitado, ideia simples e muito bem conseguida.
Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)
09 fevereiro, 2007
O Novo Lixo do O Jogo
Vi anunciado que O Jogo tinha uma nova página na web, fui ver. Meu deus (é um deus muito pequenino) quem serão os tecnólogos/decisores por detrás deste sítio. Estou a tentar manter-me objectivo mas o que produziram, no século XXI parece-se muito com o que se produzia há já 10 anos. Não queria acreditar quando vi o conteúdo original em formato de texto um documento que começa por <style>, não entendo. Uso de iframe com margens nulas e largura e altura a 100% sem esquadria para o iframe, isto claro como único elemento do corpo. Claro que não existe elemento head embora exista um elemento title. Isto é mesmo novo ou estou a delirar e a ver mal. Tenho que ir buscar o termómetro e ter cuidado para ver se ele não rebenta. Bolas, é digital, já não tem mercúrio.
Quando é que alguém entende que quantos mais elementos estiverem a passear pelos ecrãs das pessoas menos atenção as pessoas lhes prestam. 2 anúncios a piscarem e depois aquela linha com notícias é um pouco demais. Bom já chega de publicidade gratuita.
O próprio documento no iframe é uma verdadeira manta de retalhos, mas estou com tão pouca paciência que não me vou estender mais.
Claro que os autores desse sítios podiam-me responder na mesma moeda. Hoje ao finalmente deixar o blogger convencer-me a actualizar os meus blogues para a nova plataforma deles, criei-me um problema deixei de ter páginas válidas para passar a ter em média 50 erros (claro que os mesmo) e vou ver como poderei remediar isto.
Mais uma actualização: o que é que Eric Meyer pensa de pessoas como as acima descritas.
08 fevereiro, 2007
A List Apart 232
Saiu o número 232 da A List Apart. Os dois artigos deste número são:
- Arranjo Multi-colunas Directamente da Caixa, por Alan Pearce. Neste artigo Pearce mostra como criar um arranjo elástico e líquido com três colunas com barras laterais de largura fixa e colunas com a mesma altura. É óbvio que se refere a técnicas já conhecidas mostrando as suas limitações.
- Neste artigo Bobby Sluis fala dos vários métodos sobre como integrar um elemento com flash numa página. Fala dos métodos que estão e dos que não estão em conformidade com as recomendações do W3C, fala das limitações destes devido a excesso de abertura dessas mesmas recomendações, fala de constrangimentos devidos à instalação cliente e fala de uma tentativa de solução que está a preparar.
29 janeiro, 2007
PDF vai tornar-se norma ISO
A Adobe vai propor a passagem a norma internacional ISO o formato PDF 1.7. O que está a ser anunciado em: http://www.adobe.com/aboutadobe/pressroom/pressreleases/200701/012907OpenPDFAIIM.html.
26 janeiro, 2007
A List Apart 231
O A List Apart nº. 231 apresenta dois artigos:
- O primeiro é de Shawn Medero e trata de prototipagem em papel tema a que me referi ao citar o artigo Prototipagem em Papel do Ivo Gomes. Tanto num como no outro se salienta a adequação de prototipagem em papel para os casos em que aquilo que se desenvolva seja complexo.
- O segundo de Casper Voogt e apresenta um interessante artigo de como criar de forma rápida uma simulação de página web com o Photoshp (CSS+HTML). É um artigo que se lê de uma penada e que se pode pôr em prática de imediato. O ganho de produtividade pode ser relevante.
8 novos standards na familia XML
O W3C publicou 8 novos standards na familia XML para data mining, transformação de documentos e computação empresarial de serviços web a bases de dados. "Mais de 1000 comentários de pessoas que desenvolvem ajudaram a assegurar a resiliência e a implementabilidade do conjunto de tecnologias de bases de dados", disse Jim Melton da Oracle. O XSLT tranforma documento em diferentes marcações ou formatos. O XML Query pode efectuar buscas, inquéritos e junções sobre coleções de documentos. Usando expressões XPath, XSLT 2 e XQuery podem operar sobre documentos XML, bases de dados XML, bases de dados relacionais, motores de busca e repositórios de objectos.
15 janeiro, 2007
Diferenças HTML vs. XHTML
Por favor note que a informação aqui presente se baseia na actual especificação para (X)HTML5. alguns dos detalhes não são aplicáveis tecnicamente a anteriores versões de HTML.
Embora o HTML e o XHTML possam parecer serem similares na sua sintaxe, são bastante diferentes de várias formas.
Nota: Como o actual documento WHATWG ainda é um rascunho esta secção necessita de ser acompanhada como um alvo em movimento.
As diferenças marcadas com @@@ são diferenças que podem teoricamente ser alteradas sem afectar a retrocompatibilidade
Tipos MIME
- O XHTML tem que ser servido como um tipo MIME XML tal como application/xml ou application/xhtml+xml.
- O HTML tem que ser servido como text/html.
É este tipo MIME que determina que tipo de documento está a usar. Se tentar enviar XHTML como text/html de facto está a usar HTML, eventualmente com erros sintáticos.
Tecnicamente, de acordo com a especificação é permitido enviar XHTML 1.0 como text/html. Mas devido à razão anteriormente apresentada tal documento é considerado como documento em HTML e não em XHTML.
Análise
O XHTML usa requisitos de análise/interpretação XML. O HTML usa os seus próprios requisitos que estão definidos de uma forma que se apresenta muito mais próxima da forma de tratamento que os navegadores dão ao HTML actualmente.
- Em XHTML, a má formação é um erro fatal. Em HTML, as regras de tratamento de erros são muito mais simpáticas. Os erros de má formação, que também são erros sintáticos em HTML, incluem os seguintes:
- E comercial não codificado (& em vez de &), e sinais de menor que (< em vez de <) (Isto não se aplica a CDATA).
- Comentários contendo um par extra de hifens ou terminando num hífen, isto é:
- <!-- erro –– sintáctico --> ou
- <!-- erro sintáctico --->.
- Fechos de marcadores a que não correspondem a respectiva abertura de marcadores (não se aplica a elementos com marcadores opcionais)
- Ausência de marcadores de fecho.
- Ocorrência de caracteres inesperados em ou antes de nomes de atributos.
- Ocorrência inesperada de EOF (Fim de ficheiro).
- Caracteres inesperados antes do nome DOCTYPE.
- Ausência de nome DOCTYPE.
- Um identificador PUBLIC num DOCTYPE sem identificador de SYSTEM (Nota: incluir qualquer um destes é um erro sintáctico em HTML5, mas em XML só o identificador SYSTEM pode ocorrer por si.)
- Fecho de marcadores com atributos.
- Fechos de marcadores inesperados (em HTML, um </br> ou </p> pode fazer implicar (mesmo que não seja claro explicito) uma abertura de marcador antes do respectivo fecho).
- O subconjunto interno é permitido em XML, mas não tem significado (e é proibido) em HTML.
- Em alguns casos um subconjunto interno em HTML terminará por ser parcialmente reproduzido em linha.
- A sequência de caracteres "]]>" quando não assinala o final da secção CDATA é um erro de má formação em XHTML, mas é válido em HTML.
- Em XHTML: <![CDATA[...]]> é uma secção CDATA section. Em HTML, é um falso comentário.
- Em XHTML, é uma instrução de processamento. Em HTML é um falso comentário.
- Em HTML, o traço de fracção usado na sintaxe de um elemento vazio é um erro de análise para elementos não vazios (ver abaixo), mas ignorado em todos os casos.
- Em HTML, os elementos script e style são analisados como CDATA. (Nota: a definição de CDATA é diferente da encontrada em XML). Em XML, são interpretados como elementos normais (o que significa que os comentários são tratados como comentários reais e coisas que se parecem com abertura de marcadores são de facto aberturas de marcadores).
- Em HTML, os elementos title e textarea são interpretados como RCDATA. (Nota: A definição de RCDATA é diferente da dada no SGML e não há RCDATA em XML).
- Em HTML, se estiver activado o scripting o elemento noscript é interpretado como CDATA. Se o scripting estiver desactivado (ou indisponível) é interpretado como PCDATA. Em XHTML, o elemento não tem efeito e não pode ser de facto usado para evitar que conteúdo seja mostrado quando o script não estiver disponível.
- Em HTML, os elementos iframe, noembed e noframes são interpretados como CDATA. Em XHTML, são interpretados como elementos normais e sendo assim não impedem o uso de conteúdo.
- Os caracteres de espaço em branco em valores de atributos são normalizados para espaços em XHTML.
- Sob determinadas condições tornam-se implícitos elementos com marcadores opcionais.
- Em HTML, elementos base, link, meta, style e title com marcadores que ocorram em body são movidos e inseridos em head. Em XHTML, ficam onde tenham sido especificados.
- Em HTML, marcadores de certos elementos que aparecem fora de contexto são ignorados. Estes marcadores incluem caption, col, colgroup, frame, frameset, head, option, optgroup, tbody, td, tfoot, th, thead, tr.
- O elemento plaintext tem um requisito especial de interpretação em HTML. (é contudo proibido).
- Há ainda outros casos de interpretação especial de casos de fronteira e condições de erro que não foram aqui listados e que ocorrem em HTML.
Análise
O XHTML usa requisitos de análise/interpretação XML. O HTML usa os seus próprios requisitos que estão definidos de uma forma que se apresenta muito mais próxima da forma de tratamento que os navegadores dão ao HTML actualmente.
- Em XHTML, a má formação é um erro fatal. Em HTML, as regras de tratamento de erros são muito mais simpáticas. Os erros de má formação, que também são erros sintáticos em HTML, incluem os seguintes:
- E comercial não codificado (& em vez de &), e sinais de menor que (< em vez de <) (Isto não se aplica a CDATA).
- Comentários contendo um par extra de hifens ou terminando num hífen, isto é:
- ou
- .
- Fechos de marcadores a que não correspondem a respectiva abertura de marcadores (não se aplica a elementos com marcadores opcionais)
- Ausência de marcadores de fecho.
- Ocorrência de caracteres inesperados em ou antes de nomes de atributos.
- Ocorrência inesperada de EOF (Fim de ficheiro).
- Caracteres inesperados antes do nome DOCTYPE.
- Ausência de nome DOCTYPE.
- Um identificador PUBLIC num DOCTYPE sem identificador de SYSTEM (Nota: incluir qualquer um destes é um erro sintáctico em HTML5, mas em XML só o identificador SYSTEM pode ocorrer por si.)
- Fecho de marcadores com atributos.
- Fechos de marcadores inesperados (em HTML, um </br> ou </p> pode fazer implicar (mesmo que não seja claro explicito) uma abertura de marcador antes do respectivo fecho).
- O subconjunto interno é permitido em XML, mas não tem significado (e é proibido) em HTML.
- Em alguns casos um subconjunto interno em HTML terminará por ser parcialmente reproduzido em linha.
- A sequência de caracteres "]]>" quando não assinala o final da secção CDATA é um erro de má formação em XHTML, mas é válido em HTML.
- Em XHTML: <![CDATA[...]]> é uma secção CDATA section. Em HTML, é um falso comentário.
- Em XHTML, é uma instrução de processamento. Em HTML é um falso comentário.
- Em HTML, o traço de fracção usado na sintaxe de um elemento vazio é um erro de análise para elementos não vazios (ver abaixo), mas ignorado em todos os casos.
- Em HTML, os elementos script e style são analisados como CDATA. (Nota: a definição de CDATA é diferente da encontrada em XML). Em XML, são interpretados como elementos normais (o que significa que os comentários são tratados como comentários reais e coisas que se parecem com abertura de marcadores são de facto aberturas de marcadores).
- Em HTML, os elementos title e textarea são interpretados como RCDATA. (Nota: A definição de RCDATA é diferente da dada no SGML e não há RCDATA em XML).
- Em HTML, se estiver activado o scripting o elemento noscript é interpretado como CDATA. Se o scripting estiver desactivado (ou indisponível) é interpretado como PCDATA. Em XHTML, o elemento não tem efeito e não pode ser de facto usado para evitar que conteúdo seja mostrado quando o script não estiver disponível.
- Em HTML, os elementos iframe, noembed e noframes são interpretados como CDATA. Em XHTML, são interpretados como elementos normais e sendo assim não impedem o uso de conteúdo.
- Os caracteres de espaço em branco em valores de atributos são normalizados para espaços em XHTML.
- Sob determinadas condições tornam-se implícitos elementos com marcadores opcionais.
- Em HTML, elementos base, link, meta, style e title com marcadores que ocorram em body são movidos e inseridos em head. Em XHTML, ficam onde tenham sido especificados.
- Em HTML, marcadores de certos elementos que aparecem fora de contexto são ignorados. Estes marcadores incluem caption, col, colgroup, frame, frameset, head, option, optgroup, tbody, td, tfoot, th, thead, tr.
- O elemento plaintext tem um requisito especial de interpretação em HTML. (é contudo proibido).
- Há ainda outros casos de interpretação especial de casos de fronteira e condições de erro que não foram aqui listados e que ocorrem em HTML.
Sintaxe
- Em HTML, o doctype é obrigatório em XHTML é opcional.
- Em XHTML, os nomes dos marcadores e dos atributos são sensíveis ao corpo da letra (maísculas e minúsculas têm significados diferentes) em HTML tal não sucede.
- Em XHTML, elementos não vazios exigem tanto a abertura do marcador como o fecho do marcador. Em HTML pode omitir-se um deles ou até ambos:
- html (ambos)
- head (ambos)
- body (ambos)
- li (fecho do marcador)
- dt (fecho do marcador)
- dd (fecho do marcador)
- p (fecho do marcador)
- colgroup (ambos)
- thead (fecho do marcador)
- tbody (ambos)
- tfoot (fecho do marcador)
- tr (fecho do marcador)
- td (fecho do marcador)
- th (fecho do marcador)
- Em XHTML, os elementos vazios podem usar quer a sintaxe de elemento vazio (<br/>) ou fazer o fecho imediatamente a seguir à abertura do marcado (<br></br>). Em HTML, a sintaxe de elemento vazio (<br/>) é permitida em elementos vazios mas proibida noutros elementos. Contudo não serve para nada e pode ser omitida. Não é permitido o fecho de um marcador para elementos vazios.
- base, link, meta, hr, br, img, embed, param, area, col e input
- Nota: os seguintes são tratados como elementos vazios para finalidades de requisitos de interpretação, mas, como são obsoletos e não-standard a sintaxe do traço de fracção final não é permitida: basefont, bgsound, spacer, wbr. (embora visto estes elementos não serem permitidos tal não faça nenhuma diferença).
- O HTML autoriza a minimização de atributos (isto é, a omissão do valor) mas o XHTML não.
- O HTML autoriza a utilização de valores de atributos sem estarem entre pelicas o XHTML não.
- O XHTML autoriza o uso de secções CDATA o HTML não.
- O XHTML autoriza o uso de instruções de processamento o HTML não.
- Em HTML, todas as referências a entidades estão pré-definidas e não requerem um DTD. Mas como não há DTD para XHTML5, as referências de identidades não pode ser usadas em XHTML. (excluindo as 5 pré-definidas: &, <, >, " e ')
- Pode fornecer o seu próprio DTD para uso com o seu próprio interpretador de validação, mas tenha em mente que os navegadores não usam interpretadores de validação e que não irão ler o DTD.
- O conjunto de caracteres unicode válido em XML 1.0 é mais limitado do que em HTML.
- Prefixos de espaço de nomeação são permitidos em XHTML. São proibidos em HTML.
Marcação
- A declaração de espaço de nomeação (atributo xmlns) é obrigatório em XHTML. O atributo xmlns também é autorizado a figurar no elemento html em HTML sob a condição de o seu valor ser "http://www.w3.org/1999/xhtml".
- <html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
- Em HTML, o atributo xmlns não tem absolutamente nenhum efeito, É basicamente um talismã. Só é autorizado para fazer a migração de e para XHTML ligeiramente mais fácil. Quando interpretado por um interpretador HTML o atributo acaba no espaço de nomeação null.
- Em XML (com um interpretador que saiba interpretar espaços de nomeação XML), um atributo xmlns faz parte do mecanismo de declaração de espaços de nomeação e um elemento não pode ter de facto um atributo xmlns em espaço de nomeação null. Em implementações DOM o atributo termina no espaço de nomeação "http://www.w3.org/2000/xmlns/".
- O XHTML autoriza o uso de elementos e atributos que não sejam elementos e atributos XHTML (em espaços de nomeação diferentes), o HTML não.
- O XHTML usa o atributo xml:lang, o HTML usa o atributo lang em seu lugar,
- O XML ID introduz xml:id,que pode ser usado em XHTML. Em HTML não tem qualquer efeito.
- Em HTML, pode-se usar o elemento noscript. Em XHTML, é proibido.
- O HTML usa o elemento base, o XHTML usa em seu lugar o elemento xml:base.
- Em XHTML, os elementos p podem conter elementos estruturais de nível em linha incluindo blockquote, dl, menu, ol, ul, pre e table. Na serialização de HTML devido a constrangimentos de retrocompatibilidade isto não é possível (embora possa ser feito por manipulação do DOM).
- Em XHTML, os elementos table podem conter elementos tr. Em serialização de HTML, devido a constrangimentos de retrocompatibilidade tal não é possível (embora possa ser feito através de manipulação do DOM).
Codificação de Caracteres
- Em XHTML, a declaração XML pode ser usada para especificar a codificação de caracteres. Em HTML a declaração xml é proibida
- Em HTML, pode ser usado o elemento meta em seu lugar. O atributo http-equiv no elemento meta é proibido em XHTML e ignorado se incluído.
- A codificação de caracteres por omissão para XHTML é de acordo com as regras de XML: UTF-8 ou UTF-16. Se a codificação não for especificada em HTML, deve ser determinada de acordo com uma heurística especifica da implementação ou ter um valor por omissão (Nota: esta secção da especificação ainda não está terminada).
Scripts/Guiões
- não se pode usar document.write() e document.writeln() em XHTML, mas pode-se em HTML.
- em XHTML, o uso da propriedade innerHTML obriga a que a string seja um fragmento de XML bem formado.
- As API do DOM são sensíveis à caixa (maísculas vs. minúsculas) em XHTML e em alguns casos não são sensíveis em HTML. (Isto não se aplica a elementos que não se encontrem no espaço de nomeação HTML)
- Element.tagName, Node.nodeName, e Node.localName retornam o valor em maísculas.
- Document.createElement() não é sensível à caixa (a forma canónica é minúsculas).
- Element.setAttributeNode() muda o nome do atributo para minúsculas.
- Element.setAttribute() não é sensível à caixa (a forma canónica é minúsculas).
- Document.getElementsByTagName() e Element.getElementsByTagName() são não sensíveis à caixa.
- Document.renameNode(). Se o novo espaço de nomeação é o espaço HTML, então o novo nome qualificado deve ser em minúsculas antes de a renomeação ter lugar.
- Em HTML, Document.createElement() criará um elemento no espaço de nomeação HTML. Em XML (incluindo XHTML), o espaço de nomeação está definido tanto pelo DOM2 como pelo DOM3 como sendo null.
- Em XHTML, os navegadores não têm interoperabilidade nesta área. Em Firefox, o espaço de nomeação depende do tipo MIME. Em Opera depende do elemento raiz e em Safari é sempre null.
Folhas de estilo
- Os selectores, como usados em CSS criam correspondência sensível à caixa no XHTML mas são insensíveis à caixa em HTML.
- O CSS requer tratamento especial do elemento body em HTML para pintura de fundos no canvas, o que não se aplica ao XHTML.
Diferenças entre HTML 4.01 e HTML 5
Tipo MIME
Tanto o HTML 4.01 como o HTML 5 usam text/html.
Content-Type: text/html; charset=UTF-8
Interpretação de HTML
- Desde o HTML 2.0 até ao HTML 4.01 são formalmente baseados em SGML, mas os navegadores não implementaram interpretadores SGML. Notas de implementação 4.2 SGML e B.3 SGML, HTML 4.01. Esta é uma secção não normativa da especificação HTML 4.01. Ela faz já a diferença entre agentes utilizadores HTML e agentes utilizadores SGML.
- HTML 5 define os seus próprios requisitos de interpretação baseados na forma como os navegadores interpretam o HTML de facto.
Sintaxe
* A FAZER
Marcação
- Lista de elementos HTML 4.01
- Lista de atributos HTML 4.01
- Ainda não há lista de elementos e atributos para Web Apps 1.0
Atributos Obsoletos
Alguns atributos definidos em HTML4 não foram incluídos em HTML5. Eis a lista actual (sujeita a alterações, ver especificação):
- html@version
- head@profile
- a@rev, link@rev
- a@target, area@target, base@target, form@target (é mencionado em WF2...), link@target
- a@charset, link@charset, script@charset
- table@summary
- td@headers, th@headers
- td@axis, th@axis
- param@valuetype
- object@standby
- meta@scheme
- object@archive
Além disso o HTML5 não tem nenhum dos atributos de apresentação que figuram em HTML4 (incluindo aqueles que figuram em <table>). Quaisquer atributos definidos em elementos que não figurem em HTML4 obviamente também não figuram em HTML5.
Elementos Obsoletos
Os seguinte elementos estão presentes em HTML4 mas não se encontram definidos em HTML5:
- acronym (usar <abbr> em seu lugar)
- applet (usar <object> em seu lugar)
- basefont
- big
- center
- dir
- font
- frame
- frameset
- isindex
- noframes
- noscript (só em XHTML)
- s
- strike
- tt
- u
Codificação de Caracteres
Algoritmo HTML 4
Fonte 5.2.2 Especificação de codificação de caracteres na especificação HTML 4.01.
- Um parâmetro de HTTP "charset" num campo "Content-Type".
- Uma declaração META com um atributo "http-equiv" apontando para o "Content-Type" e com um valor para "charset".
- Um atributo charset num elemento que designa um recurso externo.
Algoritmo HTML 5
Isto ainda está indefinido na especificação. Ver Detecção de Codificação de Caracteres para documentação.
Diferenças entre DOM Level 2.0, 3.0 e HTML 5 DOM APIs
Esta secção poderá pertencer a uma página diferente.
- A FAZER (é necessário falar sobre as mudanças do DOM API que o HTML5 está a fazer em comparação com DOM2 e DOM3)
10 janeiro, 2007
Variáveis de instância de classe - Ruby
Isto é uma tradução de um artigo de Martin Fowler sobre ClassInstanceVariable (uma variável de instância de classe).
Quando se aprende algo sobre objectos normalmente aprendemos que esses objectos capturam dois tipos de dados: instância (exemplar) e classe. As variáveis de instância são as mais comuns, os dados variam de instância para instância do objecto. As variáveis de classe, também conhecidas por variávies estáticas, são partilhadas por todas as instâncias (exemplares) da classe. Cada instância aponta para o mesmo valor e qualquer alteração é vista por todas as instâncias. As variáveis de classe são muito menos comuns do que as variáveis de instância especialmente variáveis de classe que sejam mutáveis.
Um dos aspectos complexos das variáveis de classe é como é que elas interagem com uma hierárquia de herança. Consideremos uma variável de classe que é usada para guardar a própria instância.
class Empregado@@exemplares = []def self.exemplaresreturn @@exemplaresenddef guardar@@exemplares << selfenddef initialize nome@nome = nomeendendEmpregado.new("Martins").guardarEmpregado.new("Roberta").guardarEmpregado.new("Eurico").guardarputs Empregado.exemplares.size
Não há aqui nenhuma surpresa, há três empregados. Agora experimentemos isto:
class Empregado@@exemplares = []def self.exemplares@@exemplaresenddef guardar@@exemplares << selfenddef initialize nome@nome = nomeendendclass Programador < Empregado; endclass Restodopessoal < Empregado; endRestodopessoal.new('Martins').guardarRestodopessoal.new('Roberta').guardarProgramador.new('Eurico').guardarputs Restodopessoal.exemplares.sizeputs Programador.exemplares.size
O resultado é 3 e 3, enquanto preferiamos obter 2 e 1. A razão por que isto se passa é que a variável de classe é partilhada ao longo de todas as instâncias da classe e essas incluem todas as subclasses. Há duas classes mas só uma variável.
Por vezes esta variável que perpassa a totalidade da hieráquia é o que necessitamos, mas por vezes, como neste caso, preferiamos ter uma variável diferente em cada classe. Podemo-nos referir a uma variável de instância de classe do mesmo modo que a uma variável de classe, mas teremos um valor diferente por classe.
O suporte para variáveis de instâncias de classe não é comum nas linguagens OO, mas não é difícil de criarmos um nós próprios. O modo óbvio de o criar seria o de usar um dicionários de chaves por nome de classe.
class Empregado@@exemplares = {}def self.exemplares@@exemplares[self]enddef guardar@@exemplares[self.class] || = []@@exemplares[self.class] || = << selfenddef initialize nome@nome = nomeendendclass Programador < Empregado; endclass Restodopessoal < Empregado; endRestodopessoal.new('Martins').guardarRestodopessoal.new('Roberta').guardarProgramador.new('Eurico').guardarputs Restodopessoal.exemplares.sizeputs Programador.exemplares.size
Pode usar esta técnica em qualquer linguagem OO. Ruby contudo tem de facto variáveis de instância de classe.
class Empregadoclass << self; attr_accessor :exemplares; enddef guardarself.class.exemplares || = []self.class.exemplares << selfenddef initialize nome@nome = nomeendendclass Programador < Empregado; endclass Restodopessoal < Empregado; endRestodopessoal.new('Martins').guardarRestodopessoal.new('Roberta').guardarProgramador.new('Eurico').guardarputs Restodopessoal.exemplares.sizeputs Programador.exemplares.size
A definição da variável de instância de classe é o fragmento class << self; attr_accessor :exemplares; end.
02 janeiro, 2007
Mais Exigente
Mais exigente com a linguagem
Alguém me sabe dizer se há estudos similares a este sobre pobreza de linguagem em português?
Uma das coisas que me tem preocupado neste sítio é que a linguagem não seja excessivamente hermética, mas tenho dado demasiados erros (e não me estou a referir só a erros ortográficos) pois, normalmente, quando faço uma nova entrada, faço-o de forma apressada. O meu tempo livre realmente tem escasseado e isso leva a alguns facilitismos. Por essa razão este ano 2007 irão ver menos entradas mas entradas mais elaboradas (espero).
Mais exigente com os marcadores
Num esforço para alinhar este espaço com essa maior exigência estou a tentar que este sítio fique tão conforme quanto o possível dentro dos meus conhecimentos e uma das coisas já alcançadas é conformidade com o HTML 4.01. A conformidade com o CSS 2.1 está a caminho mas vai demorar algum tempo. Poderá ainda haver uma alteração profunda do HTML de modo a poder alcançar numa terceira fase WAI-A ou mesmo um WAI-AA. Isto não é muito fácil quando se trabalha num ambiente que não se estudou previamente (blogger). É sempre mais difícil começar com uma paleta já preenchida do que com uma paleta em branco excepto se a paleta preenchida for de muito boa qualidade.
Não consigo por exemplo perceber que no novo bloguer um blogue criado de raiz tenha mais do que 700 erros e avisos por parte do validador do W3C. No WordPress isso não sucede.
Ainda não explorei a via da instalação do site noutro local e apontar para lá a partir do actual URL, mas só o farei se de todo me for impossível fazer o que pretendo.
Mais exigente com o conteúdo
O conteúdo irá obedecer a algumas regras de estilo que estou a esboçar de forma a poder manter um padrão de qualidade. Tenho que admitir que aqui gosto particularmente da forma de escrita de um conjunto de pessoas que englobam a Amy Hoy (rails e companhia), a Kathy Sierra (Creating Passionate Users), o Ivo Gomes, o João Craveiro e noutro tipo de conteúdo o Pacheco Pereira. Claro está esta lista não é exaustiva posso dizer que leio irregularmente algumas centenas de sítios/blogues e subscrevi algumas dezenas de feed.
Essa exigência leva-me a ter que informar os leitores deste sítio que o texto sobre semântica é demasiado pobre para poder sequer ser considerado como ponto de partida. Infelizmente vejo que continua a ser uma das entradas mais lidas deste sítio (cerca de 400 leitores, em média mensal, no último ano, com ligeira tendência para a baixa) e que não o retiro de linha só para poder lembrar-me das barbaridades ditas nele.
Para intróito de bom ano já deve chegar. Bom Ano para todos.
21 dezembro, 2006
A List Apart 229
Acaba de sair o último número (229) do A List Apart de 2006. Neste número são apresentados dois novos artigos:
- O primeiro trata de uma técnica para adaptar o arranjo de uma página ao tamanho do ecrã (como podem verificar nos comentários apresenta demasiados problemas para ser aplicada independentemente de outras técnicas, mas é inspirador.)
- O segundo apresenta uma técnica para manter a acessibilidade de formulários compactos.
Actividade do W3C na semana que acaba em 2006-12-22
O dia de ontém 20 de Dezembro foi particularmente activo no sítio do W3C. Notas de grupos sobre assinatura digital, o WAI a tentar disciplinar os conteúdos dinâmicos para que sejam acessíveis e ainda alguma soap.
- Usar Assinatura Digital em XML num Ambiente XML (Anotação técnica).
- Caminho para Aplicações da Internet Ricas e Acessíveis (WAI-ARIA Roadmap). O futuro será criar uma extensão para XHTML 1.x porque este suporta espaços de nomeação. Há ainda 2 outros documentos neste projecto que devem ser consultados.
- O primeiro rascunho de trabalho da Linguagem de Integração de Multimedia Sincronizada (SMIL 3.0) foi publicado e aguarda comentários construtivos.
20 dezembro, 2006
Melhores Práticas Móveis 1.0
O Grupo de Trabalho de Melhores Práticas Móveis acaba de publicar o segundo Rascunho de Trabalho dos W3C mobileOK Basic Tests 1.0. Este documento define os testes que oferecem fundamento para declarar que determinado conteúdo é conforme o W3C mobileOK Basic que são baseados sobre as Melhores Práticas Móveis do W3C.
19 dezembro, 2006
Usar AR em Ruby
Como usar ActiveRecord em programação em Ruby (sem o resto do rails)
require "rubygems"
require_gem "activerecord"
ActiveRecord::Base.establish_connection(
:adapter => "mysql",
:host => "hospedeiro",
:database => "basededados",
:username => "utilizadordb",
:password => "palavradepassedoutilizadordb"
)
class MinhaTabela < ActiveRecord::Base
end
< partir daqui pode usar-se o acesso CRUD (Create, Read, Update, Delete) à tabela.
10 anos com estilo no W3C
Comemoram-se 10 anos (17 de Dezembro) desde que o W3C publicou a primeira recomendação sobre folhas de estilo em cascata.
Declaração da Missão do WaSP (Tradução)
Tabela de conteúdos
WaSP: Lutar pelos Standards
O World Wide Web Consortium (W3C), assim como outros grupos e corpos normativos, tem tecnologias estabelecidas para criação e interpretação de conteúdo baseado na web. Estas tecnologias que designamos por "web standards", foram concebidas cuidadosamente para se obterem as maiores vantagens para o maior número de utilizadores da web assegurando ao mesmo tempo a viabilidade de longo prazo de qualquer documento publicado na Web. Ver a barra lateral para detalhes.
Conceber e construir sítios usando esses standard simplifica e baixa o custo de produção, entregando sítios que são acessíveis a mais pessoas em mais tipos de dispositivos de Internet. Os sítios desenvolvidos de acordo com essas directrizes irão continuar a funcionar correctamente à medida que os navegadores de secretária continuarem a evoluir, e à medida que novos dispositivos de Internet vão ficando disponíveis.
Parece tão directo e faz todo o sentido. Então qual é o problema? E porque é que há um Web Standards Project (WaSP)?
O Problema
Embora os fabricantes dos navegadores líderes tenham estado envolvidos na criação dos web standards desde que o W3C foi formado, durante vários anos a conformidade foi observada no fio da navalha. Ao publicarem navegadores que falhavam no suporte uniforme de standards, os fabricantes fragmentaram desnecessariamente a Web, prejudicando os designer, os programadores, os utilizadores e os empresários.
A falta de suporte uniforme de standards chave do W3C deixaram os consumidores frustrados: quando usavam o navegador "errado", muitos não podiam ver o conteúdo ou efectuar as transacções desejadas. Entre as pessoas mais frequentemente prejudicadas encontram-se as pessoas com deficiência ou necessidades especiais.
Dilemas e Custos
Ao mesmo tempo, a falta de suporte uniforme de standards chave W3C deixou ou designer, programadores e proprietários de sítios num terrível dilema: podem pagar a implementação de várias versões de todas as páginas da web de modo a acomodarem navegadores incompatíveis? Se não, que navegadores devem negligenciar e quantos milhões de potenciais visitantes estão dispostos a rejeitar? De qualquer modo, o custo era demasiado alto, ainda o é.
O mercado fracturado dos navegadores representa pelo menos 25% do custo do desenvolvimento de todos os sítios. Devido a orçamento insuficiente, muitas pessoas que desenvolvem sítios produzem-nos de modo a bloquear clientes potenciais. Várias pessoas que desenvolvem sítios e que conhecem sobre standards não vêm razão para serem desenvolvidos sítios que não os suportem. Outros pouco ou nada sabem sobre standards - e vários incluindo os produzidos por grandes agências que parecem perceber de ASP, Java, Flash MX e .Net, parecem não perceber nada sobre marcação semântica e estrutural, folhas de estilo e a importância da segregação da estrutura e da apresentação.
Alguns designer, estimulados devido à incompatibilidade entre navegadores, deliberadamente excluíram todas as tecnologias excepto as mais antigas e universais dos seus sítios. Estes sítios funcionam correctamente em todos os navegadores de secretária, mas com o custo de serem pouco apelativos e com poucas funcionalidades para os consumidores. Outos dependem dos editores visuais e ferramentas de edição para gerarem várias camadas de marcação e código optimizado para as excentricidades de vários navegadores populares. Isto é dinheiro desperdiçado em largura de banda e frequentemente os sítios gerados deixam de funcionar na geração seguinte dos navegadores (e nunca funcionaram em todos os navegadores e dispositivos alternativos, de leitores de ecrã ao Lynx a dispositivos de mão a navegadores menos populares como o Opera). A Web está cheia de cadáveres de sítios que foram em tempos impressionantes que não conseguem funcionar em dispositivos e navegadores contemporâneos. Para tornar as coisas mais complicadas, tais sítios estão ainda a ser criados todos os dias.
Alguns designer ficaram tão frustrados que deixaram de ligar de todo aos web standards e começaram a desenvolver sítios em ambientes proprietários. Embora ricos em potencial criativo, tais tecnologias sofrem de uma acessibilidade de largo espectro e não oferecem características de necessidades comuns como as marcas de leitura (marcadores para livros), impressão, cópia e colagem e outras tarefas que os utilizadores da web têm que efectuar em sítios informativos ou transaccionais.
Nascido da Necessidade
Em resposta a estes problemas, o The Web Standards Project (WaSP) (vespa em inglês algo laborioso) foi formado em 1998 com o objectivo de promover os web standards centrais e encorajar os fabricantes de navegadores a fazer o mesmo, e assim assegurar um acesso simples e barato para todos.
Embora a nossa mensagem inicialmente tenha encontrado alguma resistência (particularmente dos departamentos de marketing e relações públicas das companhias fabricantes de navegadores), eventualmente prevalecemos - em parte porque engenheiros em alguns desses fabricantes acordaram connosco e viram o WaSP como um aliado nas suas batalhas internas com a gestão.
No início de 2000, um após outro dos navegadores de topo passaram a funcionar como prometido de acordo com os standards que tínhamos (por vezes estridentemente) promovido. Actualmente os navegadores de topo, assim como alguns dos seus concorrentes, têm um suporte excelente para HTML 4, compatibilidade com XHTML 1.0, CSS nível 1, ECMAScript (a versão normalizada do Javascript) e o DOM ou estão no caminho de obterem essa conformidade.
Graças a esses navegadores, os designer e pessoas que desenvolvem sítios são finalmente livres de construir com XHTML e CSS e na maior parte dos casos podem separar a estrutura da apresentação para um máximo de portabilidade e acessibilidade. Com cuidado, podem também usar o DOM standard do W3C para adicionarem comportamento sofisticado aos seus sítios.
Então onde é que está o problema e porque é que existe ainda o The Web Standard Project?
Os Desafios Futuros
Embora os navegadores actuais suportem os standards, dezenas de milhares de designer profissionais e programadores continuam a usar métodos ultrapassados que ligam a estrutura à apresentação e em muitos casos evitam completamente as estruturas semânticas e utilizam incorrectamente o (X)HTML como ferramenta de concepção. Profissionais bem pagos continuam a produzir sítios inválidos e inacessíveis com marcação sem significado semântico, mapas de imagens gigantes, tabelas aninhadas até à medula e scripts de detecção desactualizados que causam problemas de usabilidade que tinham intenção original de evitar.
Há ainda muitos livros de desenvolvimento para a Web que ensinam métodos desactualizados e muitos profissionais têm orgulho em produzir sítios que têm o mesmo aspecto e funcionam da mesma forma em navegadores conformes e não conformes, com custos em termos de acessibilidade, viabilidade de longo prazo, compatibilidade futura e falta de suporte de dispositivos alternativos. Outros produzem sítios que só funcionam numa mão cheia de navegadores mais populares.
Assim um dos objectivos primários do WaSP é providenciar recursos educativos que podem ajudar os nossos pares a aprenderem métodos conforme os standards que são do seu interesse e do interesse dos seus clientes e utilizadores de sítios.
Muitos profissionais utilizam no seu trabalho ambientes de edição visual concebidos no tempo da Guerra Entre Navegadores. Tal como mencionado acima tais ferramentas por omissão criam sítios inválidos, não semânticos optimizados para navegadores na versão 4.0 em modo quirks (esquisito) em vez de ser em modo standards. Em 2002, dois editores visuais melhoraram de forma apreciável o seu suporte em relação aos web standards e acessibilidade (um deles com ajuda do The Web Standards Project). Mas para tirarem partido destas melhorias os profissionais têm que aprender as vantagens de conceber os sítios com web standards. Isto aponta novamente para a necessidade que que as pessoas que desenvolvem sítios voltem a aprender.
Os clientes e os gestores de sítios também necessitam desta informação se querem criar sítios que sejam acessíveis aos navegadores e dispositivos actuais e que se mantenham visíveis à medida que os navegadores e dispositivos se vão actualizando. o WaSP espera, que uma vez informados das vantagens que os standard propiciam, que os proprietários dos sítios deixem de ver os seus sítios como uma espécie de publicidade impressa que deva ser vista exactamente da mesma maneira em todos os ambientes. E que passem a focar-se em seu lugar no fornecimento de conteúdo e funcionalidades apropriadas ao contexto das apresentações que podem diferir de acordo com as necessidades de diferentes navegadores e dispositivos.
A Declaração de Missão original do WaSP feita em 1998 encontra-se disponível em archive.webstandards.org.
24 Maneiras de impressionar as suas amigas (e amigos) - II
- Cameron Moll dá 4 pistas para simplificar o desenvolvimento para a Web móvel. O número de telemóveis e pda em 2010 devem rondar os 4 mil milhões em 2010 (59% da população mundial). Acessibilidade tendo em conta o contexto, WAP 2.0...
- Derek Featherstone diz-nos o que devemos fazer quando queremos ter em conta se CSS e JavaScript estão ou não activos quando concebemos sítios web acessíveis, usando para isso um simples menu.
- O artigo do Jason Santa Maria no 24 caminhos sobre falsificação de cor e como a nossa visão é iludida pela cor quando se desenha uma página é algo muito interessante para um web designer.
- Jeremy Keith fala do poder das hiperligações. Entre os pontos interessantes encontram-se o uso de microformatos e o atributo
rev. - Shaun Inman trata do uso de sombra em texto invisível (drop-shadow type) como forma de melhorar o aspecto de texto claro em fundo escuro.
- Natalie Downe descreve uma forma de efectuar testes de usabilidade de forma rápida e simples. Diz-nos a concluir que testar usabilidade, mesmo que não seja exaustivo, é melhor do que nada.
- Andy Clarke mostra como embeber notas de produção nos seus documentos, uma forma de ajudar à gestão do projecto e à comunicação entre os elementos da equipa.
18 dezembro, 2006
Actualização do digg
O digg está a ser actualizado dentro de alguns minutos estará pronto para ser continuado a servir.
15 dezembro, 2006
Boas práticas - RoR - Segurança
A segurança é um tópico um pouco aborrecido mas que pode tornar-se excitante se fizermos uma grande asneira. Para evitar essas excitações, eis uma lista de verificação para revisão de segurança em modelos, controladores e vistas. Se vir algum buraco (há com toda a certeza vários) faça um comentário e actualizarei a lista.
- Lista de verificação de segurança para modelos
- Usar attr_accessible (ou attr_protected se necessário) para identificar explicitamente a identidade de atributos que são acessíveis por .create e .update_attributes. Só porque não expõe um atributo num formulário de alteração não significa que alguém não possa tentar enviar (post) um valor para esse atributo. Prefiro attr_accessible sobre attr_protected porque falha do lado seguro quando são adicionados novos campos ao modelo - tem que expôr explicitamente campos novos.
- Assegure-se que os inquéritos estão a usar a capacidade de associação de variáveis da Rails para parâmetros e não a concatenação de strings ou a síntaxe da Ruby #{...}.
- Usar validações para evitar más entradas
- Lista de verificação para controladores:
- Tornar métodos de controlador que não sejam acções privados (se possível).
- Se os métodos de controlador tiverem que ser públicos, identifique-os com hide_action para evitar execução não desejada.
- Assegure-se que estão a postos os before_filter se necessário na sua infraestrutura de autorização.
- Mova os inquéritos dos seus controladores para o seu modelo e veja a lista de verificação acima.
- Verificar o uso de params[:id] - será que pode confiar neles? Verificar a propriedade do registo.
- Verificar o uso de campos escondidos - um utilizador pode enviar-lhe tudo o que quizer através deles, e assim trate-os como suspeitos tal como params[:id].
- Usar filter_parameter_logging para evitar a entrada de dados não cifrados sensíveis (palavras de passe, BI, NIF, Cartões de Crédito, etc), nos seus servidores de livro de ponto (logs).
- Esqueça o seu código de vista por um instante e pense sobre como proteger o seu controlador contra uso malicioso que pode ser sofrido pelos seus métodos expostos. Todos os parâmetros (quer sejam expostos ou não no formulário e sejam ou não visíveis) podem estar sugeitos a ultrapassagem do tamanho esperado, ultrapassagem de qualquer validação baseada no agente utilizador (normalmente um navegador mas nem sempre), ataques com dados mal formados, etc.
- Lista de verificação para vistas
- Assegure-se que todos os dados mostrados passam pelo método h(string) ou similar.
- Eliminar comentários nas suas vistas que não queira que sejam vistos por ninguém.
O que é que falta?
Por omissão a Rails manda todos os parâmetros POST para o livro de ponto (production.log) pelo que deve ser mudado o nível de registo para :warn para evitar o respectivo registo do pedido e os seus parâmetros. Para efectuar esta alteração acrescentar a linha que se segue a config/environments/production.rb:
config.log_level = :warn
Outra possibilidade é, para evitar a perca de informação útil que isto gera, usar um suplemento como o do Kent Sibilev.
14 dezembro, 2006
Rascunho de Trabalho ATAG 2.0
O Grupo de Trabalho das Directrizes de Acessibilidade de Ferramentas de Autoria (ATAG) 2.0 lançou a 7 de Dezembro de 2006 o Rascunho de Trabalho das ATAG 2.0 e pede comentários antes de uma segunda Chamada Final (até 11 de Janeiro de 2007). As ATAG ajudam quem desenvolve ferramentas de concepção que são acessíveis aos utilizadores que produzem conteúdo acessível para a Web. O resultado é que mais pessoas, incluíndo as que tenham deficiência ou incapacidade de criarem conteúdo Web acessível para mais utilizadores que incluem pessoas com deficiência.
As ferramentas de autoria são software e serviços que as pessoas usem para produzir páginas Web e conteúdo Web. Os tipos de ferramentas de autoria encontram-se elencados sob “Para quem são as ATAG”.
Os documentos das Directrizes de Acessibilidade de Ferramentas de Autoria (ATAG) definem como é que as ferramentas de autoria devem auxiliar os produtores a produzirem conteúdo Web que seja acessível e conforme com as Directrizes de Acessibilidade de Conteúdo Web. Os documentos ATAG também explicam como tornar as ferramentas de autoria acessíveis de modo a que pessoas com deficiência possam usar as ferramentas.
ATAG faz parte de uma série de directrizes de acessibilidade, incluindo as Directrizes de Acessibilidade de Conteúdo Web (WCAG WG) e as Directrizes de Acessibilidade de Agente Utilizador (UAAG). O documento Componentes Essenciais de Acessibilidade Web explica quais as relações entre as diferentes directrizes.
A quem se destinam as ATAGAs ATAG são principalmente dirigidas a quem desenvolve ferramentas de autoria, incluindo:
- Editar ferramentas especialmente concebidas para produzirem conteúdo Web, por exemplo editores HTML e XML do tipo what you see is what you get (WYSIWYG).
- Ferramentas para oferecer a opção de guardar conteúdo num formato web, por exemplo, processadores de texto ou pacotes de edição de secretária
- Ferramentas para transformar documentos em formatos web, por exemplo, filtros para transformar formatos de edição de secretária em HTML
- Ferramentas para produção de multimédia especialmente quando se pretende para uso na Web, por exemplo, produção de vídeo e conjuntos de edição, pacotes de autoria de SMIL
- Ferramentas para gestão de sítios ou publicação de sítios incluindo sistemas de gestão de conteúdos (CMS), ferramentas para automaticamente gerarem sítios dinâmicos a partir de bases de dados, ferramentas de conversão no momento e ferramentas de publicação de sítios Web.
- Ferramentas para gestão de arranjo, por exemplo ferramentas de formatação CSS Sítios web que deixam os utilizadores adicionarem conteúdo, tais como blogues, wikis, sítios de partilha de fotografias e sítios de redes sociais.
As ATAG e os recursos suportados também se pretende que vão de encontro a variadas audiências, incluíndo quem tome medidas políticas, gestores e outros. Por exemplo:
- Pessoas que desejem escolher ferramentas de autoria que sejam acessíveis e que produzam conteúdo acessível podem usar as ATAG para avaliação de ferramentas de autoria.
- Pessoas que desejem encorajar o seu actual responsável pelo desenvolvimento de ferramentas de autoria para melhorar a acessibilidade de versões futuras podem apontar ao fornecedor responsável as ATAG.
O que é que se encontra nas ATAG 1.0
As ATAG 1.0 incluem 28 pontos de verificação que dão orientação sobre:
- Produção de conteúdo acessível (isto é páginas web) que estejam conformes as normas e as directrizes
- Chamar a atenção do autor (isto é o utilizador das ferramentas de autoria) para informação relativa à acessibilidade
- Oferecer formas de verificação e correcção de conteúdo inacessível
- Integrar a acessibilidade no “sentir” global, na ajuda e na documentação
- Tornar a própria ferramenta de autoria acessível a pessoas com deficiência.
ATAG 1.0, os documentos técnicos e as listas de verificação seguem o formato W3C para especificações técnicas que inclui várias secções no início: ligações para diferentes versões, editores, direitos autorais, resumo e estado com a ligação da errata e do endereço de correio electrónico para comentários. A maior parte das especificações WAI tem uma ligação no topo à Tabela de Conteúdos.
Versões ATAG: 1.0 e 2.0
A versão das Directrizes de Acessibilidade de Ferramentas de Autoria 1.0 foi aprovada em Fevereiro de 2000 e é a versão estável e referenciável.
As ATAG 2.0 estão a ser desenvolvidas para serem compatíveis com as WCAG 2.0, sob desenvolvimento e as WCAG 1.0, que foram terminadas em 1999. O WAI espera completar as ATAG 2.0 em 2007. Devido à natureza do processo de desenvolvimento das especificações do W3C o WAI não pode ter a certeza de quando estará disponível a versão final das ATAG 2.0. As ATAG 1.0 continuaram a ser a última versão aprovada até que a versão 2.0 esteja completa.
12 dezembro, 2006
BBC e Acessibilidade
Um vídeo da bbc curioso sobre acessibilidade (web principalmente e outra).
Talvez a RTP a SIC e a TVI pudessem ver...