Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)

07 setembro, 2006

notas de navegação - II

Elly Thompson recentemente formada em Arquitectura (daquela em concreto) apresenta as suas teorias de similitude e dissemilhança entre a construção de um site na web e a construção de um edifício. Além disso dá a sua opinião cívica como por exemplo sobre a obrigação das mulheres se manterem saudáveis.

Dean Edwards explora o método forEach.

Rachel Andrew em junho apresenta as suas ideias sobre selecção de técnicas CSS quando estamos a desenvolver projectos para os quais existe mais do que uma técnica para obtenção do mesmo resultado final. Em particular chama a atenção para aquilo que temos de ter em conta por exemplo quando necessitamos de libertar elementos flutuados (clear). O método recomendado por ela é mesmo o de adicionar a div suplementar, sem significado semântico, que tem como alternativa usar truques de CSS só para a evitar.

Roger Johansson revisitou a construção de pseudo-frames em css.

Richard Rutter continua a sua coleção de artigos sobre tipografia para a web, com base nos Elementos de Estilo Tipográfico de Robert Bringhurst. Uma delícia para os olhos.

No blogue da SimpleBits aparece um texto Educated onde se fala de um curso universitário da Universidade de Boston onde os novos métodos de produção de web sites são enfatizados. Quando Há pouco tempo estive a ver os trabalhos de alunos de mestrado da Universidade Nova de Lisboa fiquei estarrecido pois todos usavam essa maravilhosa técnica de produzirem sítios com ... FrontPage ... o que é que acham da diferença.

Drew McLellan diz-nos por onde tem passado nos últimos tempos, o Barcamp de Londres e o d.Construct que começa na próxima semana. Fala ainda de ferramentas para microformatos que anda a conceber.

06 setembro, 2006

Web standards em Portugal Revisitado

A Imprensa

Em 5 de Outubro de 2005 efectuei uma primeira abordagem à utilização de web standards em Portugal, tendo-me focado na imprensa na altura. Até hoje tanto quanto me é dado a ver passou a haver mais dois sites com declaração de tipo de documento só que continuam a não honrar o que aí dizem (só lá está para inglês ver, como se dizia quando eu era pequeno.)

Esses dois sítios são:

  • Diário digital já tem DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN"
  • e
  • Jornal de Notícias já tem !DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd".

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Notas de navegação

Na Caixas e Setas de 23 de agosto, Shiv Singh apresenta as suas ideias sobre a aplicação em ambiente empresarial dos aspectos humanos da Web 2.0, no mesmo número da Boxes and Arrows é apresentado o desenvolvimento do design do sítio da Volkswagen da África do Sul.

Na entrada de 30/07/2006 do arkitrave.log é apresentado código CSS para estilizar uma lista de pares nome valores (listas de definições) onde o nome (chave) e o descritivo são apresentados um ao lado do outro. O método aqui apresentado permite ser usado com o IE.

Ara Pehlivanian no seu artigo Semântica - necessitamos mesmo dela apresenta as suas dúvidas sobre se por vezes não somos excessivamente levados pelos aspectos técnicas das tecnologias que aplicamos na web.

O excelente informatian aesthetics - form follows data - data visualization & visual design hoje, 5 de setembro mostra como é que o 11 de setembro afectou o número de passageiros a bordo de aviões. De facto chama a atenção para um artigo da BBC.

No User Interface Engineering Joshua Porter apresentou em Abril de 2006 um artigo sobre Folksonomies Uma maneira de organizar conteúdos orientada pelo utilizador.

Vanderwal apresenta um artigo sobre nomes de URL mais humanos e também com mais significado para motores de busca ou escavadores de dados (scrappers). O artigo chama-seO Domínio do Design Digital Inclui Cadeias de Caracteres.

O número de agosto de 2006 do JUS - Journal of usavility studies apresenta 1 artigo sobre o Dia Mundial da Usabilidade, assinado por Elizabeth Rosenweig (artigo convidado) e 3 artigos revistos:

  1. Cultura e Avaliações de Usabilidade: Os efeitos da cultura em entrevistas estruturadas, de Ravi Vatrapu e Manuel A. Pérez-Quiñones,
  2. A revisitação da likebility das personagens animadas: O caso da TV interactiva, de Konstantinos Chorianopoulos,
  3. O sistema da escala de usabilidade em falantes de inglês não nativos, de Kraig Finstad.

Os artigos estão disponíveis em sumários e na sua totalidade. A maior parte dos artigos trata de assuntos ligados a aspectos multiculturais e internacionais. Não esquecer que a periodicidade desta publicação é de cerca de 3 meses.

Croco[Lyle] participou num podcast em conjunto com jared spool. A transcrição desse podcast está presente na User Interface Engineering. Quem ler este artigo deverá ler também o artigo do Ivo Gomes sobre prototipagem em papel.

RawDiz-nos que Chris Messina (um dos autores do Flock) escreveu uma carta aberta ao Blogger para que ele venha a introduzir maior suporte a microformatos no maior motor de blogues. Já agora eu também estou o o chris.

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01 setembro, 2006

Bar Camp Coimbra

Barcamp - Coimbra de 2 e 3 de Setembro, com um alinhamento muito interessante que inclui a gente da WeBrakeStuff.

29 agosto, 2006

Lei n. 46 de 2006

A lei [PDF]46/2006 publicada em 28 de Agosto de 2006 proíbe e pune a discriminação em razão da deficiência. Entra em vigor, hoje, com um pequeno defeito, o governo terá (nos termos da lei) que regulamentar a lei nos próximos 120 dias.

Temo que estes 120 dias se transformem em algo como o da regulamentação da lei sobre protecção dos animais. (Publicação em 1995 ou 6 não tenho a certeza e ainda por regulamentar.)

Como despachar um utilizador

Palavras para quê? É um «artista» português!

24 agosto, 2006

O site da Faculdade de Belas Artes da UP

A página de entrada da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto está conforme a recomendação XHTML 1.0 (Transitional).

No caso de querer ser mesmo picuinhas (muito mesmo) poderiamos dizer que:

  1. apresenta três referências a URI com um caracter que nelas não deve figurar (espaços) ver rfc1738 e procurar por unsafe (aqui a correção seria apagar o espaço que está entre as pelicas e a palavra http
  2. dois elementos <dt> vazios (ou com espaços), (a solução seria elimina-los)
  3. que um elemento map tem dois atributos name e id com valores diferentes (a solução seria escolher um deles e verificar que não há referências ao outro nome)
  4. existe dois outros pequenos problemas âncoras adjacentes umas às outras
  5. e um elemento input num formulário que não contém um atributo alt.

Não sei se esta página tenderá a ser eliminada ou não devido à integração no site da UP de todas as faculdades sistema Sigarra.

O site acima parece-me não ter sido feito para nenhum público alvo sendo demasiado frio (tal como os sites que se apresentam no Sigarra).

Em resumo uma página cujo código é bom mas que parece não tender a resolver nenhum problema para ninguém.

Outras entradas de blogue recomendo (não se referem a código mas a AI (arquitectura de informação, usabilidade, ...) dos sítios do Sigarra:

  1. Avaliação crítica do sistema Sigarra - design de interacção e norma ISO 9241 de Bruno Silva
  2. Letras imperfeitas
  3. Norma ISO 9241 e ..., de Paula Alexandra Oliveira

P.S.: As páginas do Sigarra são compatíveis com HTML 4.01.

23 agosto, 2006

Rubidinhas (Rapidinhas do Ruby)

Ariel: Uma Biblioteca de Extracção de Informação em Ruby

Alex Bradbury desenvolveu Ariel, uma biblioteca que usa exemplos pré-definidos para compreender como extrair informação de outros documentos. É um projecto do Google Summer of Code Project e foi mencionado por Austin Ziegler em Londres.

Inferência de tipo para RDT Ruby Development tools

Também do Código de Verão de 2006 vem um relato de Jason Morrison sobre o seu projecto de inferência de tipo para usar na RDT para completar código.

Luke Redpath

Luke e Dan criaram um suplemento ujs4rails para a RoR para produção de sites com javascript não obstrutivo.

Com javascript não obstrutivo quero dizer algo como aquilo que é dito no número 218 do ala por Jeremy Keith que nele publicou um artigo designado por Separação de comportamento no qual apresenta uma analogia entre separação de estilo e separação de comportamento para páginas na web, para explicar porque é que se deve separar o javascript das nossas páginas.

No caso de desejar conhecer um pouco mais sobre isto recomendo ainda o artigo do Christian Heilman Unobtrusive Javascript.

Avaliação de percas de memória em Rails

Scott Laird em como avaliar percas de memória em Rails diz-nos que:

Um dos meus problemas mais antigos com a Rails (e a Ruby em geral) é que é difícil depurar as percas de memória. Tive um certo número de casos onde coloquei algo num array ou num hash e descobri muito mais tarde que o meu processo Ruby estava a comer mais de 100 MB de RAM. Embora o ps torne fácil ver onde o Ruby está a usar muita RAM, descobrir para onde é que foi é muito mais difícil.

Entrevista com Zed Shaw

O criador do Mongrel foi entrevistado por Pratik Naik .

eRuby: Utilização da biblioteca DBI de Ruby para ligação a bases de dados

Neste artigo do Hiveminds Magazine explica-se passo a passo o que fazer quando se quer abstrair a camada de ligação a uma base de dados em ruby.

REST e Rails - não há razão para ficar intimidado

Um guia básico sobre como usar REST em Rails. No mesmo sítio há umas notas sobre o que de importante Erik Kastner, o autor, aprendeu na RailsConf e RailsDay.

Porque é que um programador .Net deve aprender Ruby on Rails

O texto e os comentários são importantes para ficarmos com uma melhor visão do assunto.

Guia de Suporte de CSS no Email

Um artrigo interessante para quem deseja saber o que e como usar CSS nas suas mensagens de correio electrónico:

Guia de Suporte de CSS no Email

Neste artigo David Greiner apresenta resultados de uma investigação sobre o comportamento dos clientes de correio electrónico baseados em PC/MAC ou na Web.

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18 agosto, 2006

Não aplicação de Web Standards

    Tecnologias e Internet

  • novabase doctype ausente, nestes casos o validador do w3c tenta usar HTML 4.01 Transitional. O validador aponta 111 erros (não esquecer que o primeiro é a ausência de declaração de tipo), seguem-se os erros pelo uso de atributos específicos do IE, erros por uso de atributos há algum tempo substituídos em determinados elementos como por exemplo de height, background em elementos table. Ausência de atributo type em elemento script, valor de atributo que não faz parte do conjunto de valores admissíveis para esse atributo género absbottom em align. Não inclusam do atributo alt em imagens ((> 30) embora tenha que admitir que são espaçadores) na generalidade dos casos. Ignorância de como usar o atributo nowrap, etc, etc, etc. A página seria considerada noutras paragens como sendo feita de forma amadora.
  • compta doctype ausente, no caso de terem escolhido doctype HTML 4.01 Frameset teriamos 4 erros, o fecho do marcador html a mais, uso de atributos que já não são considerados válidos (substituídos por outros meios, deprecated).
  • pararede HTML 4.01 loose, 16 erros, 15 são falta de atributos alt e 1 uso de absmiddle como atributo de align. O tempo necessário para corrigir isto seria de quantos segundos? Embora a solução mais correcta tecnicamente esteja numa forma de construir a página diferente.
  • reditus doctype ausente, o validador não consegue começar o seu trabalho pois alguns bytes não são caracteres UTF-8, se indicarmos um conjunto de caracteres apropriado o sistema reporta 26 erros. A maior parte são ausência do atributo alt em imagens, ausência de atributo type obrigatório num elemento script e uso de atributos em body que foram substituídos por outros meios (deprecated) e uso do atributo hight em table. Tempo para corrigir isto algus minutos?
  • impresa HTML 4.01 Frameset. Parece que não sabem que num documento frameset não há elemento body. Restantes erros ver compta
  • PT Multimedia doctype ausente, 108 erros, uso de dois elementos body. Uso de atributos já substituídos.Fecho de marcadores não abertos, uso de elementos onde já não é possível usá-los (elementos que pertencem à head a surgirem dentro do body. Alguns erros introduzidos por tornar certas linhas comentários. Ignorância quanto à forma de codificar de forma válida um ficheiro flash.
  • SonaeCom HTML 4.01 Transitional, 15 erros, mais um atributo que não é standard scroll no marcador de body. Um não membro de um objecto VIEWASTEXT normalmente gerado pelo VS em desenvolvimento.

Em resumo nenhuma das páginas das empresas de tecnologias e internet registadas na bolsa valida. Algumas com pouco esforço poderiam validar. Mas algumas teriam que ser repensadas (não digo em termos de conteúdos ou aspecto) em termos de código.

Uma coisa de me deixa perplexo é a falta de separação efectiva entre o que é conteúdo, aspecto e comportamento nestas páginas mas a falta de profissionalismo (dos respectivos conceptores) é manifesta.

Rails: Como Saber Que Layout Foi Usado para Reproduzir uma Página?

aceder a params[:action]

Padrões de Sítios na Web

Padrões são soluções óptimas para problemas comuns. À medida que os problemas sejam levantados à volta de uma comunidade e resolvidos, soluções comuns frequentemente emergem de forma espontânea. Eventualmente, a melhor destas destaca-se da ganga e auto identifica-se e vai-se refinando até alcançar o estatuto de Padrão de Concepção.


Christopher Alexander foi o primeiro a nomear este fenómeno em relação aos espaços vividos. Ele e os seus co-escritores introduziram o conceito de Padrões de Arquitectura para descrever características dos espaços vividos fossem eles salas, edifícios ou cidades.


Os Padrões são atómicos no sentido de que podem ser agrupados para formarem padrões mais complexos: um padrão cadeira enquadra-se num padrão sala de jantar que se enquadra num padrão casa que se enquandra num padrão cidade.


Uma ideia que destingue os Padrões de simples prescrições é que os Padrões nunca perdem o sentido do seu contexto; descrevem coisas que funcionam em conjunto e as regras que governam essas colecções.


Os padrões de software encontraram uma grande ressonância na indústria do software em particular entre os que usam Metodologias Ágeis.


Algumas pessoas tiveram aqui inspiração para criar um documento sobre Padrões de Sítio da Web.


  1. Repositórios de Padrões

  2. Artigos e Textos On-Line

  3. Livros

  4. Discussão

05 agosto, 2006

Site da Presidência da República

O novo site da Presidência da República, já de Março, é um verdadeiro salto para a modernidade em comparação com o antigo. Não percebo como foi possível durante tanto tempo haver um site tão mau para nos representar. Em relação ao novo site tenho pena que tenha vindo a degradar-se a qualidade que lhe foi atribuída pelo João Craveiro, já não valida e julgo que tal se deve a uma simples razão não incluirem nas suas práticas uma validação sistemática (dito de outra forma contínua e automática). Só um defeito/caracteristica de que não gosto e que o João não menciona: o logo no cimo de cada página não serve para regressar à página inicial (para isso há uma ligação ao lado). O defeito que ele aponta de não possível ampliar os tipos sem se destruir o arranjo da página provavelmente deve-se a alguém julgar que por haver a possibilidade de ouvir o texto ninguém sentirá a necessidade de ampliar o texto. Outro defeito é ter-se perdido as páginas traduzidas em inglês que ainda eram (se possível) ainda mais pobres (mesmo assim eram (tão) interessantes (quanto o resto)).

Quando as margens se tocam

O colapso das margens é um conceito simples mas que pode gerar alguns problemas quando não estamos atentos. Os maiores problemas surgem quando aparece espaço vertical em branco adicional que parece não querer desaparecer ou o outro problema parace ser a incapacidade de criar espaço em branco na vertical usando o atributo margens (margin) de alguma caixa (de algum elemento com comportamento de caixa).

O que sucede é que quando duas margens verticais estão uma em contacto com a outra, em vez de se adicionarem uma à outra, a margem maior toma a precedência e a outra "colapsa" no nada.

Se der uma margem de 20px a dois parágrafos consecutivos (como elementos de um documento html) a margem do topo do parágrafo de baixo, visto tocar na margem do parágrafo de cima, cai e assim o espaço entre os dois parágrafos mantém-se nos 20px em vez de somar 40px.

A maior parte das pessoas pensar que o colapso de margens sucede quando um elemento do nível de bloco (um elemento com comportamento de caixa) se sucede a outro. Contudo as margens entram em colapso quando uma margem entra em contacto com uma margem adjacente. Isto significa que as margens podem entrar em colapso quando um elemento está contido noutro.

Isto sucede por exemplo quando se coloca um parágrafo (p) dentro de uma divisão (div), ambos com margens verticais. Se a divisão tiver uma borda (border) as margens não se tocam e somam-se, caso contrário juntam-se uma à outra tomando a precedência a mais larga.

Como evitar colapsos

Para evitar colapsos é vulgar adicionar-se uma borda de 1px de forma a que as margens já não se toquem e portanto já não colapsem.

Outro método é mudar a propriedade da posição (position) do elemento. As especificações CSS2(en) [pt] explicam que margens de caixas posicionais absolutamente e relativamente não colapsam. Outra possibilidade ainda é fazer flutuar uma das caixas. Nem sempre é apropriado alterar as propriedades de posição de um elemento, mas em certas circunstâncias quando estiver a ter problemas de colapso de margens poderá ser uma opção.

Há ainda a possibilidade da margem de topo de um elemento estar em contacto com a margem de fundo do mesmo elemento por exemplo um parágrafo vazio e nesse caso poderá suceder que o espaço ocupado pelo parágrafo desapareça de todo.

Pode ainda haver a situação mais complicada de ter elementos flutuados, seguidos de elementos limpos com uma margem de topo pouco mais alta do que o elemento flutuado e ter que se perceber muito bem o que é que se deve à flutuação de um elemento e o que se deve à pequena diferença de alturas entre o primeiro elemento e a margem de topo do segundo elemento (esperando que nenhum esteja completamente vazio).

Colapso de margens

Nesta especificação, a expressão colapso de margens significa que margens adjacentes (sem esquadria ou borda a separá-las) de duas ou mais caixas (que podem estar uma a seguir à outra ou aninhadas) combinam-se para formarem uma só margem.

Em CSS2, as margens horizontais nunca colapsam.

As margens verticais podem colapsar entre certas caixas:

  • As margens verticais adjacentes de duas ou mais caixas bloco em fluxo normal colapsam. A largura da margem resultante é a maior das larguras das margens adjacentes. No caso de margens negativas, o máximo absoluto de margens adjacentes negativas é deduzido do máximo de margens adjacentes positivo. Se não houver margens positivas, a margem negativa máxima absoluta é deduzida de zero.
  • Margens verticais entre uma caixa flutuada e qualquer outra caixa não colapsa.
  • Margens de caixas posicionadas uma absolutamente outra relativamente não colapsam.

Por favor consultar os exemplos de margens, esquadrias e bordas para uma ilustração de margens colapsadas.

RadRails 0.7

RadRails e respectivos suplementos

O RadRails é um IDE para desenvolvimento de aplicações usando Ruby on Rails (RoR). Há cerca de 2 semanas foi actualizado para a versão 0.7. Esta versão trás como características novas capacidades de integração contínua, integração com tarefas rake, modelos de código RHTML, além de correção de erros (e provavelmente alguns novos). Já se sabe que o quem o desenvolve deseja minimizar as diferenças entre um IDE e o ambiente de caracteres, para minimizar essas diferenças podemos iniciar ou parar o servidor web, executar os nossos geradores, aceder à base de dados, instalar a maior parte dos suplementos de rails e executar as tarefas de rake

Rails Plugin Directory é um repositório de suplementos (plugin) para aplicações web desenvolvidas em Ruby on Rails (RoR).

Não se esqueça que os suplementos rails podem ser usados fora do IDE.

20 julho, 2006

Edge e-mag redesenhado

O número de Julho de 2006 do magazine electrónico edge da Adobe foi redesenhado, passando a ser feito aplicando web standards, xhtml e CSS.

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16 julho, 2006

Quirky serifs aside, Georgia fonts win on Web - Style - International Herald Tribune

Que coisa estranha um jornal generalista a falar de um aspecto tão obscuro como é a tipografia, Georgia ganha na Web

Se quizer ler o artigo completo no Herald Tribune iht.com/articles/2006/0...

14 julho, 2006

Câmara Municipal de Torres Vedras

Uma das coisas que me assusta é continuar-se a assistir à recriação de sítios de diversos organismos públicos que praticamente não servem para nada para além de repositórios de informação.

Veja-se por exemplo que a Câmara Municipal de Torres Vedras acaba de lançar o seu novo sítio na Web em www.cm-tvedras.pt .

O site foi concebido com técnicas standard (uma raridade na web portuguesa pelo que devo dar os parabéns à Slingshot), mas não me interessa só a roupagem (mesmo que só a interior ou seja o código) mas o conteúdo. E este parece-me parco. Será assim tão interessante saber a identificação dos vereadores ou poder efectuar interacção com os serviços do munícipio. Porque é que quando a câmara decidiu partir para um redesenhar da sua presença na net não observou o que de melhor se pratica cá e lá fora e tentou abrir o leque de serviços que se podem usar. Francamente parece-me um desperdício de recursos.

Para mim este sítio tem ainda o defeito de ter um número excessivo de ligações na sua página inícial: 74.

No entanto volto a dizer bom trabalho para quem criou o código, trabalho abaixo do que espero hoje para quem concebeu a arquitectura de informação do sítio por ser excessivamente pobre.

Por exemplo na secção «VISITAR» não há nada noutra língua que não o Português algo que não consigo comentar sem umas fortes palavras impublicáveis...

07 julho, 2006

Ranking de Serviços Publicos - Portais do Cidadão

No sítio da Umic diz-se que:
Subidas de Portugal no Ranking de Disponibilização Completa Online de Serviços Públicos, de Out. 2004 para Abr. 2006: • De 15º para 11º nos 28 países da UE25 + Noruega, Islândia e Suiça, • De 13º para 10º na UE25, • De 11º para 7º na UE15...
Eu até dou de barato que há mais serviços disponíveis em linha por cá o que eu desconfio é da respectiva qualidade. Só encontrei um portal do cidadão declaradamente pior que o nosso o austriaco. Para poder aferir por si eis uma tabela de resumo da situação.
País endereço, não liga erros html obs.
Portugal www.portaldocidadão.pt HTML 4.01 c/ 74 erros trata da acessibilidade como se estivesse em 1998
Espanha www.060.es XHTML 1.0 Transitional (valida) tenta a conformidade com WCAG WAI-AA
Itália www.italia.gov.it HTML 4.01, WAI-A, CSS
Reino Unido direct.gov.uk HTML 4.01 (valida) tenta a conformidade com WCAG WAI-AA
Áustria www.buergerportal.at s/ declaração doctype está ao nível amador, muito pior que o nosso
Alemanha www.buergerportal.de XHTML c/ 2 erros xml:lang e lang com valores nulos (deviam ser de), WAI-AA, CSS, secção 508 a conformidade com WAI-AA não é completamente conseguida
França www.internet.gouv.fr XHTML 1.0 Transitional ao nível do alemão embora não ande para aí a pavoniar-se
Bélgica www.belgium.be HTML 4.01 com o mesmo tipo de erros que o nosso

06 julho, 2006

Estruturando formulários com listas não ordenadas por Bruno Torres ponto net

Passei a usar esta técnica quando deixei de querer que o utilizador abrisse outra aplicação para além do browser. Para que isto funcione deve enviar-se uma cópia da mensagem ao próprio autor para que este a possa arquivar.

brunotorres.net/2006/04...

rikrikrik - CSS Reset

Tenho que voltar aqui, admito que uso esta técnica mas quero estudar mais isto. rikrikrik.com/log/css-r...

RailsBestPractices in Ruby on Rails

Na sequência da minha entrada de ontem só hoje fui

à fonte e vi isto wiki.rubyonrails.com/ra...

05 julho, 2006

Boas Práticas em Rails

Boas Práticas em Rails

Tabela de Conteúdos

Desenvolvimento orientado por testes

Isto é absolutamente essencial. A Rails torna a escrita de testes unitários e testes funcionais muito simples e assim é praticamente obrigatório usar testes para validar aquilo que se irá programar. Devem ser empregues tanto testes positivos como testes negativos: primeiro verificar que a aplicação faz o que deve fazer quando são passadas as variáveis adequadas para a acção correcta e depois verificar se passando variáveis incorrectas se passa a ocorrer o comportamento preferido.

Leitura recomendada

  1. Introdução ao Desenvolvimento Orientado por Teste

Teste Unitário

Como regra geral, os testes unitários devem testar todas as validações nos modelos assim como quaisquer métodos adiccionados a esses modelos.

Por exemplo, se tiver um modelo Utilizador que valide a presença do nome e do apelido (validates_presence_of...) nos respectivos campos e que tenha um método nomecompleto que combina os dois, é provável encontrarem-se os seguintes casos de teste: test_validates_nomes e test_nomecompleto, que irá testar o modelo para se poder verificar se funciona de acordo com o previsto.

Teste Funcional

Os testes funcionais são usados para testar controladores. Como regra, deve haver, pelo menos, um caso de teste por cada acção sendo necessário empregar também aqui os testes pela positiva e pela negativa. Isto significa que se tivermos uma acção create no nosso controlador de entradas PostsController deve haver pelo menos os métodos test_create e test_bad_create nos testes funcionais que efectuam os testes pela positiva e pela negativa. Isto não significa que devam haver só dois testes por cada acção. No caso de haver casos excepcionais para além de um simples bom ou mau, um teste adequado implica cobrir também esses casos.

Leitura recomendada

Migrações

As migrações significam nunca se arrepender de destruir completamente a sua base de dados. Permitem criar esquemas de bases de dados que são agnósticas quanto aos sistema de gestão de bases de dados específico, o que significa que pode desenvolver a sua aplicação localmente com SQLite e depois distribuir a sua aplicação com MySQL sem problema. São mais limpas (e mais fáceis) de escrever do que os seus esquemas à medida e devem ser sempre que possíveis usadas.

NUNCA, NUNCA, NUNCA por nunca alterar o ficheiro schema.rb pois é uma reflexão da sua base de dados. As migrações devem ser usadas para fazer a evolução. Se não usar as migrações e em seu lugar alterar o schema.rb as coisas passaram a ficar pouco estáveis e os seus utilizadores (e clientes) ficaram deveras pouco satizfeitos.

Nota: Deve sempre executar um svn update antes de gerar uma migração de modo a não ter que efectuar prefixos em colisões.

Leitura recomendada

  1. A Alegria das Migrações
  2. Manual abreviado sobre migrações em ActiveRecord
  3. Guia superfácil sobre de migrações

SQLite

SQLite é um motor de SQL que corre num único ficheiro em vez de num servidor. É normalmente tão rápido quando o MySQL e torna-se assim uma ferramente excelente para teste e desenvolvimento. De facto com a possibilidade de executar uma base de dados directamente e completamente da memória (uma pequena base de dados excepto se tiver muita memória RAM disponível) os testes são acelerados de forma significativa. Com o aparecimento das migrações, faz todo o sentido usar o SQL para teste pois não há trabalho adicional para a instalação da sua aplicação num ambiente MySQL.

DRY - Não se repita

A principal ideia da DRY (seca) é a de que se o código se repete é extraído para um ajudante (helper) ou uma função, assim passa a ter só um lugar para ver (e alterar se for caso disso) se algo correr mal. Se encontrar código similar em vários lugares poderá querer ler atentamente esse código e extraí-lo para uma função ou um parcial.

Leitura recomendada

  1. Rails API - Reproduzir parciais
  2. Refactoring de Marting Fowler

Convenções dos nomes

Não use abreviaturas, em especial nos nomes das colunas de uma tabela. Deve ser óbvio qual o conteúdo de uma coluna (pelo menos qual o significado do nome) quando se lê o respectivo nome. além disso o sistema de erros da Rails sabe como humanizar os nomes das colunas, quando usar um nome que descreva bem o conteúdo de uma coluna será mais fácil a apresentação de erros.

Se os nomes forem demasiado compridos, pense noutra expressão (palavra ou frase) com o mesmo significado, mas que seja óbvia.

Controlo de Versões (Subversion)

Deve ser usado algum modo de controlo de versões de forma contínua. Isto permite voltar atrás de forma fácil se algo correr mal, assim como a possibilidade de nos referir-mos a código antigo se necessário. A Rails tem alguns ficheiros que não devem ser incluidos no repositório central de fontes (gosto mais da palavra originais mas estou em minoria) e assim deve consultar esta página do wiki sobre preparação da importação inicial.

Sistemas de autenticação

Já foram escritos vários módulos para autenticação para Rails, alguns são melhores que os outros.

acts_as_authenticated
Deve ser o suplemento de autenticação preferido. É facilmente instalável via script/plugin, é fácil de ampliar e pode tratar de todos os aspectos dos restantes módulos de autenticação. Além disso o código de teste é excelente o que o torna fácil de alterar
login_generator
login_generator é o gem gerador de login original desenvolvido por Tobias Luetke. A desvantagem é que se surgir um erro que danifica a palavra de passe se gravar um utilizador já existente. Não deve ser usado por esta razão. Foi substituído e ultrapassado por acts_as_authenticated
SaltedHashLoginGenerator
Foi a primeira tentativa de criar um gerador de login (sem transporte da palavra de passe a descoberto) que conseguia alterar senhas e fazer activações. Foi extraído para login_generator. É excessivo e difícil de alterar. Deve ser evitado.
login_engine
É uma extração do SaltedHashLoginGenerator e como tal tem as suas desvantagens. Além disso usa o sistema de Rails Engines que deve ser evitado pois está quase a ser descontinuado. Se necessitar mais do que de uma pequena alteração deve ser evitado.

Sobre andaimes

Os andaimes podem ser uma forma de poupar tempo ou um verdadeiro aborrecimento. Quando os usar assegure-se de que compreende exactamente o que é que o código está a fazer e porquê. Uma fez alcançado tal pode tornar-se mais fácil e rápido escrever o seu próprio código pois é frequente ter que se alterar cada uma das secções que o scaffolding nos oferece.

Leitura recomendada (geral)

  1. The Pragmatic Programmer, por Dave Thomas e Andy Hunt
  2. Refactoring por Martin Fowler
  3. Agile Web Development with Rails por Dave Thomas e David Heinemeier Hannson
  4. Ruby for Rails por David A. Black
  5. Programming Ruby por Dave Thomas, com Chad Fowler e Andy Hunt

13 junho, 2006

Uma carta aberta ao governo português

Que efeito teria uma carta aberto sobre ensino de desenvolvimento para a web se fosse enviada ao governo português (julgo que o efeito seria nulo mas qual é a opinião dos leitores?) semelhante à enviada pelos suecos?

Carta aberta ao governo sueco sobre ensino de desenvolvimento para a web

Desenvolvimento Web 2006

Sumário

A educação em ”Media Interactivos”, ”Programação Internet” e ”Tecnologia da Informação” têm que dar aos estudantes a capacidade de desenvolverem para a web actualmente e no futuro. Há um risco de a educação continuar a ensinar, tal como o faz em grande parte hoje, métodos desactualizados e tecnicamente inferiores.

O progresso na web não parou e estamos a observar dois desenvolvimentos importantes:

1.A camada de apresentação está a mudar para uma baseada sobre standards, semântica e separação de conteúdo, de design e comportamento. Isto oferece uma possibilidade à acessibilidade, de forma a nenhum utilizador ser excluído, independentemente do seu sistema operativo, navegador ou tipo de hardware, ou se o utilizador tiver qualquer tipo de deficiência funcional. Quando este passo for dado é possível continuar e criar interfaces de utilizador ricas.

2.A dinâmica dos sítios está a mudar. A partir de como se fossem ilhas isoladas, com pontes entre elas, até fazerem trocas de dados directamente entre servidores e uma nova dimensão para interacção social para utilizadores.

O ensino secundário (similar à senior high school) não será capaz de tornar os seus estudantes em responsáveis pelo desenvolvimento da web completamente capazes, com uma compreensão olística dos padrões e princípios de acessibilidade e serem capazes de programar os servidores para trabalharem com as novas formas de troca de dados. Mas é da maior importância que a educação ofereça uma fundação, sobre a qual os estudantes não necessitem de ser destreinados e necessitem de se reeducar a sim mesmos, por lhes terem sido ensinados os métodos errados. A escola deve ser uma rampa de lançamento para as autoestradas do futuro, não um beco sem saída para o passado.

Não dizemos que os standards e a acessibilidade é a única coisa que necessitam saber, quando constroem um sítio moderno, mas dizemos que não há outra opção válida para construir sítios web, quando falamos destes aspectos. Não deve colocar-se a questão entre escolher design ou standards, sobre efeito curiosos ou acessibilidade. Usar a metodologia que sugerimos estas questões não se irão tornar umas a oposição das outras.

Esta carta descreve a opinião da «The Web Standards Project Educational Task Force» e um grupo de responsáveis suecos pelo desenvolvimento da web que desejam ver uma web não discriminatória e acessível.

CONTEÚDOS

Desenvolvimento Web 2006.

Sumário

Introdução

”Web 2.0”

Web 1.0 – a web como parque fechado

Web 1.5 – Sistemas de Gestão de Conteúdos(Content Management Systems)

Web 2.0 – a web como selva

Troca de informação “por baixo da superfície”

Os utilizadores são jardineiros

Mashups

Standards: Fim da LEI da selva

Standards, desenvolvimento não específico de um navegador

Separação de conteúdo, design e comportamento

Código semântico

AJAX e interfaces de utilizador ricos

A web em 24 horas

Lista de consequências

Assinada por:

Introdução

Chegou o momento de explicar e implementar as visões dos curricula, mas antes de passarmos a uma descrição detalhada do que é que a escola deve ensinar, necessitamos de ter um conhecimento acerca dos actuais desenvolvimentos e do futuro. Este documento irá tentar oferecer um inquérito sobre algumas das principais tendências que envolvem o desenvolvimento web na actualidade.

Não dizemos que o ensino secundário (senior high school) deva ensinar todas as tecnologias que serão mencionadas nesta carta. Algumas delas são demasiado avançadas para este nível de ensino. Queremos contudo dizer, que os fundamentos devem ser ensinados, de tal modo a serem realmente uma fundação adequada para os níveis seguintes.

Um certo número de pessoas será mencionado neste documento com o seu nome. São nomeados como sendo peritos e exemplos. Um bom desenvolvimento web é feito com o espírito que estas pessoas representam. Isto não implica que cada uma das pessoas mencionadas seja infalível ou mesmo a “melhor” no seu campo. Foram aqui nomeadas porque são relativamente bem conhecidas e de certo modo tornaram-se a face humana de certas ideias.

”Web 2.0”

Poderia pensar-se que surgiu uma nova tecnologia com todo o bruaá sobre a “Web 2.0” durante 2005. A verdade é que não houve nenhuma alteração drástica de tecnologia quando se observa o conteúdo e as especificações da tecnologia. Continuamos a utilizar o HTML 4, que foi definido em 1997-1999, ou o XHTML 1.0, definido em 2000. Acrescentámos o CSS 2.1, que é um subconjunto do CSS 2.0>, i.e. uma simplificação, e as CSS 2.0 já estavam definidas em 1998. O terceiro componente fundacional numa página web é a JavaScript. A última parte da JavaScript, que recentemente atraiu atenção (XMLHttpRequest) foi desenvolvida pela Microsoft em 1998 e as especificações DOM 1.0 já foram também definidas em 1998.

Contudo a web de 2006 é radicalmente diferente da de 2000. Um novo modo de usar estas técnicas viu a luz do dia e a diferença é enorme. Quem não tenha seguido o desenvolvimento foi deixado para trás. É da maior importância que o ensino reflicta esta alteração de paradigma e não ensine métodos obsoletos.

As alterações não são só técnicas, mas envolvem a web como um todo e como é que interagimos com ela como utilizadores.

Web 1.0 – a web como parque fechado

[[A ligação só se encontra na camada de apresentação. Poucas entradas, talvez só uma entrada.]]

[[O jardineiro – o webmaster. Três papeis principais: Técnico, design, conteúdo e Especialização. DMOZ é um exemplo de um pequeno número de voluntários que oferecem conteúdo, mas em que o utilizador regular só vê (a ser comparado com del.icio.us). Mesmo as comunidades operam dentro de “uma cerca”.]]

Web 1.5 – Sistemas de Gestão de Conteúdos/Content Management Systems

[[Os fornecedores de conteúdos necessitam de ferramentas para sítios grandes sítios orientados por bases de dados. Desde os finais dos anos 90 os sítios estáticos estão mais ou menos mortos. Há um CMS por detrás dos principais sítios web. As organizações pagam por um CMS.]]

[[Mesmo os novatos necessitam de conhecer que não falta muito até que a página estática seja incorporada num CMS. Os designers desenvolvem modelos, não páginas. O designer puro não toca sequer em código, mas desenha no papel ou no photoshop e deixa alguém implementar o design.]]

[[A metáfora do jardim fechado ainda se mantém. Comunidades isoladas na web.]]

[[Os CMSs causam um problema importante, pois produzem frequentemente marcação não standard, inválida e não semântica. Tais CMSs não devem ser colocados em primeiro lugar como algo que os estudantes devam simular.]]

Web 2.0 – a web como selva

[[Qualquer página é uma página de entrada. Não há só uma porta de entrada no jardim. Mas a grande revolução é que as ligações nos sítios se encontram na camada da lógica de negócio. As raízes e ramos são misturados livremente com aquelas que pertencem a outras plantas.]]

Troca de informação “por baixo da superfície”

[[Onde começa uma liana na floresta é pouco importante normalmente. Crescem entre várias árvores. Os sítios da web da actualidade podem mostrar informação que é guardada noutro local. Assinatura, agregação, serviços web, blog ping, etc levam a que os sítios estejam ligados de outro modo. Estes sítios não só se ligam a outros, mas partilham informação uns com os outros.]]

Os utilizadores são jardineiros

[[Os utilizadores estão a tornar-se na principal fonte de informação. A Amazon.com lidera ao deixar aos leitores a oferta de críticas, pistas e listas de desejos e padrões de utilização (”Clientes que compraram este livro também compraram…”).]]

[Há uma maior dinâmica ao ter um  blogue do que ser membro de uma comunidade. A palavra “blogosfera” poderá nem sempre transmitir as conotações correctas mas é uma tentativa de atribuição de um nome a esta nova dinâmica. A web como comunidade.]]

[[Wikipedia é outro exemplo.]]

[[Novas regras – a ”long tail”. Mais poderes aos utilizadores. Novos padrões económicos.]]

Mashups

[[Nem todas as plantas na selva têm raízes no chão. Uma planta pode crescer a partir de outra. Um “mashup (sítio ou aplicação web que combina informação de mais do que uma origem)” é um sítio que usa uma API de outro sítio, com o seu consentimento, para fornecer um serviço em cima do outro. Isto encoraja sítios como Google, Amazon, Yahoo, etc.]]

Standards: Fim da LEI da selva

O novo tipo de troca de informação, mashups, etc. é o resultado do facto de num outro sentido a web se ter tornado menos selva. O intercâmbio exige standards cuidadosamente definidos. Mesmo as grandes organizações têm que seguir cuidadosamente os standards existentes e a maior parte das tentativas de utilização de técnicas proprietárias é punido pelas pessoas com verdadeiro poder - o colectivo dos responsáveis pelo desenvolvimento da web.

No ano de 2003 Jeffrey Zeldman publicou o livro ”Designing with Web Standards” e no mesmo ano Dave Shea lançou o sítio CSS Zen Garden e desde essa altura os responsáveis pelo desenvolvimento da web competentes ficaram conscientes que os sítios web  modernos são desenvolvidos de acordo com uma filosofia clara, que ao lado dos standards também incluem separação de design, conteúdos, comportamento e código semântico.

O inventor da web, Timothy Berners-Lee, é claro a pessoa mais importante em todo este progresso. O modo como ele previa a web originalmente significava o que estamos a ver agora é o retorno ao que ele achava que devia ser, antes de ter em grande medida sido destruída por pessoas bloqueadas na perspectiva da edição de secretária.

Standards, desenvolvimento não específico de um navegador

No final dos anos 90 sucedeu aquilo que foi designado por “guerra dos navegadores”. A Netscape e a Microsoft guerrearam-se pelos responsáveis de desenvolvimento criando tecnologias proprietárias e esperando que as páginas de entrada não trabalhassem com os navegadores concorrentes. “Este site está optimizado para” e instruções similares eram frequentes. A Microsoft ganhou a guerra dos navegadores, oferecendo um melhor suporte que o da Netscape aos standards definidos pelo World Wide Web Consortium (W3C) para HTML, XHTML, CSS e DOM.

Quando a Netscape lançou o Mozilla Project e os responsáveis pelo desenvolvimento se tornaram poder em vez das pessoas do marketing, foi tomada uma decisão inicial sobre parar o suporte a tecnologias proprietárias da Netscape e em seu lugar seguir meticulosamente os standards da web.

O resultado é que todos os navegadores modernos (gen 6+) seguem pelo menos de forma decente os standards. Houve pouco desenvolvimento no Internet Explorer desde 2001, mas no momento a melhoria do suporte dos stantards está a ocorrer e é um dos temas chave. A versão Internet Explorer 6 é suficientemente boa para nos capacitar ao desenvolvimento baseado nos standards.

O tempo em que se desenvolvia para determinado navegador, ou a dificuldade de desenvolvimento para um certo número de navegadores passou. Algumas companhias suecas de desenvolvimento ainda não compreenderam que estão em risco de serem deixadas para trás à medida que cada vez mais clientes perceberem que podem ter melhores sítios web por menos dinheiro com este novo modo de fazer sítios web.

Separação de conteúdo, design e comportamento

O desenvolvimento baseado nos standards frequentemente é acompanhado da consciência de que as páginas de entrada de ontem eram feitas com mau código. Normalmente designado por “sopa de marcação”. HTML ou XHTML não devem ser de todo usadas para controlar o aspecto visual de uma página. Os marcadores ou atributos que só servem uma finalidade visual, designados por “marcação física” (um termo normalmente usado na Suécia) não devem ser usados de todo. Estes marcadores e atributos incluem < font> , < center> , bgcolor, align, etc.

separaçãoentre conteúdo, descrito por (X)HTML e design, controlado por CSS, é o primeiro passo. Ganha-se as seguintes vantagens:

  • Desenvolvimento mais rápido.
  • Redesigns extremamente mais rápidos.
  • Mais possibilidades de arranjo.
  • Fácil adaptação a plataformas de media alternativas (TV, telemóveis, impressão, Braille, síntese de voz, etc.)
  • Melhor classificação nos motores de busca, em especial quando combinada com codificação semântica (ver abaixo).
  • Quantidade de dados reduzida necessária ao envio de página devido à tamponização dos ficheiros externos com CSS e JavaScript efectuada pelos navegadores visitantes.

Na página podem figurar coisas como menus descendentes, controles com valores num formulário, etc. A estes chamamos comportamento. JavaScript, pelo que de facto é uma combinação de ECMAScript e DOM 18, é o meio pelo qual se deve controlar tal comportamento em primeiro lugar. Esta foi também uma área abusada. O JavaScript foi usado para entregar conteúdo e controlar design, sem nenhuma segurança, em especial ao usar JavaScript para adaptar páginas aos diferentes navegadores. O código descuidado ainda ficou mais descuidado! O JavaScript é talvez a tecnologia mais abusada e mais mal compreendida de todas na web.

O ano de 2005 significou uma alteração drástica contudo. Livros como ”DHTML Utopia” 20 e ”DOM Scripting” 21 significaram uma alteração do paradigma e um número elevado de responsáveis de desenvolvimento começaram a usar esta tecnologia de modo correcto.

Código semântico

Durante a era da sopa de marcadores, houve também frequente abuso de marcadores HTML-tags. O marcador < p> , que deve ser usado para denotar um parágrafo foi usado para arranjar espaço. O marcador < blockquote> , que deve denotar uma citação extensa, foi usado para gerir recortes. E a tecnologia mais abusada de todas, as tabelas, foram usadas com finalidade de gerir arranjos e não para dados tabulares. Quase todos os livros ou páginas Web suecas que ensinavam web design ensinavam estes métodos abusivos.

O sítio Webdesignskolan (“Web Design School”) reclam a ser visitado por milhares de estudantes do ensino secundário todos os anos. Chegou à conclusão de que ensinava métodos desactualizados e colocou um aviso pequeno no seu próprio material!

Ao só usar marcadores com significado semântico e usando-os de forma correcta, são ganhas algumas vantagens. O código torna-se mais compreensível, e portanto mais fácil de desenvolver e alterar. As páginas poderão interagir mais. A sua acessibilidade aumenta drasticamente. Páginas codificadas de forma semântica podem ser compreendidas pelas pessoas que escutam os sintetizadores de voz ou que leiam em terminais Braille. É mais fácil fazer adaptações para pessoas com outras formas de deficiência. O robot de pesquisa do Google, assim como a maior parte dos motores de busca, é um utilizador “cego”significando que uma página semanticamente codificada será indexada correctamente e provavelmente classificada mais alto se o seu código for semântico.

A semântica cria novas possibilidades. Responsáveis visionários de desenvolvimento começaram a usar microformats. Concebidos sobre o surgimento dos standards e código semântico. Isto é há padrões para usar dados de calendário (hCalendar) e informação de contacto pessoal (hCard). Outra área a aparecer é a dos “padrões web”, tornando possível reutilizar as melhores soluções para criar a estrutura de páginas web.

Os responsáveis pelo desenvolvimento que continuarem a usar marcação não semântica serão ultrapassados e deixados para trás!

AJAX e interfaces de utilizador ricos

Em Fevereiro de 2005 Jesse James Garret cunhou o termo AJAX, ao tentar explicar a nova implementação de JavaScript em sítios como Google Suggest, Google Maps, Flickr31 e Basecamphq. O termo ganhou popularidade de tal modo que algumas pessoas julgam tratar-se de um sinónimo de “web 2.0”. Não é o caso, mas o AJAX é uma peça importante na nova era.

AJAX é de facto um termo de marketing (tal como o DHTML), e não uma tecnologia. AJAX é o desenvolvimento de um novo tipo de interface do utilizador usando tecnologias existentes. A web está a ser transformada num Run Time Environment (ambiente de execução/sistema operativo). O entusiasmo é em parte perigoso. A era DHTML dos anos 90 era um passo além da visão da web. Soluções para só alguns navegadores que eram inacessíveis para utilizadores com deficiências de visão, audição, movimento ou cognitivas, estão em risco de reaparecer em aplicações AJAX desenvolvidas por pessoas cujas mentes não foram “purgadas” dos pecados da era DHTML.

Um grupo de responsáveis pelo desenvolvimento estão nas barricadas {{esta frase faz sentido em português?}}, tentando promover uma atitude responsável a este novo método. É importante que a sua filosofia ganhe, para não voltamos a cair no pesadelo das soluções proprietárias e inacessíveis que pelo menos estamos a começar a emergir.

Contudo, há algumas aplicações para o ambiente web, que pela riqueza das suas interfaces substituem aplicações de secretária existentes. A programação nos anos 80 significava que se programava para o hardware, nos anos 90 houve uma mudança de codificação para APIs do sistema operativo. No futuro próximo poderemos ver  “programas” de secretária de hoje serem substituídos ou pelo menos complementados por sítios web que deixamos de poder descrever como “páginas” mas como aplicações completas.

A web em 24 horas

O governo sueco cunhou a expressão “a web em 24 horas”. “O guia para a web em 24 horas” contém os princípios orientadores de todos os sítios públicos na Suécia, e estão lentamente a ter um efeito. Um blogue muito bom (em sueco) segue este desenvolvimento “The 24-hour blog”.

Estes princípios orientadores estão de acordo com o que figura neste documento. Como consequência da sua adopção os responsáveis pelo desenvolvimento que não aderirem a estes princípios não vão obter novos contratos (tal como deve ser!). Em Dezembro de 2005 o governo sueco anunciou legislação que irá surgir em breve que exigirá um mínimo de acessibilidade nos sítios web públicos suecos.

Isto deve implicar consequências, também no ensino de tecnologias relativas à web no ensino secundário.


Lista de consequências

Qual o melhor modo de fazer algo, i.e. “melhores práticas”? O que deve ser evitado?

”Campeões da causa”: Jeffrey Zeldman, Dan Cederholm e The Web standards Project.

Melhor material disponível em sueco: Desenvolvimento com Web Standards por Roger Johansson.

“Pioneiro”: Jeffrey Zeldman.

Imagem útil: “O banco de três pernas.”

“Pioneiro”: Eric Meyer.

Standards relevantes: CSS 2.1 e CSS 3.

Melhor material em sueco: ”Aprenda você mesmo CSS” por Russ Weakley.

“Pioneiro”: Tantek Çelik.

Standards relevantes: HTML 4.01, XHTML 1.0, XHTML 1.1, XHTML 2.0 (em desenvolvimento) e HTML 5 (cooperação entre Mozilla, Opera, etc.)

Não há material adequado em sueco!

“Pioneiro”: Joe Clark.

Standards relevantes: WAI e WCAG. WCAG 2.0 deve ser considerado para Gy -07.

Melhor material em sueco: ”Tillgängliga webbplatser i praktiken” (Sítios web acessíveis na vida real).

(Controverso) “Pioneiro” Jacob Nielsen.

Melhor material em sueco: ”Användbarhetsboken” (O Livro da Usabilidade) por Tommy Sundström.

“Pioneiros”: Jeremy Keith, Simon Willison, Peter-Paul Koch (PPK), Scott Andrew LePera, James Edwards (“Brothercake”)

Palavras chave:

  • W3C DOM
  • ECMAScript
  • ”Não obstrutivo” (Separação de comportamento do Conteúdo e do Design)
  • ”Degradação aceitável” (Tolerância a falhas, acessibilidade)
  • ”Melhoria progressiva”
  • ”Detecção de objecto” (não “detecção de navegador”)

Não há bom material em sueco. Os livros seguintes em inglês são normativos:

  • JavaScript: The Definitive Guide por David Flanagan.
  • DOM Scripting por Jeremy Keith.
  • The JavaScript Anthology por James Edwards and Cameron Adams.

Assinada por:

The Web Standards Project Educational Task Force, através de Lars Gunther. (Lars Gunther é professor na Nils Ericsonsgymnasiet em Trollhättan, Suécia, e tem uma pequena companhia chamada Keryx.)

The Web Standards Project nasceu com Jeffrey Zeldman e outros e é liderado por Molly Holzschlag, autora de vários livros sobre HTML e CSS.

WASP-EduTT é liderado por April Siegfried que ensina desenvolvimento web baseado em standards na DePaul University, Chicago.

Tommy Olsson bloga sobre web standards e accessibility no actualmente dormente autisticcuckoo.net e é um guro de (X)HTML activo nos foruns SitePoint.

Roger Johansson possui o blogue internacionalmente famoso 456bereastreet.com , sobre desenvolvimento web com enfâse em standards, acessibilidade e usabilidade.

Robert Nyman trabalha como web developer há já alguns anos e escreve regularmente sobre o assunto em robertnyman.com . Além disso organiza reuniões entre responsáveis de desenvolvimento para web para partilha de conhecimentos e melhoria da compreenção.

Peter Krantz bloga em standards-schmandards.com e é um dos responsáveis pelo desenvolvimento do simulador de síntese de voz Fangs.

Martin Janner tem trabalhado com desenvolvimento baseado em standards entre outros na  Eniro e tem o blogue em http://stilmall.se

Björn Hagström é uma das forças nos bastidores do 24timmarsbloggen.se e é responsável pelos sítios da web da cidade de Örebro.

09 junho, 2006

Usar update_page em link_to_function

Introdução

Bruce Williams diz que vive numa terra de modelos e ajudantes de Rails. Para nos dar uma ideia de que está a falar a sério diz-nos o seguinte. Que a sua actual aplicação tem serca de 670 ficheiros de modelos separados (com cerca de 8500 linhas) e 75 ajudantes (com cerca de 2350 linhas) e que continua a crescer.

O que é que isto significa - para além do facto de o TextMate ser o nosso melhor amigo? Significa que se há alguma coisa que ele saiba sobre Rails é como gerir um grande volume de modelos e de código relacionado com vistas e construção de infraestruturas para ajudar a SECAR (DRY - não te repitas) o caos.

Ele diz-nos que irá tentar ajudar outros programadores, responsáveis pelo desenvolvimento de sítios na web que estejam no mesmo barco escrevendo uma série de artigos debaixo do título genérico Rails Views. Estes artigos irão realçar técnicas usadas por si no dia-a-dia. Poderá ser que as achemos úteis, e acrescenta que podem não ser a única forma de obter o mesmo resultado mas que é o processo por si usado.

Diz-nos ainda que esta série de artigos Rails Views partem do princípio que o leitor sabe Ruby bem, e dessa forma ele não irá tratar de se focar na explicação dos detalhes pois espera que um programador decente em Ruby os possa perceber. Irá partir do princípio que o leitor usa Edge Rails.

Utilização de update_page na link_to_function

Uma das técnicas que menos vejo usada nas aplicações em Rails e uma das que acho não só elegante mas que poupa tempo é o uso de update_page directamente na link_to_function .

Porque é que não há mais gente a usar esta técnica? Não percebo. Muito do trabalho foi para RJS... e assim porque não usá-lo?

Eis um exemplo rápido, de duas formas. Tornemos todos os parágrafos de texto, verdes, na página usando a classe CSS irish , só porque sim - finja que é dia de S. Patrício por uns instantes. De facto enfiemos rapidamente um anúncio de "Dia de São Patrício" também.

Em primeiro lugar a versão tradicional (mesmo que melhorada com o prototype) link_to_function .

link_to_function("Toca-me!", "$('p').each( function(tag) {tag.addClassName('irish');} ); new Effect.SlideDown('banner',{duration:0.4});" ) e, com update_page : link_to_function("Toca-me!", update_page{|page| page.select('p').each{|p| p.addClassName('irish')} page[:banner].visual_effect :slide_down, :duration =&gt; 0.4})

São aproximadamente do mesmo tamanho... qual é a espiga?

  • A Ruby é mais poderosa e mais fácil de ler do que JavaScript tenha em mente que este é um exemplo muito simples
  • Uma vez tendo começado a interpolar dinamicamente ids de diferentes elementos, numa string em javascript (claro está usando escape_javascript ), a versão sem update_page torna-se mais difícil de fazer e de manter (deixe só passar o almoço e volte ao seu código e veja)
  • É mais fácil expandir esta técnica usando outros ajudantes e infraestruturas (passando page para adicionar código comum por exemplo) e depois passar strings para serem concatenadas - correndo o risco de um erro sintático no javascript neste processo (alguém poderá dizer "falta de ponto-e-vírgula?").

Este técnica é pequena e simplesmente a minha preferida.

Entender o que são e para que servem os símbolos da Ruby

Quando uma pessoa está a aprender a utilizar uma infraestrutura como a Ruby On Rails e por essa razão tem que aprender Ruby é importante Entender a utilização dos símbolos na Ruby visto serem algo inerente à própria linguagem de programação.

08 junho, 2006

Levels of Accessibility Knowledge – Le «blog personnel» de Joe Clark

Que o Joe Clark não gosta da nova proposta de directrizes WCAG 2.0 já todos o sabíamos mas que achava que os «especialistas» do grupo de trabalho estm no nível 2 é mauzinho.

Níveis de conhecimento

Nas últimas semanas têm aparecido uma série de especialistas das várias disciplinhas da web que criam escalas sobre os conhecimentos devidos para execução de uma tarefa na web.

Emil Stenström apresenta os 7 níveis de conhecimento sobre CSS, Roger Johansson apresenta os 7 níveis de conhecimento em HTML , Dean Edwards documenta seis níveis de conhecimentos em JavaScript e por fim (pelo menos por agora) Joe Clark apresenta os oito Níveis de conhecimento em Acessibilidade .

Um Guia de Introdução à Ruby - de Eustáquio Rangel

O Eustáquio Rangel acaba de actualizar (com correções) o seu Tutorial de Ruby. Este guia encontra-se escrito em português do Brazil pelo que é necessário algum cuidado na sua interpretação. O tutorial do toq (Eustáquio Rangel) é um ficheiro em formato PDF

26 maio, 2006

A List Apart 217

O «A List Apart» publicou o número 217 com artigos de Joe Clark a querer mandar passear (eufemismo da minha parte) as WCAG 2. A Molly E. Holzschlag escreve sobre Normas Abertas para uma Web Global tocando as problemáticas da internacionalização e da localização. O texto repescado é de Mark Bernstein 10 Pistas sobre escrita na Web dinâmica

15 maio, 2006

Padrões Web

Não não estou a falar de web standards mas de web pattern. Este último sitio inclui uma lista de tipos de sítios (em termos de interacção, conteúdo e finalidade do sítio com definição do caso e como é resolvido). Material a ler por quem está a começar a criar sítios profissionalmente.

09 maio, 2006

Leituras

Um problema pessoal leva-me a estar muitas horas sem aceder ao meu PC. No entanto tenho tido tempo para por em dia algumas leituras. Eis algumas dessas: Eu que vinha de uma escola de pensamento que quase impede (ainda) a evolução das bases de dados (em DB2 e COBOL tal exige novas ligações entre código e novos esquemas de bases de dados) quase sofri um choque com a leitura do primeiro destes livros. Os livros sobre utilização de Subversion têm o defeito de salvo as ideias gerais e as de utilização mais frequente não poderem acompanhar a alteração rápida (evolução) do programa. O último relativo ao conhecimento de Ruby para um bom desenvolvimento com Rails parece-me essencial para quem queira fazer mais do que copiar e adoptar código de terceiros no desenvolvimento das respectivas aplicações. Bastante interessante.

08 maio, 2006

Uma razão para ler com atenção as listas de correio dos temas que nos interessam

Parece-me que não consigo arranjar um título mais comprido, mas de cada vez que abro o TB e vejo o meu correio e encontro nele referências a sítios como este acho que o tempo consumido a lêr é muito bem gasto.

:uniq

Acabei de ler um excelente artigo de Josh Susser sobre a utilização da opção em relações do tipo contem vários através de ....


26 abril, 2006

Scriptacolous

A Amy Hoy voltou a fazê-lo novamente. Agora podemos ter um resumo da utilização da biblioteca de javascript scriptacolous numa única página. Perfeito.

22 abril, 2006

CMS e Web Standards

No manifesto da Wasp diz-se algo como:

Todos os Sistemas de Gestão de Conteúdos (CMS ) devem produzir código semântico, acessível, válido e enxuto logo que se instale.
Infelizmente continuo a ver muitos sítios novos que acabam por usar CMS tecnologicamente ultrapassados. Os sítios em si têm bom aspecto mas as engrenagens por detrás dão-lhe um ar desmaselado como por exemplo no novo sítio da Igreja dos Pastorinhos.

Canada on Rails

Para quem queira ler umas notas sobre a conferênciaCanada on Rails pode lê-las no blog do Ryan Davis.

06 abril, 2006

Podcast sobre microformatos

Um podcast para quem queira ouvir falar de microformatos no blog de Alex Barnett. Neste mesmo blog poderá encontrar mais alguns podcast sobre temas como OMPL, agregadores e leitores de RSS.


24 março, 2006

Validação não pode ser a única forma de boas práticas

Roger Johansson aponta uma confusão nalgumas cabeças que acham que basta que o HTML de um sítio seja válido para terem um sítio que usa boas práticas. Deve acrescentar que até agora só encontrei um sítio de organismo público que validasse e mesmo esse coitado não praticava boas práticas. (Validar é só um passinho...)

Design Meltdown

Este é um daqueles sítios que quem quer aprender a desenvolver sítios web (e eu quero) deve consultar: Design Meltdown.
A sua tabela de conteúdos começa com a utilização de cores e depois passa para os elementos e técnicas de design, passa para os problemas e soluções e finaliza com tutoriais.

A boca fica a salivar!

20 março, 2006

Um blog sobre design, usabilidade e novidades

Um blog português sobre design, ergonomia e com um pouco de humor. A visitar em especial pelas recensões de livros fica em Design Ergonomia

Como Depurar Vistas - RoR

Ferramentas de depuração

A Rails trás um ajudante de depuração que pode usar nas vistas:

<%= debug @user %>

Isto irá produzir uma saída como esta:


--- !ruby/object:User
attributes: 
  name: Jane Loe 
  username: janeloe
  id: "1" 
  password: fc46324eea5eede31c00b9026e5037e162dccda8

Adicionar aos ajudantes

O artigo Rails Plugin para ajudar a depurar vistas descreve um plugin que torna mais fácil abrir uma janela popup similar às Smartys escarrapachando todas as atribuições, sessões, parâmetros e variáveis flash. O plugin deriva de código disponível nas Snippets. Isto é especialmente útil quando se trabalha em conjunto com designers que não têm a mínima ideia do género de informação exportada pelos controladores numa dada vista.

15 março, 2006

Edições Sempre em Pé

As edições Sempre em Pé têm um síte limpo. Salvo alguns pequenos lapsos pouco haverá a alterar para melhorar. Este é um site que não sendo à partida feito para pessoas com dificuldades de leitura, permite que se amplie os respectivos tipos sem perca da informação gráfica existente.

Em relação à conformidade com padrões poderá efectuar-se uma melhoria de forma a que o site cumpra com o que indica.

09 março, 2006

Testar Migrações (RoR)

Qual a forma correcta de testar migrações?

Usar:

rake migrate RAILS_ENV=test

e chega

07 março, 2006

Desenvolver sítios para utilizadores com deficiências cognitivas e dificuldades de aprendizagem

Sumário

Quando se pensa em acessibilidade do conteúdo na web há uma tendência para nos concentrarmos nas pessoas com incapacidades visuais. As pessoas com incapacidades cognitivas e com dificuldades de aprendizagem são frequentemente esquecidas.

O artigo original é do: Juicy Studio, Developing sites for users with Cognitive disabilities and learning difficulties, Este artigo escrito por Roger Hudson, Russ Weakley, e Peter Firminger, examina os tipos de problemas que os visitantes podem encontrar quando usam a web com sugestões profundas e práticas sobre como desenvolver sítios web que incluam as pessoas com incapacidades cognitivas ou com dificuldades de aprendizagem.

Autor: Russ Weakley

Conteúdos

Por Roger Hudson, Russ Weakley, e Peter Firminger

Traduções

Tradução russa
A tradução russa deste artigo é atenciosamente fornecida por Vlad Brown
Tradução sueca
A tradução sueca deste artigo é atenciosamente fornecida por Johan Sundstrom.
Tradução italiana
A tradução italiana deste artigo é atenciosamente fornecida por Livio Mondini.
Tradução filandesa
A tradução filandesa deste artigo é atenciosamente fornecida por Saavutettava.fi.

Introdução

O grupo de dificientes maior na nossa comunidade é o das pessoas com dificiências cognitivas e com dificuldades de aprendizagem, contudo é um grupo frequentemente esquecido em relação à acessibilidade de um sítio web.

As etiquetas de incapacidade cognitiva e dificuldades de aprendizagem, parece englobar um amplo espectro de condições que os responsáveis pelo desenvolvimento da web acham frequentemente difíceis de indentificar ou de tratar as necessidades especificas dos indivíduos ou grupos que normalmente descrevem.

Muitas dificiências distintas podem afectar a capacidade de uma pessoa em aceder a um sítio web e usar a informação nele contida, por exemplo:

  • Dificiência cognitiva, que inclui memória, percepção, resolução de problemas conceptualização e dificiência de atenção. Isto pode resultar de um espectro de condições tais como atraso mental, autismo, danos cerebrais, parkinsonismo, doença de Alzheimer e senilidade.
  • Dificuldades de aprendizagem pode também afectar uma variedade de memória, percepção, resolução de problemas e capacidades de conceptualização. As dificuldades de aprendizagem incluem problemas de leitura como a dislexia, cálculo, deficiências de raciocinio e organização e dificuldades não verbais de aprendizagem. Estas são, por vezes, também associadas à hiperactividade e à dificiência de Atenção.

Para o responsável pelo desenvolvimento da web a situação pode apresentar-se mais complexa pelo facto de que os utilizadores individuais com estas condições podem ter necessidades muito diversas. É comum para indivíduos com problemas cognitivos numa área serem extraordinariamente habilitados noutras áreas. Por exemplo uma pessoa que é um excelente leitor pode ter consideráveis problemas em compreender como é que uma página web é organizada ou ser facilmente distraído por uma pequena imagem animada.

Pode a web tratar das necessidades de todos estes diferentes grupos. Provavelmente sim, mas com sítios web diferentes.

A web pode trazer prazer considerável e ajudar pessoas com diferentes e em alguns casos muito profundas incapacidades cognitivas. O projecto Peepo (já fechado) dava um largo espectro de recursos e ideias para capacitar as pessoas com sérias dificuldades de aprendizagem a navegar e usar a web com independência.

O foco deste artigo é em primeiro lugar sobre como melhorar a web para pessoas que têm capacidade funcional para acederem independentemente e usarem sítios que contenham algum conteúdo textual. Em particular, o artigo sugerem alguns métodos simples que podem melhorar a acessibilidade dos sítios a pessoas que acham difícil ler e usar conteúdo escrito.

Para uma versão mais detalhada deste artigo vá para Uma Fronteira da Acessibilidade: dificiências cognitivas e dificuldades de aprendizagem

1. Trabalhar com conteúdo

1.1 Conteúdo claro e simples

O conteúdo que é bem escrito será fácil para todos acederem incluindo pessoas com dificuldades de aprendizagem ou cognitivas.

  • Assegure-se que a informação está bem organizada.
  • Mantenha o conteúdo curto e simples.
  • Reparta a informação em pequenas porções, com uma ideia chave por parágrafo.
  • Apresente pontos relacionados numa lista em vez de num parágrafo muito extenso.
  • Utilize cabeçalhos com significado.
  • Verifique que não há erros ortográficos ou gramaticais.
  • Explique ou defina os termos técnicos, as abreviaturas e as siglas.

1.2 Comprimento óptimo da linha

A maior parte dos utilizadores da web acham que as linhas muito extensas são difíceis de ler. Para pessoas com problemas de leitura as linhas extensas podem tornar-se numa barreira significativa. À medida que a resolução do ecrã vai aumentando, é possível obter mais e mais caracteres numa linha num determinado tamanho do tipo de letra, contudo o tamanho de tipo de letra óptimo para leitura fácil varia de leitor para leitor. Como resultado é difícil ser definitivo sobre qual será o melhor comprimento de linha, mas como regra geral uma linha não deve exceder os 70 a 80 caracteres e o texto deve ser marginado do lado direito e esquerdo.

1.3 Rios de branco

Muitos utilizadores da web com dificuldades de leitura têm problemas com texto que é alinhado tanto à direita como à esquerda. O espacejamento desigual entre palavras do texto completamente alinhado pode causar "rios espaço em branco" que correm de cima abaixo e tornam a leitura mais difícil e em alguns casos impossível para algumas pessoas. A solução simples é evitar usar texto alinhados dos dois lados (texto justificado).

1.4 Escrita de pirâmide invertida

Um forma simples de tornar o conteúdo mais acessível é usar o estilo da pirâmide invertida na escrita adoptada pela maior parte dos jornais. Começar por um sumário ou pequena introdução do tema e a súmula e depois dar os detalhes de fundo e informação de suporte. Isto permite aos utilizadores determinar rapidamente se há informação em que estejam interessados sem terem de analisar a totalidade da página.

2. Esconder e mostrar conteúdo

Para alguns utilizadores da web, em particular, para aqueles com deficiências cognitivas e dificuldades de aprendizagem grandes quantidades de texto numa página podem tornar-se numa barreira à acessibilidade. Permitir que o utilizador tenha algum controlo sobre a informação que lhe seja apresentada pode reduzir o impacto deste problema potencial. É possível agora dar aos utilizadores a capacidade de escolherem entre uma versão simples ou uma versão detalhada do conteúdo da página de várias formas.

2.1 Conteúdo breve e conteúdo extenso

Este método permite aos utilizadores escolherem entre uma versão abreviada ou uma versão extensa do conteúdo da página em todo um sítio web. Os utilizadores que optarem pela versão abreviada podem navegar no sítio, lerem a versão de texto mais breve de cada página. Se numa determinada página desejarem informação mais detalhada, eles seleccionam a opção da versão e é carregada a versão extensa do conteúdo.

Este método foi usado pelo sítio baseado em Sydney do Guardianship Tribunal. O teste de utilização deste sítio envolveu um largo espectro de utilizadores, incluindo alguns com dificuldades cognitivas e de aprendizagem. Quando percebiam que podiam escolher entre versões breves ou extensas do conteúdo das páginas a maior parte dos utilizadores achavam esta capacidade sem vantajosa. Por exemplo pessoas com problemas de leitura eram capazes de obter a versão abreviada da informação que conseguiam ler e compreender. Os assistentes sociais e os médicos também usavam o conteúdo breve como opção por omissão na sua navegação visto permitir localizar informação que lhes era necessária de forma rápida.

2.2 Expansão das balas

Um método similar usar frases simples ou cabeçalhos como forma de dar uma visão geral do conteúdo. Estas são apresentadas como balas que também servem como as chaves para obter mais informação. Quando o utilizador selecciona uma bala a versão extensa da informação relativa a esse ponto é apresentada na lista de balas.

2.3 Esconder-Mostrar balas

Este método também usa balas para frases simples ou cabeçalhos. Contudo o conteúdo expandido não é mostrado dentro de cada bala. É, de facto, mostrado por baixo da lista completa de balas. Esta opção é melhor para porções de conteúdo extensas.

2.4 Conteúdo de apresentação com diapositivos

Usar a web para fornecer conteúdo informativo para utilizadores com deficiências cognitivas mais sérias poderá exigir uma aproximação diferente. Um método sugerido envolve a apresentação da informação numa apresentação de diapositivos integrada com um diapositivo separado por cada conceito ou assunto. Isto irá permitir que o conteúdo fornecido o seja de forma clara, fácil de aceder em bocados que o utilizador pode percorrer à sua própria cadência.

3. CSS para ajudar na clicabilidade e na legibilidade

Uma das principais vantagens das «Cascading Style Sheets» (CSS) é que podem ser usadas para manipular a apresentação do conteúdo sem afectar a estrutura do conteúdo. Eis alguns métodos simples que usam CSS para tornar o conteúdo mais acessível para pessoas com dificiências cognitivas e dificuldades de aprendisagem.

3.1 Aumentar entrelinha

Alguns utilizadores acham que um aumento do espaço entre linhas de texto num parágrafo pode ajudar na legibilidade.

3.2 Aumentar margem após parágrafo

Normalmente há uma linha completa de intervalo entre parágrafos num bloco de conteúdo. Aumentar este intervalo para 1,5 ou 2 linhas de espaço pode ajudar a legibilidade para alguns utilizadores.

3.3 Efeito de pairar sobre ligações

Alguns utilizadores têm dificuldade em distinguirem ligações de outros conteúdos. As ligações podem receber um efeito de pairar (do rato) que as faça mudar de cor quando o rato paira por cima delas.

3.4 Borda inferior nas ligações

O sublinhado tradicional em conteúdo textual pode tornar difícil a leitura de caracteres com pernas abaixo da linha de escrita (como por exemplo pq e semelhantes) para alguns utilizadores. Retirando o sublinhado por omissão das ligações e usando a técnica CSS de borda inferior para sublinhar a ligação, pode controlar a distância entre o texto e o sublinhado.

3.5 Aumentar área activa nas ligações

Para alguns utilizadores, particularmente para aqueles com dificuldades motoras, clicar nas ligações é difícil. Ao usar-se CSS, a área alvo das ligações pode ser aumentada.

3.6 Efeito de pairar em parágrafos, itens de lista e células de tabela

Alguns utilizadores com dificuldades de leitura acham difícil saber onde vão na página. Ao aplicar efeitos de pairar a parágrafos, itens de lista e linhas de tabelas permite-lhes usar o rato como dispositivo de marcação de lugar.

Infelizmente o Internet Explorer não suporta o efeito de pairar em parágrafos, listas ou linhas de tabela. Contudo se achar que isto é uma opção valiosa para os seus utilizadores pode ser usado JavaScript para simular este efeito no Internet Explorer (usando o IE7 de Dean Edwards).

Parágrafos sublinhadoss

Outro método para utilizadores com dificuldades de leitura envolve sublinhar o conteúdo em parágrafos activos. A ideia é fornecer uma régua virtual que fica por baixo de cada linha de texto permitindo ao utilizador manter os olhos na linha que estejam a ler de modo mais fácil.

Um dos possíveis problemas levantados por este método é que alguns utilizadores podem confundir o parágrafo sublinhado com a apresentação por omissão de uma ligação. Usar CSS para dar um estilo diferente de sublinhado por exemplo uma linha tracejada vermelha, pode reduzir o risco de confusão potencial.

3.8 Cores reservadas

Alguns utilizadores acham que o conteúdo é mais fácil de ler se as cores de texto e fundo forem invertidas, sendo o conteúdo da página escrito com uma cor leve e o fundo com uma cor escura.

3.9 Reduzir luminosidade do fundo

Alguns utilizadores acham que as páginas com cor de fundo branca produzem demasiada luminosidade tornando-as difíceis de ler. Pode tratar-se disto usando uma cor ligeiramente fora do branco ou um cinza claro para o fundo o qual irá reduzir a quantidade de luminosidade.

4. Controlo pelo utilizador do conteúdo e da apresentação

As várias ideias esboçadas neste artigo podem ser usadas para permitir que a cada utilizador de um site seja apresentada uma página web da forma que lhe seja mais útil.

Quando se combina CSS com JavaScript ou processamento do lado do servidor é possível a um responsável pelo desenvolvimento incluir algumas das sugestões de melhoria de acessibilidade (isto é, borda de baixo nas ligações e área de ligação aumentada) como parâmetros por omissão de apresentação de página, enquanto se permite aos utilizadores controlarem outros elementos da página tais como:

  • Conteúdo: versões extensas e abreviadas da informação.
  • Tamanho do tipo de letra: capacidade de aumentar ou diminuir o tamanho do texto.
  • Legibilidade: alterar o espaço entre parágrafos e/ou aplicar efeitos de rato a pairar sobre parágrafos.
  • Temas de cor: dar um intervalo de opções que inclua a inversão de cores e a redução de luminosidade.
  • Line-length (comprimento da linha): para arranjos sobre o alto ou sobre o baixo.
  • Line-height (entrelinha) : dar uma gama de opções para alteração de entrelinha de texto e ligações.

Conclusão

Estes exemplo não são "a" resposta definitiva de todos os problemas de utilizadores com deficiências cognitivas e dificuldades de aprendizagem quando acedem a um sítio web. Em vez disso, são sugestões para responsáveis pelo desenvolvimento. Uma pessoa que esteja interessado em tornar o seu conteúdo mais acessível para uma audiência mais alargada poderá querer experimentar. Embora algumas das técnicas tenham sido testadas com utilizadores que têm dificuldades cognitivas e de aprendizagem, outras são simples ideias teóricas ou meros palpites.

Leitura adicional:

05 março, 2006

ApplicationController.rb e Reutilização de Código

Os ficheiros dos helpers numa aplicação Rails devem ser usados para albergar código que se queira partilhar com vários ficheiros de vistas.

Quando queremos partilhar código entre controladores devemos colocar os métodos a partilhar em ApplicationController (app/controllers/application.rb). Não se pode esquecer tornar esses métodos privados de forma a não poderem ser chamados como acções.

Outra hipótese é colocar esses métodos num módulo e depois chamar esse módulo onde necessário como em:


# lib/login.rb
module Login
  def utilizador_actual
    # código para determinar utilizador actual
  end
end

# app/controllers/comments_controller.rb
class CommentsController < ApplicationController
  include Login

  def edit
    utitlizador = utilizador_actual
  end
end

Como tornar maísculas todas as iniciais de uma frase em Ruby

"isto é uma frase de teste.".titleize

De que resultará algo como:

Isto é Uma Frase De Teste."