Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)
19 outubro, 2006
Termos da Licença de Utilização do Windows Vista
Interessante ver que já haja quem esteja a "traduzir" os termos legais da licença de utilização do Windows Vista explicando-os em termos comuns.
12 outubro, 2006
Completamente fora de tópico
The number of school leavers is shrinking and the workforce is ageing. It is estimated that 60% of employees will be over 60 in 2045, when the average retirement age will be 77 for men and 72 for women.
Ao ver marcadas manifestações para hoje por causa do acordo sobre a reforma da segurança social não posso deixar de colocar aqui a citação em epígrafe. Que raio de matemática se estará a ensinar/se ensinou nas nossas escolas como é que se quer continuar a insistir na quadratura do círculo (e não me estou a referir ao programa da SIC).
Façam contas e vamos ver como é que se pode esperar pagar a segurança social se continuarmos a procriar tão pouco (ou importarmos mão de obra já treinada e de preferência jovem e já agora que não tenha filhos - isto é obviamente cínico) e a reformarmo-nos tão cedo.
Ala 225, 09 de Outubro de 2006
Saiu mais um número do A List apart, os dois artigos do mês são:
- Trabalhar com Outros: Acessibilidade e Pesquisa de Utilizador, de Maurizio Boscarol. Neste artigo Maurizio apresenta a sua visão (não é uma piada) sobre a falta de pesquisa de suporte às especificações do W3C quanto a acessibilidade (quer para cegos quer para pessoas com grandes dificiências visuais). Na prática diz-nos: mais trabalho de base e menos tretas.
- O segundo artigo do mês trata de dar uma lista de recursos na net para quem está a dar os primeiros passos no desenvolvimento de sítios web. Trata-se da segunda parte do Recursos para Iniciados feito por Erin Lynch. Nele encontram-se recursos para, web design, arquitectura de informação, marcação CSS e scripting, design, marcação estilo standards e acessibilidade.
O artigo repescado do mês foi o de Trenton Moss: O que é Acessibilidade da Web.
11 outubro, 2006
Web 2.0 - Google Docs
Partilha de apresentações/slides (transformando os seus slides de Powerpoint em Flash
Partilha e colaboração na elaboração de documentos e folhas de cálculo com a agregação em Google Docs & Spreadsheets (em beta) com possibilidade de gravação em diversos formatos Word, PDF, HTML, RTF e Open Document.
Os utilizadores do Opera não podem usar.
technorati tags:Google, Web2.0, Colaboração, Documento
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10 outubro, 2006
Rubiadas - II
<< em vez de +
Quando se pretende juntar duas expressões textuais (strings) em ruby, com a excepção de se querer criar uma terceira, é muito mais rápido usar o método << (unir) do que o método + (concatenar).
Subscritor.count em vez de Subscritor.find_all.size
1 segundo contra 45 segundos
Um novo suplemento para o jEdit para edição de Ruby
Compilador Ruby para .Net
Ainda um projecto académico, concorrente ao mercado de máquinas virtuais como a CLR e a JVM.
IRB MIX TAPE
Um quase guia de utilização do IRB no contexto do RoR. Neste mesmo site encontra outros mini-guias muito interessantes.
Javascript não obstrutivo
Notas sobre a RailsConf Europe 2006 de Graeme Mathieson.
Entrevista com o programador de Ferret
Para quem goste do tema interpretação de línguas pode ser interessante dar um salto ao On Ruby.
String#chars
Foi inserido ActiveSupport::MultiByte no Rails Core para suporte de internacionalização
2 ferramentas para análise, melhoria e depuração de aplicações em Ruby
Rails Live CD
Como facilitar a instalação da Rails On Ruby em Linux, Rails, Ruby, jEdit...
Mais uma cábula
Notas de Navegação 3
DeWitt Clinton tem vindo a falar sobre dois temas que podem vir a ter importância: a especificação de modelos de URL e OpenSearch
O Firefox lança o Release Candidate 2. Só usar por quem sabe...
Uma daquelas coisas que há pouco tempo não se acharia possivel fazer na web uma aplicação para fazer diagramas: Gliffy
23 setembro, 2006
FAQ HTML versus XHTML
Este documento é uma tradução da FAQ HTML and XHTML Frequently Answered Questions
Perguntas frequentes respondidas sobre HTML e XHTML (FAQs)
Editor: Steven Pemberton, W3C/CWI
Data da versão: 21 Julho 2004
Outras FAQs relaccionadas:
- Técnicas autorais para Internacionalização de XHTML e HTML 1.0
- FAQ de Internacionalização de Web do W3C
- Acessibilidade de conteúdo web
- FAQ XForms 1.0
- Lista da totalidade das FAQ do W3C
Para comentar este documento ou enviar sugestões para pergunta, por favor enviar correio electrónico para www-html-editor@w3.org, e incluir a palavra FAQ no assunto.
Tabela de Conteúdos
- Porque é que é necessário o XHTML? O HTML não é suficientemente bom?
- Quais as vantagens de usar XHTML no lugar do HTML?
- Posso colocar uma declaração XML no topo de documentos HTML existentes? Posso misturar documentos HTML 4.01 e XHTML?
- Qual a forma mais fácil de converter documentos HTML em XHTML?
- Porque é que os navegadores são tão picuinhas com o XML? Eram mais liberais com o HTML.
- Porque é que me devo preocupar com que os meus documentos tenham um HTML correcto? Os documentos são bem apresentados pelo meu navegador.
- Onde é que posso ir para verificar se o meu documento usa marcação correcta?
- Porque é que se refer a "agente utilizador" em vez de "navegador"?
- Porque é que tenho que usar espaços de nomeação em XHTML?
- Porque é que é permitido enviar documentos XHTML 1.0 como text/html?
- Quais são os navegadores que aceitam o tipo de media application/xhtml+xml?
- O Microsoft Internet Explorer aceita o tipo de media application/xhtml+xml?
- O CSS tem muitas regras especiais aplicáveis só a HTML. Essas regras são aplicáveis ao XHTML?
- document.write funciona em XHTML?
- Porque é que não é permitido o envio de documentos XHTML 1.1 como text/html?
- Porque é que o atributo target foi eliminado de XHTML 1.1?
- O que é a modularização do XHTML?
- Porque é que é necessário o XHTML2? Não chega o XHTML 1?
- O marcador <img> irá ser substituído pelo marcador <object> no XHTML2?
- Porque é que o XHTML2 não usa XLink?
- Porque é que o XHTML2 não é retrocompatível?
- Porque é que xml:space está igualado a 'preserve' em todos os elementos XHTML? Não desejo ver espaço em branco na minha saída.
Porque é que é necessário o XHTML? O HTML não é suficientemente bom?
O HTML é provavelmente a linguagem de marcação mais bem sucedida no mundo. Mas quando o XMl foi introduzido, foi organizado um workshop de dois dias onde foi discutido se uma nova versão de HTML em XML era ou não necessária. A opinião desse workshop foi um claro "Sim": com um HTML baseado em XML as outras linguagem XML poderiam incluir bocados em XHTML e os documentos XHTML poderiam incluir partes noutras linguagens de marcação. Poderiamos tirar partido da nova concepção para limpar algumas partes do HTML que necessitassem de lavagem, e adicionar alguma funcionalidade nova como melhores formulários..
Quais as vantagens de usar XHTML no lugar do HTML?
Se o seu documento for XHTML 1.0 puro só (sem incluir partes noutras linguagens de marcação) então não irá notar muita diferença. Contudo à medida que mais ferramentas XML estão disponíveis, tais como XSLT para transformação de documentos irá começar a notar vantagens na utilização de XHTML. Por exemplo XForms irá permitir alterar documentos XHTML (ou qualquer outro tipo de documento XML) de modo simples e controlável. As aplicações da Web Semântica irão poder tirar partido dos documentos XHTML.
Se o seu documento é mais do que XHTML 1.0, por exemplo incluindo MathML, SMIL, ou SVG, então as vantagens são imediatas. Não é possível fazer esse tipo de coisas com o HTML.
Posso colocar uma declaração XML no topo de documentos HTML existentes? Posso misturar documentos HTML 4.01 e XHTML?
Não. O HTML não é um formato XML. Tem que proceder às alterações necessárias para tornar o documento num documento XML correcto antes de o poder ver aceite como tal.
Qual a forma mais fácil de converter os meus documentos HTML em XHTML?
HTML Tidy dá-lhe a opção de transformar qualquer documento HTML num documento XHTML. Amaya é um navegador/editor que guarda documentos em HTML como documentos em XHTML.
Porque é que os navegadores são tão picuinhas com o XML? Eram mais liberais com o HTML.
É deliberado. Os navegadores HTML aceitam praticamente qualquer entrada, correcta ou incorrecta, e tentam fazer o que for mais adequado com ela. Esta correção de erros torna os navegadores muito difíceis de escrever em especial se se estiver à espera que se espere deles que se comportem de igual modo. Isto também significa que um grande número de documento HTML está incorrecto, porque como são correctamente apresentados num navegador o autor poderá não se aperceber de que os mesmos contenham erros. Isto torna incrivelmente difícil escrever novos agentes utilizadores para a web visto muitos documentos que reclamam ser escritos em HTML são muito pobres frequentemente.
Porque é que me devo preocupar com que os meus documentos tenham um HTML correcto? Os documentos são bem apresentados pelo meu navegador.
Todos os navegadores sabem como tratar HTML correcto. Contudo se o HTML estiver errado o navegador tem que reparar o documento e visto nem todos os navegadores corrigirem um documento do mesmo modo, isto introduz diferenças, e assim o seu documento pode ser visto de forma diferente em diferentes navegadores. Como há centenas de navegadores diferentes, e estão a sair mais a todo o momento (não só para PC, mas para PDAs, telefones móveis, televisores, impressoras e mesmo figoríficos), é impossível testar o seu documento em todos os navegadores. Se usar HTML incorrecto no seu documento poderá suceder que não possa funcionar num navegador e então a falha é sua, se o seu HTML estiver correcto e não funcionar num determinado navegador então o erro é do navegador.
Onde é que posso ir para verificar se o meu documento usa marcação correcta??
O W3C oferece um serviço em http://validator.w3.org/. O navegador/editor Amaya também verifica se a sua marcação é correcta.
Porque é que se refer a "agente utilizador" em vez de "navegador"?
embora os navegadores sejam importantes utilizadores de HTML e XHTML, há outros programas e sistemas que leem esses documentos. Os motores de busca por exemplo leem documentos mas não são navegadores. Ao usar o termo"agente utilizador" estamos a tentar lembrar as pessoas dessa diferença.
Por exemplo, quando usa o Google irá ver debaixo de alguns dos resultados da
busca algo como "Esta página usa frames, mas o seu navegador não os suporta." levando
a que algumas pessoas não cliquem nessa ligação. O autor do sítio web em questão não percebeu
que há mais do que navegadores, e que devem incluir algo melhor do que este simples texto
na secção <noframes>, de forma a não parecerem ideotas
a quem faz buscas pelo respectivo sítio.
Porque é que tenho de usar os espaços de nomeação em XHTML?
Nos primórdios do HTML diferentes grupos e companhias adicionavam novos elementos e atributos ao HTML à vontade. Isto ameaçou provocar um caos de versões HTML não inter-operativas. XML (o X está no lugar de eXtensível) permite a qualquer pessoas usar elementos e elementos de difernetes linguagens, mas para que um navegador ou outro agente utilizador saiba onde cada elemento pertence a que linguagem é necessário dizer-lhe. As declarações de espaço de nomeação são só esse mecanismo.
Porque é que é permitido enviar documentos XHTML 1.0 como text/html?
XHTML é um formato XML; isto significa que falando estritamente deve ser enviado num tipo de media relativo a XML
(application/xhtml+xml,
application/xml, ou text/xml). Contudo o XHTML 1.0
foi concebido cuidadosamente de forma a também funcionar com agentes utilizadores HTML anteriores.
Se seguir algumas directrizes simples, pode fazer com que muitos documentos
XHTML 1.0 funcionem em navegadores antigos. Contudo esses navegadores só entendem o tipo de media
text/html, e assim tem que usar este tipo de media para enviar aos mesmos os documentos em XHTML 1.0.
Lembre-se contudo que enviar documentos XHTML aos navegadores como text/html significa
que esses documentos são vistos como documentos HTML e não como XHTML por esses navegadores.
Que navegadores aceitam o tipo de media application/xhtml+xml?
Os navegadores conhecidos incluem todos os navegadores baseados em Mozilla
tal como o Netscape 5 e versão mais recente, Galeon e Firefox, assim como o Opera, Amaya, Camino,
Chimera, DocZilla, iCab, Safari, e todos os navegadores de telefones móveis que aceitem WAP2.
De facto qualquer navegador moderno. A maior parte aceita os documentos XHTML como
application/xml também. Ver os tipos de media XHTML
para detalhes.
O Microsoft Internet Explorer aceita o tipo de media application/xhtml+xml?
Não. Contudo há um truque para permitir servir documentos XHTML1.0 ao Internet Explorer como application/xml.
Incluir no topo do documento a linha a negrito:
<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="copy.xsl"?>
<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN"
"http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">
<head>
onde copy.xsl é um ficheiro que contém o seguinte:
<stylesheet version="1.0"
xmlns="http://www.w3.org/1999/XSL/Transform">
<template match="/">
<copy-of select="."/>
</template>
</stylesheet>
Note que este ficheiro deverá encontrar-se no mesmo sítio do que o documento que se lhe refere.
Embora esteja a server o documento como XML, e seja analisado como XML,
o navegador pensa que recebeu text/html, e assim o seu documento XHTML
1.0 tem que seguir algumas directrizes para servir navegadores antigos.
O seu XHTML irá continuar a funcionar nos navegadores que aceitem XHTML
1.0 como application/xml.
CSS has a lot of special rules that only apply to HTML. Do these also apply to XHTML?
No. CSS rules that apply only to HTML, apply only to documents that are
delivered as text/html.
document.write funciona em XHTML?
Não. Devido à maneira como o XML foi definido não é possível usar truques como este, esta marcação é gerada por programação dinâmica enquanto o analisador está ainda a analizar a marcação recebida.
Pode ainda alcançar os mesmos efeitos, mas terá que usar o DOM para adicionar ou apagar elementos.
Porque é que não é permitido enviar documentos XHTML 1.1 como text/html?
XHTML 1.1 é XML puro, e só se pretendeu que fosse XML. Não pode ser enviado a navegadores antigos de forma fiável. Assim os documentos XHTML 1.1 têm que ser enviados com um tipo de media relativo a XML, tal como application/xhtml+xml.
Porque é que o atributo target foi eliminado de XHTML 1.1?
Não foi. O XHTML 1.0 vem em três versões: strict, transitional, e
frameset. Todas foram mantidas deliberadamente tão proximas da
HTML 4.01 na medida em que o XML o permite. O XHTML 1.1
é uma versão actualizada da XHTML 1.0strict, e
nenhuma versão HTML strict teve um atributo
target. As outras duas versões, transitional e
frameset, não foram actualizadas visto não haver nada a actualizar. Se desejar
usar o atributo target use XHTML 1.0 transitional.
O que é isso de usar modularização de XHTML?
A modularização XHTML não se destina aos utilizadores normais de XHTML, mas a conceptores de linguagens baseadas em XHTML. Observou-se que companhias e grupos tinham uma tendência para conceber as suas próprias versões de HTML e XHTML que eram frequentemente não interoperacionais a níveis básicos. A modularização do XHTML reparte o XHTML numa número de módulos que podem ser individualmente seleccionados quando se define uma nova linguagem; desta forma uma qualquer linguagem baseada em XHTML que use tabelas garantidamente usa a mesma definição de tabelas e não uma versão divergente. A modularização torna também claro onde é aceitável adicionar novos elementos e onde tal não é razoável.
Porque é que é necessário o XHTML2 ? O XHTML 1 não é suficientemente bom?
O HTML e o XHTML prestaram um bom serviço, mas há muias coisas que podem ser melhoradas. Áreas que receberam atenção particular incluem melhores possibilidades de estruturação, remoção de capacidades que estão duplicadas em XML, usabilidade, acessibilidade, internacionalização, independência de dispositivo, melhores formulários e reduzir necessidade de programação.
O marcador <img> está a ser substituído pelo <object> em XHTML2?
Não. <img> está a ser substituído em XHTML2 mas por outra coisa (
embora possa usar <object> se desejar).
A concepção de <img> levanta vários problemas em HTML:
- Não tem possibilidades de degradação, assim se usar uma imagem do tipo
PNG por exemplo, e o navegador não poder tratar desse tipo, a única alternativa é
usar o texto
alternativo. Este facto limitou a adopção de imagens PNG, que em muitos casos são melhores do que as GIF e JPG, visto as pessoas terem continuado a usar o formato denominador comum de forma a assegurar que todos possam ver as imagens. - O texto
alternativo não pode incluir marcação, e portanto se usado só se obtém texto simples. - É possível incluir uma ligação
longdesccom uma descrição da imagem (ou sua finalidade), para ajudar pessoas que a não possam ver mas isso raramente é feito.
O que o XHTML2 diz é que todas as imagens são equivalentes a uma parte
do conteúdo, fá-lo ao permitir-lhe colocar um atributo src em todos
os elementos. O que isto significa é que se a imagem está disponível e o navegador a
puder processar, usá-la, caso contrário usar o conteúdo do elemento, por exemplo:
<p src="mapa.png">Sair da estação, voltar à esquerda e seguir em frente até à <strong>Rua Direita</strong>, aí voltar à direita</p>
A vantagem é a de que se a imagem não estiver disponível por qualquer razão (tal como falha de rede) ou o navegador não a puder reproduzir o documento continua a ser útil. Se desejar fornecer mais do que um tipo de imagem pode:
<p src="mapa.png"><span src="mapa.gif">Sair da estação...</span></p>
embora seja melhor usar negociação de conteúdos no caso do seu servidor o suportar (e a maior parte fá-lo):
<p src="mapa">Sair da estação...</p>
o que irá negociar com o navegador que tipo de imagens aceita e qual a preferida do navegador. Se não houver imagem disponível então o conteúdo do elemento será usado. Isto tem a vantagem adicional de pode adicionar outros tipos de imagens no seu servidor e não ter que alterar a página para que esta funcione.
Porque é que o XHTML2 não usa XLink?
XLink e XHTML têm requisitos diferentes para ligações e verificou-se serem irreconciliáveis.
Porque é que o XHTML2 não é retrocompatível?
É, mas de um modo diferente das anteriores versões de HTML serem retrocompatíveis.
Visto as primeiras versões de HTML serem linguagens de finalidade específica era
necessário assegurar um nível de retrocompatibilidade com novas versões de forma a que
os novos documentos podessem ser utilizáveis em navegadores antigos. Por exemplo
é por essa razão que o elemento <meta> tem o seu conteúdo num
atributo em vez de no conteúdo do elemento, porque nesse caso iria aparecer em navegadores
antigos.
Contudo graças ao XML e às folhas de estilo, tal retrocompatibilidade estrita ao nível do elemento deixou de ser necessária, visto um navegador baseado em XML, o que significa cerca de 95% dos navegadores em uso no momento de redação desta resposta, pode processar novas linguagens de marcação sem necessidade de ser actualizado. Muito do XHTML 2 funciona nos actuais navegadores, navegadires que não foram pré-programados para aceitar XHTML2. A maior parte funciona mas não tupo: quando os formulários e as tabelas foram adicionadas ao HTML as pessoas tiveram que esperar por novas versões de navegadores; de forma similar algumas partes do XHTML 2, tais como XForms e XML Events, ainda precisam que os agentes utilizadores compreendam essa funcionalidade.
Porque é que xml:space está definida como 'preserve' em todos os elementos XHTML? Não desejo ter espaço em branco extra na minha saída.
O atributo xml:space trata-se de input: isto é, controla se os espaços irão estar presentes no DOM (isto é, se a versão interna do documento dentro do
navegador os inclui), nada diz de como irão surgir no ecrã. A saída de espaço em branco é controlada via a propriedade de CSS 'whitespace'.
Se a propriedade tiver o valor 'pre' os espaços irão ser preservados no DOM na saída se a propriedade tiver o valor de
'normal' o espaço em branco junta-se (o CSS3 irá ter mais propriedades para permitir um maior controlo).
Esta é a razão pela qual todos os elementos têm
xml:space="preserve" em XHTML2, caso contrário a propriedade CSS
'whitespace' não teria efeito e não teria controlo sobre o espaço em branco
visível. A folha de estilo por omissão irá tratar de dar o valor a
'whitespace' de 'normal' para todos os elementos com a excepção de
<pre>, mas será livre de os alterar.
The Radiant Vista
A web para mim em 1995 era essencialmente um mundo para a palavra. Claro que já havia aqueles sítios que achavam indispensável bombardiar-nos com textos a piscar, a moverem-se e claro já havia muitas imagens. O sítio a que hoje me estou a referir é um sítio que leva a imagem a sério: The Radiant Vista.
The Radiant Vista é constituído por uma série de secções das quais desejava destacar a crítica diária onde são apresentadas e criticadas imagens em vídeos relativamente breves, à volta dos 5 minutos ou menos, o laboratório de photoshop onde são apresentadas técnicas para melhoria de imagens em laboratório digital, quatro secções dedicadas a recursos, podcast, Guias em Vídeo, Guias em PDF, Artigos e claro uma secção para Workshops de fotografia.
As secções que apelidei de recursos, vão desde temas apropriados para principiantes até artigos com profundidade para profissionais ou amadores muito sérios. Salvo a secção de guias PDF as restantes apoiam-se fortemente em screencast's.
07 setembro, 2006
Boas Práticas - II
Um dos assuntos que me tem levado a escrever é a aplicação de boas práticasna produção de sítios web. Em novembro de 2005 esbocei uma linhas sobre o assunto, tenho vindo a tocar no assunto algumas vezes. Eis mais uma:
Validar as páginas web!
É impossível infatizar isto de mais. Todos os sítios de ministérios que revi nos últimos dias são ou estão inválidos. Como é que é possível esperar que o CSS ou o Javascript baseado no DOM funcione de forma fiável com um códig (x)html inválido?. Conteúdo válido poderá evitar muitas horas de procura de erros em CSS ou DOM. Os que mais se aproximavam de um sítio válido eram os do ministério da justica com um erro ao incluir o erro
div align="left" style="padding:0px"(não há atributo align) e o do ministério das finanças com o mesmo erro, repetido, de não efectuar o escape de um e comercial (&) nos comunicados à imprensa, em referências a URL, em quatro sítios na página inicial (existem nessa mesma página referências correctas). Não vou aqui fazer os comentários que pessoas mais abalizadas fazem quando vêem coisas destas.Tantek diz que o erro das finanças também o atinge de tempos a tempos.
Tantek lista os erros mais comuns de validação.
Eliminar tabelas de layout e gifs espaçadores
Não usar
<meta>sMelhorar os nomes das classes
Não usar grandes blocos de linhas em branco
Usar 'rel' e 'hreflang' para traduções
Limpar os comentários no servidor
Usar hcard para indicar contactos
notas de navegação - II
Elly Thompson recentemente formada em Arquitectura (daquela em concreto) apresenta as suas teorias de similitude e dissemilhança entre a construção de um site na web e a construção de um edifício. Além disso dá a sua opinião cívica como por exemplo sobre a obrigação das mulheres se manterem saudáveis.
Dean Edwards explora o método forEach.
Rachel Andrew em junho apresenta as suas ideias sobre selecção de técnicas CSS quando estamos a desenvolver projectos para os quais existe mais do que uma técnica para obtenção do mesmo resultado final. Em particular chama a atenção para aquilo que temos de ter em conta por exemplo quando necessitamos de libertar elementos flutuados (clear). O método recomendado por ela é mesmo o de adicionar a div suplementar, sem significado semântico, que tem como alternativa usar truques de CSS só para a evitar.
Roger Johansson revisitou a construção de pseudo-frames em css.
Richard Rutter continua a sua coleção de artigos sobre tipografia para a web, com base nos Elementos de Estilo Tipográfico de Robert Bringhurst. Uma delícia para os olhos.
No blogue da SimpleBits aparece um texto Educated onde se fala de um curso universitário da Universidade de Boston onde os novos métodos de produção de web sites são enfatizados. Quando Há pouco tempo estive a ver os trabalhos de alunos de mestrado da Universidade Nova de Lisboa fiquei estarrecido pois todos usavam essa maravilhosa técnica de produzirem sítios com ... FrontPage ... o que é que acham da diferença.
Drew McLellan diz-nos por onde tem passado nos últimos tempos, o Barcamp de Londres e o d.Construct que começa na próxima semana. Fala ainda de ferramentas para microformatos que anda a conceber.
06 setembro, 2006
Web standards em Portugal Revisitado
A Imprensa
Em 5 de Outubro de 2005 efectuei uma primeira abordagem à utilização de web standards em Portugal, tendo-me focado na imprensa na altura. Até hoje tanto quanto me é dado a ver passou a haver mais dois sites com declaração de tipo de documento só que continuam a não honrar o que aí dizem (só lá está para inglês ver, como se dizia quando eu era pequeno.)
Esses dois sítios são:
- Diário digital já tem
DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" e - Jornal de Notícias já tem
!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd".
technorati tags:Web_standards, Portugal
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Notas de navegação
Na Caixas e Setas de 23 de agosto, Shiv Singh apresenta as suas ideias sobre a aplicação em ambiente empresarial dos aspectos humanos da Web 2.0, no mesmo número da Boxes and Arrows é apresentado o desenvolvimento do design do sítio da Volkswagen da África do Sul.
Na entrada de 30/07/2006 do arkitrave.log é apresentado código CSS para estilizar uma lista de pares nome valores (listas de definições) onde o nome (chave) e o descritivo são apresentados um ao lado do outro. O método aqui apresentado permite ser usado com o IE.
Ara Pehlivanian no seu artigo Semântica - necessitamos mesmo dela apresenta as suas dúvidas sobre se por vezes não somos excessivamente levados pelos aspectos técnicas das tecnologias que aplicamos na web.
O excelente informatian aesthetics - form follows data - data visualization & visual design hoje, 5 de setembro mostra como é que o 11 de setembro afectou o número de passageiros a bordo de aviões. De facto chama a atenção para um artigo da BBC.
No User Interface Engineering Joshua Porter apresentou em Abril de 2006 um artigo sobre Folksonomies Uma maneira de organizar conteúdos orientada pelo utilizador.
Vanderwal apresenta um artigo sobre nomes de URL mais humanos e também com mais significado para motores de busca ou escavadores de dados (scrappers). O artigo chama-seO Domínio do Design Digital Inclui Cadeias de Caracteres.
O número de agosto de 2006 do JUS - Journal of usavility studies apresenta 1 artigo sobre o Dia Mundial da Usabilidade, assinado por Elizabeth Rosenweig (artigo convidado) e 3 artigos revistos:
- Cultura e Avaliações de Usabilidade: Os efeitos da cultura em entrevistas estruturadas, de Ravi Vatrapu e Manuel A. Pérez-Quiñones,
- A revisitação da likebility das personagens animadas: O caso da TV interactiva, de Konstantinos Chorianopoulos,
- O sistema da escala de usabilidade em falantes de inglês não nativos, de Kraig Finstad.
Os artigos estão disponíveis em sumários e na sua totalidade. A maior parte dos artigos trata de assuntos ligados a aspectos multiculturais e internacionais. Não esquecer que a periodicidade desta publicação é de cerca de 3 meses.
Croco[Lyle] participou num podcast em conjunto com jared spool. A transcrição desse podcast está presente na User Interface Engineering. Quem ler este artigo deverá ler também o artigo do Ivo Gomes sobre prototipagem em papel.
RawDiz-nos que Chris Messina (um dos autores do Flock) escreveu uma carta aberta ao Blogger para que ele venha a introduzir maior suporte a microformatos no maior motor de blogues. Já agora eu também estou o o chris.
technorati tags:IA, Usabilidade, usability
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01 setembro, 2006
Bar Camp Coimbra
Barcamp - Coimbra de 2 e 3 de Setembro, com um alinhamento muito interessante que inclui a gente da WeBrakeStuff.
29 agosto, 2006
Lei n. 46 de 2006
A lei [PDF]46/2006 publicada em 28 de Agosto de 2006 proíbe e pune a discriminação em razão da deficiência. Entra em vigor, hoje, com um pequeno defeito, o governo terá (nos termos da lei) que regulamentar a lei nos próximos 120 dias.
Temo que estes 120 dias se transformem em algo como o da regulamentação da lei sobre protecção dos animais. (Publicação em 1995 ou 6 não tenho a certeza e ainda por regulamentar.)
24 agosto, 2006
O site da Faculdade de Belas Artes da UP
A página de entrada da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto está conforme a recomendação XHTML 1.0 (Transitional).
No caso de querer ser mesmo picuinhas (muito mesmo) poderiamos dizer que:
- apresenta três referências a URI com um caracter que nelas não deve figurar (espaços) ver rfc1738 e procurar por unsafe (aqui a correção seria apagar o espaço que está entre as pelicas e a palavra http
- dois elementos <dt> vazios (ou com espaços), (a solução seria elimina-los)
- que um elemento map tem dois atributos name e id com valores diferentes (a solução seria escolher um deles e verificar que não há referências ao outro nome)
- existe dois outros pequenos problemas âncoras adjacentes umas às outras
- e um elemento input num formulário que não contém um atributo alt.
Não sei se esta página tenderá a ser eliminada ou não devido à integração no site da UP de todas as faculdades sistema Sigarra.
O site acima parece-me não ter sido feito para nenhum público alvo sendo demasiado frio (tal como os sites que se apresentam no Sigarra).
Em resumo uma página cujo código é bom mas que parece não tender a resolver nenhum problema para ninguém.
Outras entradas de blogue recomendo (não se referem a código mas a AI (arquitectura de informação, usabilidade, ...) dos sítios do Sigarra:
- Avaliação crítica do sistema Sigarra - design de interacção e norma ISO 9241 de Bruno Silva
- Letras imperfeitas
- Norma ISO 9241 e ..., de Paula Alexandra Oliveira
P.S.: As páginas do Sigarra são compatíveis com HTML 4.01.
23 agosto, 2006
Rubidinhas (Rapidinhas do Ruby)
Ariel: Uma Biblioteca de Extracção de Informação em Ruby
Alex Bradbury desenvolveu Ariel, uma biblioteca que usa exemplos pré-definidos para compreender como extrair informação de outros documentos. É um projecto do Google Summer of Code Project e foi mencionado por Austin Ziegler em Londres.
Inferência de tipo para RDT Ruby Development tools
Também do Código de Verão de 2006 vem um relato de Jason Morrison sobre o seu projecto de inferência de tipo para usar na RDT para completar código.
Luke Redpath
Luke e Dan criaram um suplemento ujs4rails para a RoR para produção de sites com javascript não obstrutivo.
Com javascript não obstrutivo quero dizer algo como aquilo que é dito no número 218 do ala por Jeremy Keith que nele publicou um artigo designado por Separação de comportamento no qual apresenta uma analogia entre separação de estilo e separação de comportamento para páginas na web, para explicar porque é que se deve separar o javascript das nossas páginas.
No caso de desejar conhecer um pouco mais sobre isto recomendo ainda o artigo do Christian Heilman Unobtrusive Javascript.
Avaliação de percas de memória em Rails
Scott Laird em como avaliar percas de memória em Rails diz-nos que:
Um dos meus problemas mais antigos com a Rails (e a Ruby em geral) é que é difícil depurar as percas de memória. Tive um certo número de casos onde coloquei algo num array ou num hash e descobri muito mais tarde que o meu processo Ruby estava a comer mais de 100 MB de RAM. Embora o ps torne fácil ver onde o Ruby está a usar muita RAM, descobrir para onde é que foi é muito mais difícil.
Entrevista com Zed Shaw
O criador do Mongrel foi entrevistado por Pratik Naik .
eRuby: Utilização da biblioteca DBI de Ruby para ligação a bases de dados
Neste artigo do Hiveminds Magazine explica-se passo a passo o que fazer quando se quer abstrair a camada de ligação a uma base de dados em ruby.
REST e Rails - não há razão para ficar intimidado
Um guia básico sobre como usar REST em Rails. No mesmo sítio há umas notas sobre o que de importante Erik Kastner, o autor, aprendeu na RailsConf e RailsDay.
Porque é que um programador .Net deve aprender Ruby on Rails
O texto e os comentários são importantes para ficarmos com uma melhor visão do assunto.
Guia de Suporte de CSS no Email
Um artrigo interessante para quem deseja saber o que e como usar CSS nas suas mensagens de correio electrónico:
Guia de Suporte de CSS no Email
Neste artigo David Greiner apresenta resultados de uma investigação sobre o comportamento dos clientes de correio electrónico baseados em PC/MAC ou na Web.
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