Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)

20 outubro, 2005

Limpeza de Primavera (de facto de Inverno)

A equipa de de desenvolvimento do Internet Explorer pede que os programadores de página as limpem de truques CSS que possam falhar no IE7 quando publicado. Assim vou falar-lhe do que sei sobre o assunto e como é que criei uma concepção de emergência há já uns dois meses.

O meu plano não era no início criar código que fosse à prova do futuro mas para retirar tantos truques de CSS quanto possível para reescrever um pequeno síte tipo brochura, rapidamente e depois passá-lo a outro responsável de desenvolvimento cuja experiência e capacidades me eram desconhecidas. O resultado final foi retirar quase todos os truques excepto um. Um efeito secundário foi tornar o código mais estruturado e mais fácil de manter (julgo) e mais lógico.

Para que servem os truques CSS

Os truques CSS permitem aos responsáveis pelo desenvolvimento de páginas web enviar um conjunto de regras diferentes a diferentes navegadores, normalmente (paradoxalmente) para que cada navegador reproduza o site com o mesmo aspecto. É necessário normalmente visto o Internet Explorer 5 e 6 terem muitos defeitos e assim tornarem más boas regras.

Há dois tipos de truques CSS:

  • Análise - Os truques de erro baseiam-se no facto do navegador deixar de ler quando numa regra vê uma combinação esquisita de caracteres tal como“\”}\”", enquanto o navegador "Y" continua e recebe as regras que se lhe seguem. O problema com isto é que se não estiverem bem comentadas não se percebe o que fazem pois estão mal documentadas.
  • Truques devidos a suporte incompleto das CSS - usa o facto de o IE não poder suportar selectores avançados CSS, e o responsável pelo desenvolvimento usa esses selectores para alimentar um navegador mais avançado. O problema com estes é que o IE7 está a aparecer no horizonte e irá perceber estas regras. Pode ou não haver um problema, mas se quizer ter a certeza de que o seu sítio não rebenta com o IE7 deve tratar deste assunto.

Há uma imensidade de truques CSS documentados, mas um dos mais usados é o truque do modelo de caixa devido ao modelo de caixa errado no IE5. É um truque de erro de análise, a maior parte do qual existe para enganar os navegadores para verem ou não o truque. Por exemplo, todos os contorcionismos da "voice family" existe para enganar o IE5 para não ler o resto da regra, de forma a não sobrepôr as suas dimensões excessivamente grandes:


  #conteudo{margin:0; padding: 0 15px;
  width: 194px; /*IE 5.5 Truque do Tantek *
  voice-family: "\"}\"";
  voice-family:inherit;
  width: 164px; /*Largura devida*/ }
  html>body #conteudo{
  width:164px;}
 

Uma segunda regra ("html>body") é uma regra para ser simpático com o Opera pois o Opera também pararia no lixo da "voice family" e herdaria 194px, o que não desejamos e o seu modelo de caixa está correcto. Agora no IE7 embora leia a regra simpática para o Opera essa será a largura necessária de qualquer modo e nenhum dano é feito.

Com a excepção do pobrezinho que venha depois de mim, poluir o CSS desta forma ofende a alma. Visto tudo isto servir para corrigir um defeito do Internet Explorer seria ou não muito bom se pudessemos ter uma folha de estilo, boa, válida, sem truques e uma com a marcação para o IE5! Isto é consigo! Podemos usando comentários condicionais.

Como funcionam os comentários condicionais

Isto são comentários html, com um marcador de forma a que o Internet Explorer os distinga e pode usá-los para envolver qualquer código html - incluindo a ligação a folhas de estilo. Visto serem comentários html são invisíveis aos restantes navegadores e passam a validação, pelo menos de um ponto de vista formal.

Eis a sintaxe que uso para alimentar regras para o IE5:


 <link rel="stylesheet" href="estilos.css" type="text/css" />
 <!--[if < IE 6]>
 <link rel="stylesheet"  href="modelocaixa.css" type="text/css" />
 <![endif]-->

Assim o ficheiro principal estilos.css tem uma regra simples:


 #conteudo{margin:0; padding: 0 15px;
 width: 164px;} /*ver modelocaixa.css para regra específica do IE5 */
e o ficheiro modelocaixa.css - que seria só servido ao IE5 - utilizaria esta regra:

 #conteudo{width: 194px;} /*as outras regras encontram-se em estilos.css */

Nada de truques "voice-family" ou regras de simpatia para o Opera! Porreiro!

AsneirasIE.css - Correção dos principais erros do IE6 e anteriores

Muitos dos truques são usados para alimentar o IE6 e anteriores versões para compensar a ausência de capacidades importantes de um desenvolvimento moderno da Web como por exemplo transparência Alfa de ficheiros PNG, "min-height" (altura mínima de um elemento) CSS, por exemplo.

Podemos retirar os truques chamando uma folha de estilos designada por AsneirasIE.css para navegadores Internet Explorer com versão igual ou anterior à 6, desta forma:


 <!--[if lte IE 6]>
 <link rel="stylesheet"  href="AsneirasIE.css" type="text/css" />
 <![endif]-->

Simulação de "min-height"

Suponha que tem uma caixa que nunca deve ter uma altura inferior a 100px - pode ter por exemplo uma imagem de fundo com 95px que deseja que seja vista sempre, mas não pode prever a quantidade de conteúdo. Num navegador respeitador das normas utilizaria "min-height", o que não funciona nas actuais versões de produção do IE.

Para contornar este problema adicionamos uma regra especificando a altura (que funciona da mesma forma que min-height devia funcionar). Assim a regra na folha de estilos principal temos algo como #caixa {min-height:100px;} que no AsneirasIE deve ser ultrapassado por


 #caixa {height:100px; overflow:visible;} /*simula min-height */

Dar GIFs ao IE e PNGs aos bons

Muita gente que tem uma maior orientação para a componente gráfica das páginas do que eu já usa há muito tempo o formato PNG nas suas páginas visto permitir uma maior liberdade. Infelizmente o IE6 não usa o PNG de forma adequada e assim temos vindo a usar um outro truque para enviar GIF ao IE e PNG aos restantes. Eis um exemplo do truque * html que só o IE entende:


 #amoroso  {background: url(amoroso.png) no-repeat;}
 * html #amoroso {background: url(amoroso.gif) no-repeat;}

Agora que o IE7 pode usar adequadamente os PNG e não irá compreender a regra * html, irá receber o PNG enviado com a primeira regra: tudo bem. Mas esta regra é para navegadores pré IE7 e assim deve ser enviado para o canil AsneirasIE.CSS.

Uma vez banido deixará de ser necessário o prefixo * html visto a folha de estilo ser só enviada para IE<7, e irá ultrapassar a regra principal. Assim a folha de estilo principal mantem:

#amoroso  {background: url(amoroso.png)no-repeat;}

e no AsneirasIE.css é adicionado


 #amoroso {background: url(amoroso.gif) no-repeat;}

Evitar que palavras muito compridas estraguem o layout

Ao contrário do que as especificações determinam o IE permite que palavras muito compridas deitem para fora da caixa em que estejam - o que pode facilmente destruir um arranjo de página se outras caixas flutuarem para a direita o que pode ser perigoso quando o conteúdo não pode ser rigidamente controlado e testado, tal como em comentários de diários onde uma pessoa pode acidentalmente (ou maliciosamente) inserir uma palavra particularmente grande que estrague o arranjo.

Há uma extensão CSS específica do Internet Explorer a qual corrige o problema mas não é validável. Por mim estou perfeitamente satizfeito quando uso lixo para corrigir o lixo do IE em particular fora da folha de estilos principal claro que os puristas me podem bater na cabeça.

Adicione esta regra à caixa que contem os comentários do seu diário (blog) (ou faça como eu adicione ao marcador «body»):


body {word-wrap: break-word;}
(Não sei se o IE7 elimina este erro e por isso talvez seja melhor colocar esta regra numa folha de estilo para todos os navegadores IE - cf. IE.css).

Correção IE6 avançada

No caso de o design do seu site exigir uma capacidade de poder ter um comportamento "hover" (rato por cima) num elemento que não seja uma âncora (<a>) o IE normalmente impede-o de o fazer. Pode adicionar o comportamento csshover na folha de estilo AsneirasIE:


body { behavior:url("csshover.htc"); }

(Pode ainda simular a totalidade do IE7 com a Biblioteca de JavaScript do Dean Edwards, usando comentários condicionais para puxar a biblioteca JavaScript.)

Outra razão potêncial para um IE.css que ainda não investiguei a fundo pode ser adicionar Arranjo IE a certos elementos que podem ajudar a corrigir tantos erros de reprodução do IE6.

IE.css - alimentar de estilos todas as versões IE

Outro bom uso de comentários condicionais é segregar extensões só do IE de CSS normalizado, pois tais extensões se usadas na folha principal de estilos fazem com que esta não seja validada (e não são necessárias em navegadores que não o IE e portanto não devem sequer ser enviadas).

Tais extensões são por exemplo filtros para imagens, ou elevadores lateriais coloridos.

Eis o código para a cabeça da página:


 <!--[if  IE]>
 <link rel="stylesheet"  href="IE.css" type="text/css" />
 <![endif]-->

Se não necessita destas extensões ou não se importa de ter este tipo de coisa na sua folha de estilos principal que não poderá ser validada (e num mundo prático, não há nenhum efeito secundário pernicioso se o fizer pode simplesmente deixar isto na folha de estilos principal, embora eu prefira separar isto completamente.

IE/Mac: o novo Netscape 4

Não sendo bafejado pela sorte para usar um Mac, não testei isto que se segue, mas por razões de alargamento do âmbito aqui vai. O quirksmode diz-nos que os comentários condicionais só funcionam no IE/ Windows. Se necessitar de fornecer regras ao IE/Mac (que nos dizem estar tão moribundo quanto o Netscape 4), há truques disponíveis, mas deve levar em conta a possibilidade de os importar numa folha especifica onde tenha todas as regras para o IE/Mac:


 <style type="text/css">
 @import("IEMac.css");
 </style>

A formatação de importação deve ser exactamente como mostrado acima. (A nota do chapéu)

Em Resumo

Para recapitular eis todo o código que deve figurar no «header» (cabeçalho) (é provável que não necessite dele todo):


 <link rel="stylesheet" href="styles.css" type="text/css" />
 <!--[if  IE]>
  <link rel="stylesheet"  href="IE.css" type="text/css" />
 <![endif]-->
 <!--[if <= IE 6]>
  <link rel="stylesheet"  href="AsneirasIE.css" type="text/css" />
 <![endif]-->
 <!--[if < IE 6]>
  <link rel="stylesheet"  href="modelocaixa.css" type="text/css" />
 <![endif]-->
 <style type="text/css">
 @import("IEMac.css");
 </style>

Reduzindo os pedidos http

Cada folha de estilo puxada exige um pedido extra http, o que pode fazer com que as coisas fiquem mais lentas pois os obreiros do http podem ficar facilmente cansados. Assim, de forma a minimizar os seus esforços pode juntar todos os truques relativos ao IE num único ficheiro mas teria que manter mesmo neste caso um ficheiro separado para o truque do modelo da caixa para o IE5 de forma a que este fique com a caixa maior. Para enviar 164px ao IE6 e 194px ao IE5 é necessário recorrer como anteriormente ao voice-family para o IE mas não ao Ser Simpático com o Opera. Eis o código:

 #conteudo{width: 194px; /*Largura IE 5.5 truque do Tantek */
 voice-family: "\"}\"";
   voice-family:inherit;
 width: 164px; /*largura devidah*/ }

O grão de areia no teste

Se usar as versões de teste múltiplas do IE, não entre em pânico quando o seu modelo de caixa (modelocaixa.css) parecer não funcionar. Independentemente de qual o IE que manda executar para teste o analisador de comentários condicionais julga que está a usar a última versão instalada. Para aqueles que se sentem confortáveis a alterar directamente o Registo há uma solução (Chapelada de Simon Pieters).

Final

Embora não tenha objecções religiosas ao uso de truques CSS, temos que ter em conta que rapidadamente o novo navegador da MS chegará ao mercado. É boa prática, de desenvolvimento, modularizar o nosso código espera-se que o IE7 um ano após o respectivo lançamento se torne no principal navegador (não sei de onde vem esta previsão) e assim os truques podem deixar de ser tão úteis.

Pessoalmente acho mais fácil desenvolver em Firefox em primeiro lugar com uma folha de estilo limpinha, quando as coisas ficam esquisitas o validador de CSS é uma ferramenta últil de diagnóstico. Este utilitário fica maluco quando as folhas de estilo ficam cheias de truques. Assim gosto de ter tudo a funcionar num browser moderno e só depois aplico os truques, usando comentários condicionais.

Quer acredite que alimentar os navegadores diferentes com conteúdos diferentes é filosoficamente válido ou o Trabalho do Diabo que irá resultar Na Destruição da Web é algo que não me preocupa grandemente. Pode ter a opinião de que sendo específicos do IE os comentários condicionais são ainda piores do que os truques css. Assim seja, está no seu direito. Sou um purista pragmático e esta metodologia funciona comigo.

Vejamos então, sr. Santos

É fantástico que a Microsoft esteja

  1. a escutar e
  2. fale conosco
. Chegou o momento de começarmos a brincar com a versão beta do IE7 e ver o que sucede e dar a nossa opinião à sua equipa de desenvolvimento de forma a que melhore.

Actualização: E os comutadores de folhas de estilo?

Esta técnica funciona quando se pode estabelecer um número relativamente baixo de navegadores alvo. No caso do seu site ter várias peles que sejam carregadas com folhas alternativas poderá que ter que manter os truques CSS. Tudo bem. A maior parte dos seus truques devem funcionar no IE7 (embora fosse bom que tal seja testado

Estou a falar de sítios com uma capacidade quase camaliónica ao nível de um Zen Garden onde a totalidade da página muda de arranjo. Estou a construir um sítio que se limita a permitir ao utilizador alterar tipos de letra, combinações de cores, etc. E isto pode ser facilmente efectuado com as técnicas do comentário condicional visto que nesse aspecto o IE não estar tão roto que necessite de páginas alternativas para declarações de cores e tipos.

E um dia, quando o IE6 desaparecer simplesmente tiro os comentários condicionais e com um sorriso apago o AsneirasIE.css do meu servidor. Um dia.

Bem sei que os comentários não são uma forma totalmente correcta de fornecer conteúdos alternativos a vários navegadores contudo parece-me a forma mais pragmática de o fazer.

Segunda observação de encerramento sei que não usei os truques mais breves para fazer algumas das coisas por exemplo o truque relativo à largura poderia ser feito como aqui:

width:164px;width /**/: 194px;

Mas tal em minha opinião tem um defeito não ter comentários.

P.S. Onde virem no código < vejam lt e onde virem <= vejam lte

12 outubro, 2005

ALA

Saiu o nº 205 do A List Apart

O horror de um projecto Web sem finalidade! O diabo insidioso da informação que não consegue ser encontrada!

Nunca se Envolva Numa Guerra Terrestre na Ásia (ou Nunca Construa um Website Sem Razão)

Se não souber o que é que é suposto que o website em que esteja a trabalhar faça, irá tornar muito difícil que seja bem sucedido. Greg Storey dá cria um processo de desenvolvimento estratégico da web para todos.

"Encontrabilidade" ambiente: Truques de encontrabilidade

Num excerto do seu novo livro Ambient Findability, Peter Morville expõe porque é que a encontrabilidade é um elemento exigído ao bom design e à boa engenharia e o que tal significa para si.

Mais Barato do que Melhor: por que é que os clientes aceitam menos do que mais

E repesca o artigo de Adam Schumacher que investiga as razões pelas quais os clientes contratam maus web designers e o que os bons designers podem fazer quanto a isso.

Web Standards em Portugal - V

Web Standards e a iniciativa Ligar Portugal

Valida o respectivo CSS, também outra coisa não seria de esperar de algo tão simples.

A validação da marcação informa que o documento não é XHTML 1.0 Transitional válido!

Não sei a que se deve o problema com alguns caracteres na linha 21.

Depois vem a linha 29 que é a que nos permite ver o flash embebido. Bom <embed... não faz parte da directrizes do W3C para XHTML. Será que ninguém olhou para um artigo sobre como colocar ficheiros flash em documentos xhtml.

Isto tratava dos restantes erros e depois de ver quais os caracteres que provocam problemas a página passaria também a validar.

Isto é esta página passaria a validar aí com 30 minutos de trabalho.

Quanto a verificações de acessibilidade

Regra 1.1.9 Quando são usados elementos embed é necessário usar um elemento noembed no documento, esta regra não é respeitada (e só há um elemento embed).

Regra 11.2.1 Evitar usar algo que esteja em vias de ficar obsoleto. body com atributo em vias de ficar obsoleto bgcolor

O Cintia diz que os restantos pontos são observados ou não são aplicáveis ou não estão definidos.

Uma página simples e directa e graficamente apelativa.

Web Standards em Portugal - IV

Web Standards em Portugal - Portal do Cidadão

Não gosto muito de criticar terceiros sem dar oportunidade para comentar a minha crítica. Mas neste caso vou abrir uma excepção pois trata-se de um organismo público com particular responsabilidade na infraestrutura pública de acesso à informação do estado por todos os cidadãos.

O Portal do Cidadão é um elemento importante da net em Portugal e tal como analisei outros sectores quiz ver como se comportava o estado, infelizmente não muito melhor do que os particulares embora até possua linhas de orientação que espero mais tarde ou mais cedo conduzam a forte melhoria na situação.

Como se sabe para aceder a um determinado site essa entrada poderá não ser feita pela entrada (principal) mas por qualquer página e neste caso entrei por: http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/entidades/MCTES/UMIC/pt/ORG_umic+++agencia+para+a+sociedade+do+conhecimento++ip.htm

.

Esta página tal como se apresenta se passar pelos validadores do W3C gera 69 erros. Alguns deles são de fácil resolução e referem-se ao <HEADER>.

A escolha do DTD é muito importante, no caso de estarmos a usar a declaração: <!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" > não podemos por exemplo fechar as instruções de metadados isto é não podemos fazer como a UMIC:

<HTML lang=pt>
  <HEAD>
  <style >.panel { OVERFLOW: auto }
  </style>
  <title>Portal do Cidadão -  UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP</title>
  <meta http-equiv="Content-Type" content="text/html;charset=utf-8" />
  <meta name="AREA" content="entidades"/>
  <meta name="TEMPLATE" content="Organismo" />
  <meta name="DESCRIPTION" content="A UMIC — Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, é um instituto público, dotado de personalidade jurídica, com autonomia administrativa e financeira e património próprio.  Tem por missão o planeamento, a coordenação e o desenvolvimento de projectos nas áreas da sociedade da informação e governo electrónico.  Exerce a sua actividade sob a tutela e..." />
  <meta name="GUID" content="{93BC05F1-9DFF-4A52-B01C-DEA02926DB74}" />
  <meta name="PMOVEL" content="1" />
  
  <link href="/PORTAL/include/default.css" type="text/css" rel="stylesheet">
  <link href="/PORTAL/include/base.css" type="text/css" rel="stylesheet">
  <script src="/PORTAL/include/fonte.js" type="text/javascript"></script>
  <script type="text/javascript" src="/PORTAL/include/cookies.js"></script>
  ...

Pois tal pode ser interpretado como encerrando o cabeçalho como se pode ver na recomendação HTML W3C sobre estrutura do cabeçalho de um documento HTML 4.01.

Devido a este erro sistemático surgem 2 erros devidos aos link (das folhas de estilo).

Este é um erro comum quando se está a fazer uma transição de HTML para XHTML fácil de corrigir.

Já agora no estilo podiam acrescentar «type="text/css"» para evitar outro erro evidente.

  <script language="JavaScript">
  
   //alert(document.all['panelvisivel');

Depois na linha 45 e na linha 94 do documento (extracto acima no caso da 45) falta type="text/javascript". O erro assinalado na linha 110 trata-se de consequência do encerramento dos metas (o cabeçalho já foi dado como terminado).

 <BODY id="body" leftMargin="30">

Esta linha apresenta dois erros, um devido ao erro dos metas (body já está por omissão aberto e não pode haver duas secções body num documento. O Segundo erro tem a haver com uma extensão proprietária da Microsoft leftMargin="30", curiosamente não aparece a da Netscape e descendentes. Isto podia muito bem ser regulado por uma regra de estilo.

 <form name="Homepage" method="post" action="Organization.aspx?NRMODE=Published...

O erro apontado na linha 112 é uma chinesice pois a recomendação embora recomende o uso do atributo «id» diz que «name» é mantido por questões de retrocompatibilidade.

 <td width="19%" align="right" valign="top" id="header" nowrap>

Este é um erro de lana caprina alguém se esqueceu de verificar que só se pode usar uma identificação uma vez. Este erro é repetido várias vezes, linhas 142 (acima), 151, 168.

 <tr>
  ...
          <td>
  </td>
 ... 
<script>

Neste caso o erro começa por ser a falta de fecho do elemento <tr> da linha 135 e da falta de indicação do atributo «type» na linha 155.

A linha 165 tem o segundo tipo de erro. Eventualmente estes scripts não deviam estar aqui.

Vou saltar alguns erros de tipo já anteriormente analisado.

 <a href="/PORTAL/pt/pesquisa?st=a&page=1&paged=1&ipp=5&set=portal&q=" id="mainB...

A utilização de & não devidamente codificados é a principal causa deste erro. Vejam o as observações sobre uso de e comercial em URLs.

Após corrigir esta linha o código fica com muito menos erros.

Na linha 204 há um erro de descuido, usar em duplicado o atributo altdeve ser excesso de zelo.

Nas linhas 235 e na 239 surge um novo valor para o atributo align, ...Cidadãos" align="AbsBottom" border="0" ....

Os restantes erros são semelhantes aos já analisados com a excepção dos gerados por scripts e por tabelas mal formadas. Donde provavelmente se tira que só se devem usar tabelas para apresentar dados tabulares ou como último recurso quando se tratar de disposição de elementos numa página.

Estas são pistas que podem reduzir alguns dos erros presentes. Não sei mas o CMS usado parece gerar demasiados erros.

Acessibilidade

Este site leva a acessibilidade para cegos e pesoas com dificuldade de visão a sério e isso nota-se. Já agora seria de recomendar à UMIC que fizesse uso das suas linhas de orientação para produção de sítios web

Este site mesmo assim não passa nos meus critérios como página aceitável de um organismo público deste tipo.

11 outubro, 2005

Guia de Marcação HTML

Guia de Marcação

Neste documento irão ser referidos elementos e atributos. É importante compreender a diferença, portanto veja a amostra de código que se segue:

<a href="index.php">Entrada</a>

O elemento base HTML é a neste caso. O atributo é qualquer informação adicional sobre o elemento dentro do par inicial < >, ou neste caso o valor de href.

Para ver um exemplo de utilização de qualquer elemento neste documento por favor espreite o código fonte.


Exemplos de Header

O cabeçalho (header) principal deste guia é um elemento h1. Por favor reserve h1 para títulos de páginas individuais. Quaisquer elementos do cabeçalho podem incluir ligações como apresentado no exemplo.

O cabeçalho secundário imediatamente acima é um elemento h2, que pode ser usado como meio de indicar um cabeçalho importante dentro da página. Podem ser usados mais do que um elementos destes numa página. Pense usar um h2 excepto se necessitar de um cabeçalho menos importante, um um sub-cabeçalho de um elemento cabeçalho h2 já existente. Qualquer que seja o grau do cabeçalho este pode incluir ligações como ilustrado no exemplo.

Cabeçalho de grau três

O cabeçalho acima é um elemento h3, o qual pode ser usado sem numa página como um cabeçalho que esteja debaixo da alçada de um elemento h2 na hierarquia de um documento. Pode ser usado mais do que um por página.

Cabeçalho de grau quatro

Todos os cabeçalhos abaixo do grau três seguem as linhas de orientação acima indicadas. Só usar cabeçalhos com graus mais baixos quando necessário.

Cabeçalho de grau cinco

Todos os cabeçalhos abaixo do grau três seguem as linhas de orientação acima indicadas. Só usar cabeçalhos com graus mais baixos quando necessário.

Cabeçalho de grau seis

Todos os cabeçalhos abaixo do grau três seguem as linhas de orientação acima indicadas. Só usar cabeçalhos com graus mais baixos quando necessário.


Parágrafos

Todos os parágrafos são embrulhados dentro de marcadores p. Além disso elementos p, podem ser embrulhados num elemento blockquote se o elemento p for de facto uma citação. Historicamente blockquote foi usado só para forçar recortes, mas isso actualmente é alcançado usando CSS. Reserve o uso de blockquote para citações. Eis um exemplo de uso correcto:

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. Cras euismod fringilla arcu. Integer posuere. Aliquam ipsum. Donec eget massa ac orci tempus euismod. Donec quis neque nec neque consequat sollicitudin. Donec commodo tempor nulla. Suspendisse venenatis. Ut ut leo. Nunc placerat urna at libero. Nunc suscipit lacus.

lipsum.com

Além disso, poderá querer referir-se ao citado, como no exemplo acima. (O método correcto envolve usar o atributo cite directamente como atributo do elemento blockquote, mas visto nenhum navegador usar esta informação, é útil especificá-lo também como elemento cite separado.)


Texto Em linha

Já deve ter reparado no texto monoespacejado neste guia. Há um certo número de elementos em linha em HTML que pode usar dentro de qualquer outro elemento, incluindo abbr, acronym, cite, code, del, em, ins, kbd, strong, and var.

abbr
Usado para texto abreviado, seja um acrónimo, iniciais ou outro. Geralmente é menos trabalho (suficientemente) útil marcar só a primeira ocorrência de uma abreviatura numa página e ignorar as restantes. Qualquer texto no atributo title irá aparecer quando o rato do utilizador passar por cima da abreviatura (embora isto não funcione no IE para Windows). Exemplo abreviauras e utilização: NASA, HTML, e LX.
acronym

Só usado para abreviaturas específicas. Tal como abbr, qualquer texto no atributo title irá aparecer quando rato passar por cima do acrónimo (contudo ao contrário de abbr, isto de facto funciona no IE para Windows.) De acordo com Mirriam Webster, acrónimos são:

...palavras (como NATO, radar [...] ) formadas com as letras iniciais de cada uma das sucessivas partes ou partes principais de um termo composto; e que uma abreviatura é (como FBI) formada por letras iniciais.

Se pensa que a diferença entre acronym e abbr é exóterica, tem provavelmente razão.

code

Usado para amostras de código de programa de computador. Útil para sítios orientados para a tecnologia, caso contrário pouco útil. Exemplo de código e utilização:

function obterGel() {
 echo $umSnackDelicioso;
}

Uso em linha: tal como noutro ponto deste documento elementos HTML como em ou code podem ser considerados código e marcados como tal.

cite
Usado para definir uma citação ou referência para outras fontes de informação. Exemplo de texto citado e uso: Pode ser encontrada mais informação em [ISO-0000]
del
Usado para texto apagado ou cancelado que deve manter-se na página por alguma razão. Visto a generalidade dos navegadores representarem este elemento como texto rasurado é preferível ao elemento s. O elemento del tem ainda um atributo datetime que permite incluir uma datação directamente no elemento. Exemplo de texto apagado e utilização: Ela comprou dois cinco pares de sapatos.
em
Usado para indicar texto enfatisado. Na maior parte dos casos desejará tornar itálico o texto (usando o elemento HTML i caso contrário) deve usar o elemento em Excepções a esta regra são tornar itálico títulos, palavras em línguas estrangeiras ou quando o itálico for para diferenciar em vez de enfatisar. Nestes outros casos não existe elemento HTML adequado, e assim um elemento i ou um span com uma class à medid poderá ser preferível. Exemplo de texto enfatisado e utilização: Tem que experimentar negitoro maki!
ins
Usado para inserir texto e contrapartida do elemento del. Tal como del, ins tem um atributo datetime que permite datar directamente o elemento. Exemplo de texto inserido e uso: Ela comprou dois cinco pares de sapatos.
kbd
Usado para texto que deve ser escrito pelo utilizador. útil principalmente para instruções de computador. Exemplo de texto a ser escrito no teclado e utilização: Por favor prima Enter para continuar.
strong
Usado para relaçar ainda mais do que com o elemento em. element. Na maior parte das situações onde deseja texto negrito (usando o elemento HTML b ) deve usar o elementoe strong em seu lugar. Excepções são enegrecer estilisticamente exemplos, primeiras ocorrências de nomes num artigo etc, onde o enegrecimento é usado para diferenciar em vez de enfatizar. Nestes casos não há elementos HTML adequados e assim usar o elemento b ou um elemento span com uma classe à medida poderá ser preferível. Exemplo de texto strong e utilização: Não ponha os dedos na tomada elétrica.
var
Useado para variáveis em porções de código de programa de computador. Útil em sítios orientados para as tecnologias de informação, caso contrário pouco útil. Exemplo de var e utilização: Adicionar 5 a $result e recalcular.

Listas

Depois há listas. ul indica uma lista não ordenada (ie. uma lista de itens que não exigem números ou uma lista com balas). ol indica uma lista ordenada, e estão disponíveis vários esquemas de numeração através de CSS (incluíndo 1,2,3... a,b,c... i,ii,iii... etc). Cada item dentro de ul ou ol exige estar rodeado por marcadores <li> e </li>, para indicar itens individuais dentro da lista (como é possível que já tenha percebido, li significa item de lista).

Além destes tipos de lista, dl é um outro tipo de lista uma lista de definições. Em vez de listar itens, o conteúdo de dl consiste em pares de dt (Termo a definir) e dd (Descrição da Definição). Embora possa ser chamada "lista de definição", dl pode ser aplicada noutros cenários onde uma relação de pai/filho seja aplicável. Pode ser usada para marcar diálogos com cada dt identificando o orador e cada dd contendo as suas palavras.

Tantek Çelic não gosta desta «solução» e prefer microformatos

Exemplo de listas e aplicações:

  • Esta é uma lista não ordenada/classificada.
  • Esta lista tem dois itens.
  1. Esta lista é uma lista ordenada.
  2. Ela tem dois elementos.
  3. Não, menti tem três elementos.
Isto é uma expressão/termo.
Esta é a definição do termo, vivendo ambos numa dl.
Isto é outro termo.
E também este tem aqui nesta linha a sua definição.
Isto é um termo que partilha a sua definição com o termo imediatamente abaixo.
Eis o termo a definir abaixo.
dt os termos devem estar por si sem dd, mas nesse caso eles partilham a descrições seguinte disponível dt. Não pode ter um dd sem um pai dt.

Como descobrir um pretendente a advogado dos «Web Standards»

Se houver uma correspondência encontrou um pretendente.

  • Fala da importância dos marcadores alt.
  • Reinvindica que <b> e <i> estão obsoletos.
  • Mas dizem-nos depreciados..
  • Usam <span style="font-style: italic;">, porque <i> tem a haver com a apresentação.
  • Querem que os programas usem <em> e <strong> quando o INTERFACE DE UTILIZADOR diz itálico e negrito.
  • Usam o marcador <cite> para texto citado.
  • Chateiam sobre marcadores em maísculas em HTML.
  • Afirmam que o XHTML 1.0 é mais semântico do que HTML 4.01.
  • Afirmam que o XHTML 1.0 é mais estruturado do que HTML 4.01.
  • Afirmam que o XHTML 1.0 tem menos a haver com a aparência do que o HTML 4.01.
  • Afirmam que o navegadores analisam o XHTML servido como text/html mais rápido do que analisam HTML.
  • Referem-se às outras vantagens do XHTML sem especificarem que vantagens são essas.
  • Usam documentos XHTML 1.0 Transitional com disposição criada por tabelas ao mesmo tempo de reinvindicam compatibilidade acrescida com dispositivos móveis graças ao XHTML.
  • Migram sítios de HTML 4.01 Transitional para XHTML 1.0 Transitional e mantêm-nos a serem servidos como text/html com todos os scripts em JavaScript antigos no lugar e julgam que os seus sítios são à prova do futuro.
  • Usam notação XML para elementos vazios em páginas que são suposto ser páginas HTML.
  • Chateiam por falta de doctype em documentos application/xhtml+xml ou SVG e apontam presunçosamente para o validator.w3.org.
  • Reinvindicam que todas as tabelas são o diabo personificado.
  • Advogam posicionamento absoluto com CSS baseado em pixels como substitutos das tabelas do diabo.
  • Mudam //EN no final do identificador público no doctype para o código da língua em que escrevem a página.
  • Omitem uma declaração de espaço de identificação (namespace) em documentos XHTML ou SVG e acham que está tudo bem pois os documentos são validados.
  • Servem documentos escritos com um vocabulário doméstico XML com transformações XSLT para navegadores HTML em vez de servirem HTML, porque o XML é mais semântico.

10 outubro, 2005

Rails e Validação XHTML

Validar (X)HTML em Rails

Quase todos os programadores que utilizam técnicas recentes, e entre estas, os testes unitários desejaram automatizar a possibilidade de validar os seus projectos. O que resulta em (X)HTML de um projecto em Rails pode facilmente ser validado pois em Julho de 2005 o Validator do W3C o tornou mais fácil ao permitir que fragmentos fossem lançados POSTed no seu serviço. Agora com uma simples asserção à medida, os testes funcionais podem assegurar-se que a sua marcação é e se mantém válida.

Basta adicionar isto ao seu test/test_helper.rb:

  def assert_valid_markup(markup=@response.body)
    require 'net/http'
    response = Net::HTTP.start('validator.w3.org') do |w3c|
      query = 'fragment=' + CGI.escape(markup) + '&output=xml'
      w3c.post2('/check', query)
    end
    assert_equal 'Valid', response['x-w3c-validator-status']
  end

E depois (dada uma acção designada por 'home') chamar a asserção a partir dos seus testes funcionais como em:

  def test_home
    get :home
    assert_valid_markup
  end

E pronto, a sua marcação passa a ser validada de cada vez que executar os testes, e se alguma coisa invalidar o resultado, vai sabê-lo de imediato.

assert_valid_markup() irá validar o conteúdo de @response.body (que recebe o seu valor pela linha get ); Pode ainda passar um argumento para verificar algo mais. Se desejar mais detalhes sobre erros de validação pode alterar a asserção de modo a ver response.body que é um ficheiro XML com informação sobre cada erro.

Comentários sobre Web Standards em Portugal II

Há já uns dias comecei a levar um dos meus projectos para a frente, quiz ter uma imagem do estado da Web Portuguesa em relação aos Web Standards.

Para meu grande espanto e horror fiquei com uma terrível sensação: as equipas/pessoas que desenvolveram os sítios que visitei não se devem importar nada com esses aspectos é como se de cada vez que comprassem uma lâmpada para as suas casas, terem de comprar um casquilho novo, uma chave (de fendas ou outra) nova um novo contrato de fornecimento de electricidade, etc pois nada seria standard como os seus sítios.

Depois um dos meus leitores o André Luís teve a amabilidade de fazer um comentátrio do género ninguém se preocupa com isso. Não sei se é verdade mas quase que parecia. Fui vez o site dele e tenho que admitir que além de estar conforme o básico, e até para além do básico, é visualmente apelativo e faz sentido.

Aproveitei ainda ir ao seu portofólio ver os seus trabalhos mais antigos e aí verfica-se que realmente ele fez uma evolução marcada, passou de sítios não conformes e com utilização de elementos numa situação aplicados noutra situação (exemplo table para disposição de conteúdos em vez de dados de tabelas) para um ambiente onde cumpre as regras.

Nas observações abaixo quanto às correções deve ser tido em conta que o André provavelmente deseja manter os seus trabalhos anteriores nesse estado até para quem lhe encomende trabalhos possa ver o que é que ele foi aprendendo ao longo do tempo. É um sinal de capacidade de aprendizagem e humildade (nós não nascemos iluminados).

  1. André Luís

    Valida como xhtml 1.1. Porreiro

    A fase dois também passa scripting e estilo segregados. A fase três passa: não há utilização de tabelas para coisas indevidas.

    Utilização de informação por assinatura. Porreio.

    Não gosto de classificações automáticas, a não ser como auxiliares. Gosto do teu site/blog pessoal.

  2. Feira de Maio

    Bem sei que o site que escolhi é de 2003 e talvez na altura não fosse incorrecto (se o João Craveiro não faz erros eu (nem tu) também não). No entanto até podias corrigir a situação pois não é particularmente grande e só tens 10 erros (que de facto são menos). Vê os resultados do validator.w3.org e verás que a maior parte são fáceis de corrigir. Já me tinha esquecido o site é o da feira. Como julgo que percebes, para mim o aspecto formal não é o mais importante mas se reparares mesmo após validares o site em questão resta-te o problema de teres usado uma tabela para posicionares as coisas. Lembra-te que a net não é um livro e talvez não seja de todo razoável querer ser uma espécie de Grande Irmão dos utilizadores. A segunda coisa que eu faria nesse site seria empregar só marcação semântica.

    Aqui então houve algo que não entendi, aqueles ícones não servem para nada a não ser decoração. Eu sou daqueles que acha que o design não é decoração, não gostei.

  3. Escola de Natação de Santarém

    5 erros na validação de framset com enconding 8859-1(?). Alguma razão especial para usar esta codificação?

    Não gostei logo que me fosse dito que necessita de um Plug-In (Flash). Deve na minha opinião verificar se o navegador tem determinada capacidade e, no caso de não ter, degradar em conformidade (dando mesmo a possibilidade de instalação a pedido).

    Então não seguiste uma construção normalizada. Tenho que admitir que não gosto de esquadrias mas quando se usam devem ser bem usadas.

Já agora a talho de foice as minhas esperanças quanto à aplicação de Web Standards no ensino superior português estão a decrescer a cada minuto. Ainda não tenho um relatório sobre o assunto mas estou quase a vomitar.

Não me digam que só nas autarquias vou encontrar algumas ilhas?

André Luis

Quiz comentar a ou minhas entradas sobre web standards em Portugal e disse:

...não vou abrir um blog soh para comentar.

Muita coisa vai mal em portugal. (olha, rimou) Falta coordenação nos defensores dos standards.. algo tem que ser feito a nível nacional para trazer a necessidade e o interesse do uso de standards aos clientes.. não às empresas de webdesign.

Quando os clientes começarem a conhecer os benefícios de certeza que alguns vão começar a pedir "quero um site daqueles bem feitos, com standards". Se eles agora sabem pedir em flash, qualquer dia sabem pedir em standards.

Já tinha referido tudo isto no blog do ( Joao Craveiro um dia destes... ;)

Realmente o João Craveiro foca estes aspectos, mas na minha modesta opinião sobre o assunto é mais perto do seguinte: quando vou ao médico espero que ele use as boas práticas profissionais da medecina, não espero ter que lhe dizer que as deve usar, o mesmo se deve passar na construção de sites web.

O problema que se pode levantar é eventualmente não ser possível repassar alguns custos para o cliente. Outro problema é as dúzias de programadores/designs de web que quase pagam para trabalhar.

O que é que pensam disto?

P.S.: Retirei os comentários pois só quase aparecia spam.

08 outubro, 2005

Novo Calvin e Hobbes

Para amantes do Calvin e do Hobbes

Saiu nos Estados Unidos um novo triplo album do Calvin com as tiras de 1985-95.

07 outubro, 2005

O Guia de viagem dos nossos visitantes

Navegação - O guia de viagens das nossas visitas

A navegação e os menús não são um assunto técnico. Não estão confinados ao mundo das Tecnologias de Informação, mas são usados na vida real. A navegação é um assunto de interacção humana. Os seres humanos com todos as suas nuances e problemas necessitam e usam-nos. A navegação bem sucedida importa-se com as necessidades dos visitantes, e não com a promoção de uma técnica ou da estrutura da organização. O que é que acharemos mais útil na nossa Junta de Freguesia: um índices das repartições ou uma lista de funcionários?

Exemplos da vida real - manter as coisas simples

O sucesso da navegação num dispositivo depende largamente de quão fácil é usado. Em qualquer momento os visitantes devem ser capazes de encontrar:

  • Onde estão
  • Onde podem encontrar outras coisas
  • Onde podem encontrar ajuda no caso de se perderem

Exemplos reais passam-se por exemplo nos elevadores e escadas nos centros comerciais.

  • À entrada do centro uma lista dos andares indica o que pode encontrar neles.
  • Muitos deles apresentam informação adicional como, casas de banho, extintores, rotas de evacuação, meios de acessibilidade para alcançar os restantes andares (elevadores, rampas para cadeiras de rodas, escadas rolantes).
  • Os melhores centros comerciais apresentam ainda sinais adicionais para mapas detalhados dos vários pisos.

Após subir uma escada rolante encontramos outro sinal, que descreve o que pode ser encontrado nesse piso e ponde se podem encontrar os quiosques de informações, telefones, casas de banho, etc.

Algumas vezes esses sinais são mapas, acompanhados de uma lista de todas as lojas disponíveis no piso. Normalmente do outro lado ficará uma lista de todos os pisos com indicações realçadas sobre o piso em que nos encontramos.

Este tipo de navegação funciona e os centros comerciais menos avançados tratam de copiar as boas práticas dos mais bem sucedidos. Esses centros comerciais são bem sucedidos e os lojistas também pois a navegação encaminha-lhes os visitantes.

Navegação de Website - Porquê torná-la mais complexa?

A beleza desta actuação é a sua simplicidade. Não esmagamos o visitante com opções mas damos-lhes o que necessitam num determinado ponto da sua visita. No caso de desejarem mais informação podem consultar os mapas detalhados dos pisos e encontrar o que desejam.

Eis algumas traduções entre o mundo real e um web site:

Exemplo vida real
Equivalente em web site
Lista de todos os pisos
Navegação principal
Lista de todos os pisos com informação do que se pode encontrar em cada um
Página inicial
Mapa detalhado dos pisos
Mapa do sítio
Mapa detalhado e lista do piso
Navegação secção
Informação sobre cadeiras de rodas e elevadores
Declaração de acessibilidade
Quiosques informativos
Contactos e FAQ

A verdadeira natureza da web e as máquinas de indexação/busca permitem aos visitantes entrarem nos nossos sítios em qualquer "piso" e com qualquer tecnologia.

Por isso é complicado usar uma navegação que precisa explicação ou que dependa de determinada tecnologia. Mesmo o teste da disponibilidade desta tecnologia na página inicial não significa que os visitantes não fiquem bloqueados numa página - podem vir de um marcador de livro, de uma ligação ou de uma lista de resultados de busca de um motor de busca.

A outra face da moeda do argumento do "manter as coisas simples" são os clientes: muitos deles gostam de navegação bem feita e levam e julgam o seu ambiente técnico como o padrão na web.

Os novos visitantes e a sua experiência

Descobir a diversidade de visitantes num centro comercial é muito fácil. Funcionários de lojas bem treinados, funcionários de retaguarda e seguranças podem aperceber-se das necessidades das pessoas:

  • ajuda especial, digamos uma cadeira de rodas,
  • permitir-lhe que levem o seu cão de guia,
  • tradução de etiquetas,
  • informação detalhada dos produtos,
  • orientação na selecção de um produto,
  • ajudar alguém a descansar e respirar melhor.

Na web não sabemos nada sobre os nossos visitantes.

Os nossos visitantes - pessoas de que dependemos para sobreviver, para lerem a nossa sageza ou tomarem parte nas nossas experiências - podem:

  • Terem dificuldades de visão e necessitarem de tamanhos de tipos de letra muito grandes, com fortes contrastes e navegação fácil de encontrar
  • Cegos que usem leitores de ecrã para lhes dizerem o que se passa
  • Não serem capazes de usar um rato de forma adequada
  • Com dificuldades para utilização de um teclado
  • Dependerem de acesso por um comutador (um pedal operado pelo pé, um sensor operado pelo piscar dos olhos, um capacete com extensão para primir teclas)
  • Dependente de reconhecimento vocal
  • Surdo ou com dificuldades auditivas
  • Algumas mais ou combinações das dificuldades acima descritas

Melhorias por capacidade ou por decisão

Podemos usar tecnologia para ler-mos alguns dos parâmetros do navegador contudo essa informação não nos ajuda muito:

  • A resolução do ecrã não equivale ao espaço disponível para o navegador - os utilizadores podem usar programas de ampliação ou um tamanho de tipo de letra grande, e não por sua opção mas porque precisam.
  • A disponibilidade de um plug-in não significa que o visitante possa tirar partido de um interface de utilizador rico dado por essa tecnologia, um utilizador cego pode ter o seu leitor de ecrã com Flash activado (pois é uma boa ferramenta para streams de áudio), mas terá dificuldade de usar o interface de pegar e arrastar do Flash via um leitor de ecrã.
  • A disponibilidade de scripting não significa que o agente utilizador (navegador) possa de facto reproduzir as alterações na página. Os nossos scripts podem esconder coisas, mas o utilizador pode não ser capaz de as voltar a descobrir
  • A língua apresentada pelo agente utilizador não quer dizer que o visitante fale essa língua, pode ser um computador da organização onde trabalhe ou um terminal público.

Interagimos com seres humanos não com a tecnologia, e assim a ideia de ser capaz de predizer o que se passa por meios tecnológicos está condenada à partida.

Sabemos o que devemos fazer - gostariamos de usar uma navegação fácil, e gastar o tempo adequado na disposição e nas funções de fundo e tornar o site bonito e fácil de manter.

Contudo, não o fazemos, em vez disso gastamos demasiado tempo a conceber e desenvolver uma implementação técnica da navegação e depois ficamos sem tempo nem orçamento quando é necessário limpar o código e escrever documentação de manutenção.

As razões são muitas:

  • Os nossos clientes viram navegação inacessível em sites dos concorrentes e gostaram dela
  • Os clientes não se importam ou não conhecem o impacto de navegação inacessível
  • Os programadores/designers (nós) não se importam ou não conhecem o impacto de navegação inacessível
  • A navegação inacessível dá a impressão de manutenção fácil (só um JavaScript incluido!)
  • É tentador reinventar a roda (houve um americano que o ano passado conseguir patenteá-la). Como programadores e designers uma das nossas linhas de orientação é fazer as coisas melhores. Com frequência falhamos o alvo.
  • Alguma navegação inacessível tem um alto benefício para o "utilizador médio" - seja ele quem for.

Esta última razão é aquela que nos deve fazer pensar. Se a navegação é muito utilizável e se facilita muito a alguns, porque não torná-la uma opção para esses a obterem?

A via rápida é a melhor?

Por exemplo a navegação de menús descendentes multinível é provavelmente a navegação existente que ajuda muito alguns.

Este tipo de navegação é muito boa quando:

  • Os visitantes têm um navegador decente ou JavaScript activado
  • Os visitantes têm um rato ou a navegação com o teclado está adequadamente disponível
  • Os visitantes têm espaço de ecrã à sua disposição suficiente - visto que rolar o conteúdo desfaz o menú.
  • Os visitantes têm coordenação mão/olhos adequada e podem ler tipos de letra com tamanhos pequenos.

Muitos pressupostos foram feitos. A tecnologia não pode ajudar na maior parte destes problemas. No campo de ampliarmos os tipo de letra pode um problema que podemos não reparar quando se desenvolve este tipo de navegação.

Os utilizadores de teclado terão que fazer tabulação ao longo das ligações de cada vez que carregem uma destas páginas

Deixar a escolha ao visitante

Visto não haver nenhum modo de predizer as capacidades dos visitantes, a opção mais fácil é deixar tal à sua escolha. O site obtem uma navegação fácil e lógica que só mostra as opções necessárias e que oferece uma checkbox ou um botão com a indicação de "navegação melhorada" com uma ligação "o que é que é isto" explicando do que se trata.

Uma vez escolhida, a opção é guardada num cookie ou no perfil do visitante e não há necessidade da voltar a tomar. Se a funcionalidade que necessitamos depende de uma tecnologia como o Flash ou scripting, o botão pode ser gerado via essa funcionalidade, e assim não aborrecer quem não tenha essa opção logo desde o início.

Linhas de orientação fundamentais para uma navegação acessível

Seguidamente apresento algumas linhas de orientação que o podem ajudar a determinar se a nossa navegação tem alguma probabilidade de ser acessível ou não. Sempre que tivermos de dizer não há um problema.

  • Se o scripting e os estilos não estiverem disponíveis
    • a navegação fica claramente visível e compreensível?
    • a secção actual é óbvia?
    • a quantidade de ligações disponíveis é fácil de manipular via teclado e são necessárias no contexto actual?
  • Se o scripting e os estilos estiverem disponíveis
    • a navegação ainda fica utilizável via teclado?
    • o visitante tem que tabular através de várias ligações invisíveis?
    • pode a navegação ser redimensionada no navegador sem sobreposição?
    • a navegação depende de um determinado espaço disponível?
  • Qualquer destas situações com as outras duas combinações(Scripting on / CSS off, e vice-versa)
  • Há contraste suficiente entre o fundo e aquilo que fica por cima da navegação?
  • Todas as ligações fazem sentido sem contexto (alguma da tecnologia de auxílio dá as ligações das páginas e os cabeçalhos como listas para facilitarem a navegação)?
  • Todas as ligações com o mesmo palavreado apontam para a mesma página?
  • Os nomes das ligações são fáceis de compreender?

Navegação como ferramenta

A navegação é um dos mais importantes componentes de um site. Claro que a parte mais importante é o próprio conteúdo. Se a nossa navegação prende a atenção dos visitantes e os destrai do conteúdo então falhou a sua finalidade. O conteúdo deve determinar a navegação, não ao contrário.

É fácil esquecer este facto, a navegação é uma das poucas coisas que nós os programadores e designers da web podemos brincar. É da nossa responsabilidade dizer ao cliente que o conteúdo é aquilo que as pessoas procuram, e nos visitam, e não pela navegação espectacular que exista. As melhores navegações são aquelas que não nos lembramos.

Web Standards em Portugal 2 - Escolas Secundárias

O maus estado de conformidade da Web Portuguesa - Parte 2

Após uma breve visita aos sites de media mais abaixo irá encontrar sites das escolas secundárias. Não encontrei nenhuma (página de abertura) conforme. Contudo há uma que está muito próximo disso: a Escola Secundaria Dr. João Carlos Celestino Gomes.

http://www.esrp.pt/

Escola Secundária de Raul Proença - Caldas da Rainha

Sem declaração DOCTYPE (É um frameset)

Frontpage 5.0

Páginas interiores com tabelas para disposição (arranjo) de elementos da página

http://www.esec-se-guarda.rcts.pt/

Escola Secundária da Sé - Guarda

Sem declaração DOCTYPE

 

Flash na primeira página para fazer uma animação quando o rato passa por cima

http://www.esab.pt/

Escola Secundária de Avelar Brotero  Coimbra

 

Frontpage 5.0

Frameset – se o seu navegador não suportar fique à porta

http://www.espaa.pt/

Escola Secundária Poeta António Aleixo – Portimão

Sem declaração DOCTYPE

DW?

Página graficamente apelativa mas muito muito mal organizada

http://www.esec-barcelos.rcts.pt/inicio.htm

Escola Secundária de Barcelos

Sem declaração de DOCTYPE

DW6

Página organizada mas com tabelas por todos os cantos

http://www.malhatlantica.pt/eslealdacamara/

Escola Secundária Leal da Câmara - Sintra

!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Frameset//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/frameset.dtd">

 

Sem frames fique à porta

p >http://www.esfga.pt/

Escola Secundária Frei Gonçalo de Azevedo

Sem declaração DOCTYPE

 

Página graficamente apelativa, não se deve espreita para o código

http://www.esec-emidio-navarro-alm.rcts.pt/

Escola Secundária Emídio Navarro

Sem declaração DOCTYPE

 

A página de entrada parece ser mais trabalhada que as restantes

http://www.esa.pt/

Escola Secundária de Albufeira

!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">

 

O serviço de validação validator.w3.org indica que a página tem 80 erros (é comum um erro factual produzir diversas mensagens de erro)

http://www.esec-bocage.rcts.pt/

Escola Secundária de Bocage – Setúbal

Sem declaração

 

 

http://www.esec-d-pedro-v.rcts.pt/

Escola Secundária D. Pedro V

Sem declaração

 

Página sem tabelas para posicionamento, mas estilo aplicado embebido e uso não semântico de alguns elementos

http://www.esec-alcacer-sal.rcts.pt/

Escola Secundária de Alcácer do Sal

Sem declaração DOCTYPE

 

É necessário um pouco mais de rigor, indicar devidamente o que se está a fazer.

http://www.esec-valongo.rcts.pt/

Escola Secundária de Valongo

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd">

 

Não valida mas esta só tem 8 erros, vejam lá se os corrigem porque a animação de entrada está bem feita. Já agora o link para a folha de estilo está ligado ao disco E de alguém

http://www.esec-alves-redol.rcts.pt/

Escola Secundária Alves Redol

 

 

Flash site

http://www.esec-ourem.rcts.pt/

Escola Secundária de Ourém

 

 

 

http://www.esec-gondomar.rcts.pt/

Escola Secundária de Gondomar

Sem declaração DOCTYPE, frameset

 

Grande animação

http://www.esec-alcanena.rcts.pt/

Escola Secundária de Alcanena

Sem declaração DOCTYPE, frameset

 

Frameset porque posso

http://www.esec-alfredo-silva.rcts.pt/

Escola Secundária Alfredo da Silva

Sem declaração DOCTYPE

FrontPage 5.0

Tabelas para disposição, esta página era muito fácil de transformar numa página strict e sem tabelas para disposição

http://www.esds.edu.pt/

Escola Secundária de Domingos Sequeira

Sem declaração DOCTYPE

Frontpage

Algo complicada com demasiadas opções na página inicial e com elementos demasiado próximos a mexer.

http://www.esec-f-rodrigues-lobo.rcts.pt/

Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo

Sem declaração, mas aponta para HTML 4.0

 

A aplicação com que foi feito deixa passar demasiados erros (56) num documento HTML 4.01 Alguns serviços com eventual interesse. Extensibilidade por xml

http://www.esec-lousa.rcts.pt/

Escola secundária da Lousã

Sem DOCTYPE, frameset

 

Gráficamente interessante

http://www.esec-rodo.rcts.pt/

Escola Secundária do Rodo

Sem DOCTYPE, frameset

 

Não percebo porque querem complicar

http://www.esec-j-gomes-ferreira.rcts.pt/

Escola Secundária J. Gomes Ferreira

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//IETF//DTD HTML//EN">

 

13 erros

http://www.ga-esec-pinheiro-rosa.rcts.pt/

Clube de astronomia da Escola Secundária Pinheiro e Rosa

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd">

 

Página interessante, é pena não validar (>150 erros) embora muitos sejam de fácil solução (por exemplo a falta do atributo alt em elementos img)

http://www.es-pr.net/

Escola Secundária Pinheiro e Rosa

<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">

 

Página interessante, é pena não validar (>150 erros) embora muitos sejam de fácil solução (por exemplo a falta do atributo alt)

http://www.esec-amora.rcts.pt/

Escola Secundária da Amora

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">

 

Não usa tabelas para posicionamento

http://www.esfa.pt/

Escola Secundária Felismina Alcântara – Mangualde

Sem declaração DOCTYPE

Frontpage 5.0

Tão pequena e já tão mal estruturada, não compreendo.

http://www.esec-maximinus.rcts.pt/

Escola Secundária de Maximinos

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">

 

23 erros

http://www.esec-amarante.rcts.pt/

Escola Secundária de Amarante

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">

 

32 erros

http://www.es-homemcristo.edu.pt/

Escola Secundária Homem Cristo

Sem Declaração

FrontPage 5.0

Falha na descarga de Applet Java

http://www.esec-amato-lusitano.rcts.pt/

Escola Secundária de Amato Lusitano

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">

 

15 erros

http://www.esec-fonseca-benevides.rcts.pt/home.htm

Escola Secundária de Fonseca Benevides

Sem declaração DOCTYPE

FrontPage 6.0

 

http://www.esec-tondela.rcts.pt/

Escola Secundária com 3º ciclo do ensino básico de Tondela

Sem declaração DOCTYPE

FrontPage 4.0

 

http://www.esec-manuel-fonseca.rcts.pt/

Escola Secundária Manuel da Fonseca – Santiago do Cacém

Sem declaração DOCTYPE

MS Office

 

http://www.esec-tomaz-pelayo.rcts.pt/

Escola Secundária Tomaz Pelayo

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//IETF//DTD HTML//EN">

FrontPage 5.0

240 erros

http://esgp.drealentejo.pt/

ESGP Escola Secundária Gabriel Pereira Évora

Sem declaração, frameset

 

 

http://www.esec-lousada.rcts.pt/

Escola Secundária de Lousada

Sem declaração, frameset

 

 

http://www.esec-amadora.rcts.pt/

Escola Secundária da Amadora

Sem declaração DOCTYPE

FrontPage 6.0

 

http://escola.franciscosimoes.weblog.com.pt/

Escola Secundária Francisco Simões

<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd">

 

Mesmo numa página essencialmente em branco há erros

http://www.esec-nuno-alvares.rcts.pt/

Escola Secundária Nuno Álvares

Sem declaração DOCTYPE

 

É muita pena pois é apelativa, código html + script + estilo tudo ó molho e fé em Deus

http://www.esec-rio-tinto.rcts.pt/

Escola Secundária de Rio Tinto

Sem declaração DOCTYPE

 

Se fosse HTML 4.01 teria 48 erros. Tabelas para posicionamento

http://www.esec-alves-martins.rcts.pt/

Escola Secundária Alves Martins - Viseu

Sem declaração DOCTYPE

 

Inútil

http://www.esidm.pt/

Escola Secundária Infanta D. Maria

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">

 

9 Erros, dos melhores resultados tendo em conta o conteúdo

http://www.esec-jose-estevao.rcts.pt/

Escola Secundária José Estevão

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">

 

66 Erros para uma página com uma desenho contido numa ligação e uma linha horizontal

http://www.esec-maia-n2.rcts.pt/

Escola Secundária do Castêlo da Maia

Sem declaração DOCTYPE

 

Nem numa página simples, embora bonita. Página não actualizada há um ano (cerca)

http://www.esec-eea-antonio-arroio.rcts.pt/

Escola António Arroio – Página Actual

Sem declaração DOCTYPE

 

Com uma declaração 4.01 e um atributo alt para a imagem passava a validar

http://www.antonioarroio.com/

Escola António Arroio – Página Antiga

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Frameset//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/frameset.dtd">

 

4 erros, fáceis de corrigir

http://www.esec-d-dinis-lsb.rcts.pt/

Escola Secundária D. Dinis

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd">

 

40 erros, só que há um certo número que resulta da omissão de uma abertura ou de um fecho de um lista de definições. Só não vejo o que é que é definido. Parece que deviam aprender a usar listas não ordenadas e a aplicar uma bala gráfica

http://www.esec-jacome-ratton.rcts.pt/

Escola Secundária Jacôme Raton

 

FrontPage 6.0

 

http://www.esec-canecas.rcts.pt/

Escola Secundária de Caneças

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">

 

69 Erros

http://www.esec-pde-antonio-vieira.rcts.pt/

Escola Secundária Padre António Vieria

Sem declaração DOCTYPE, frameset

 

5 erros se tivesse declaração frameset html

http://www.esec-d-manuel-martins.rcts.pt/

Escola Secundária D. Manuel Martins

Sem declaração DOCTYPE, frameset

 

11erros se tivesse declaração frameset html

http://www.esjf.interacesso.pt/

Escola Secundária José Falcão

Sem declaração DOCTYPE

 

 

http://www.esec-m-lamas.rcts.pt/index2.html

Escola Secundária Maria Lamas

Sem declaração DOCTYPE

FrontPage 6.0

 

http://www.esec-fernando-namora.rcts.pt/index1.htm

Escola Secundária Fernando Namora – Amadora

Sem declaração DOCTYPE, frameset

 

6 erros se tivesse declaração frameset html

http://www.esenviseu.net/

Escola Secundária Emídio Navarro

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">

 

289 erros, Mas suspeito que sejam muitos menos de facto

http://esdjccg.prof2000.pt/

Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN">

 

1 erro por falta de um atributo alt a num marcador img... Tabelas usadas como elementos de posicionamento

http://www.esportela.pt/

Escola Secundária da Porela

Sem declaração DOCTYPE

 

 

http://www.cfpjoaosoares.com.pt/index.htm

Centro de Formação Professor João Soares

<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd">

 

24 Erros

05 outubro, 2005

Web Standards em Portugal

Web Standards na web em Português

  1. Media:

    1. Notícias Lusófonas

      Sem declaração DOCTYPE, impossível validar

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilos embebidos no html

      javascript embebido no hml

    2. Correio da Manhã

      Declaração !DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 3.2 Final//EN"

      Tabelas usadas para arranjo da página

      Estilos embebidos e em ficheiro externo

      javascript embebido no html

    3. Diário digital

      Sem declaração DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilos na página e em ficheiro externo

      JavaScript por todo o lado

    4. Público

      Sem declaração DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilos na página e em ficheiro externo

      JavaScript em ficheiro externo

    5. Diário de Notícias

      Declaração !DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/loose.dtd"

      Só que não se trata do primeiro elemento na página

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente na secção HEAD

      JavaScript por todo o lado

    6. Portugal Diário

      Sem declaração !DOCTYPE

      Tabelas não são empregues para arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiro css algum embebido

      JavaScript por todo o lado

    7. TVI

      Sem declaração !DOCTYPE

      Tabelas são empregues para arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiro css algum embebido

      JavaScript por todo o lado

    8. Jornal de Notícias

      Sem Declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente na secção HEAD

      JavaScript por todo o lado

    9. Expresso

      Sem Declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiro externo

      JavaScript essencialmente na secção HEAD e em dois ficheiros externos

    10. SIC

      Declaração !DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN"

      Se conferida em validator.w3.org indica 154 erros

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiros externos

      JavaScript essencialmente na secção HEAD

    11. Visão

      Não consigo verificar pois ocorre um erro no VBScript

    12. TSF

      Sem Declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiro externo

      JavaScript essencialmente na secção HEAD

    13. Lusa

      Sem Declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiros externos

      JavaScript por todo o lado

    14. Jornal Digital

      Declaração !DOCTYPE HTML PUBLIC '-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN'

      Se conferido em validator.w3.org temos 70 erros

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiros externos

      JavaScript espalhado por todo o lado

    15. O Independente

      Sem declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiro externo

      JavaScript espalhado por todo o lado

    16. O Primeiro de Janeiro

      Sem declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiro externo

      JavaScript Antes da e na secção HEAD

    17. O Primeiro de Janeiro

      Sem declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo essencialmente em ficheiro externo

      JavaScript Antes da e na secção HEAD

    18. Rádio Renascença

      Sem declaração !DOCTYPE

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo por todo o lado

      JavaScript por todo o lado

    19. Mais Autárquicas 2005

      Com declaração !DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN"

      Não é possível validar pois alguns caracteres não pertencem aos caracteres UTF-8

      Tabelas usadas em arranjos

      Estilo por todo o lado

      JavaScript por todo o lado

  2. A continuar...

O que sei até agora

Nenhum dos meios visitados tem páginas válidas. Quase 70% não tem declaração DOCTYPE, 1 (5%) tem declaração indicando HTML 3.2 o que parece um pouco datado de mais. Três dizem aplicar a versão 4.0 de transição, 1 indica a versão 4.01 e finalmente 1 não faço a mais pequena ideia.

Não encontro em nenhum uma separação clara de conteúdo, apresentação e comportamento.

O conteúdo não está marcado de forma semântica, havendo geralmente um excesso de uso de tabelas como artefactos de posicionamento. Um, Portugal Diário, parece estar em fase de transição. Não usa tabelas para posicionamento na maior parte dos casos, contudo o JS está disperso.

Em relação ao JavaScript aparece por todo o lado, 2 dos sites conseguiram colocar JS em ficheiros separados, mas na maior parte dos casos está espalhado por todo o lado, verdadeiro lixo.

A utilização de tabelas parece ser devida ao desejo de controlo total por parte dos artistas gráficos sobre posicionamento (ou simplesmente desleixo). Não percebo porque não tentam validar as páginas para verem o tipo de asneiras mais frequentes.

Nem sequer me vou preocupar com pormenores mais avançados.

Para a semana há mais.

04 outubro, 2005

Processadores de Texto Colaborativos na Web

Novos na cena da colaboração encontramos três novas ferramentas baseadas na web com a finalidade de fornecerem um serviço que permite a várias pessoas alterar um documento a partir de um navegador da web. Estas ferramentas são writely, JotSpot Live e writeboard. Eis uma primeira impressão de todos os três.

Os meus objectivos chave era começar a trabalhar rapidamente (de forma a que a ferramenta não se intrometesse no caminha para a tarefa) e ser capaz de partilhar e colaborar no documento com um pequeno grupo de amigos conhecedores da web. Assim fácil não era o tão importante quanto simples - se percebe o que estou a dizer. Eis então as minhas observações:

  • writeboard

    Tendo visto que tinha ocorrido o lançamento do writeboard, saltei directamente para lá e assinei. Criar um novo documento foi assunto para poucos segundos de trabalho, assim recebe uma nota elevada para instalar e começar a trabalhar rapidamente. É algo que pode fazer de passagem sem ter uma série de pessoas à espera. Fui também capaz de convidar amigos inserindo os respectivos endereços, de uma lista de correio, outro ponto para poupar tempo. Detesto ter de escavar para encontrar todos estes endereços de correio electrónico.

    Editar um documento cria uma nova versão - tal como num wiki. De facto (e ao contrário dos protestos da 37signals do contrário) é um wiki de uma página. Seleccionar duas versões permite fazer a diferença entre as duas de forma fácil, embora não haja maneira de juntar várias alterações. Tal pode tornar-se um problema quando toda a gente marca o ponto e começa a alterar o documento. Acabámos de nos sobrepor uns aos outros tendo-se o documento tornado um lixo total. Embora pudesse ver versões anteriores, não há nenhuma maneira de juntar alterações.

    Assim, sem bloqueio de ficheiro (como um wiki real) e nenhum modo de juntar alterações, writeboard é fácil e rápido para começar a trabalhar, mas praticamente inútil para colaboração. É uma pena pois promete. Com um pouco de sorte 37signals irá introduzir quer o bloqueio de ficheiro (para evitar que várias pessoas o alterem ao mesmo tempo) ou fornecer um meio para juntar diferentes versões. Até lá de pouco me serve.

  • JotSpot Live

    Após o interface de utilizador subtil e elegante o JotSpot Live pesa muito com a sua marca destintiva e feia. Mas não se preocupe com o aspecto, é mais importante que funcione.

    O processo de assinatura foi fácil, embora não tão rápido como o do writeboard. A conta gratuita permite documentos até 5 páginas, mas com um número ilimitado de utilizadores. O foco do JotSpot Live é mais o de colaboração em tempo-real, mais próximo de algo como o SubEthaEdit. Ou algo assim.

    Criar um documento foi fácil, e o processo de edição leva uma aproximação de linha a linha em micro-campo. Julgo que possa fazer mais sentido repartir um documento em muitos pequenos bocados de forma a tornar possível a alteração por vários autores. Algo a partir do qual o writeboard pode aprender. A navegação de teclado é boa (as setas para cima e para baixo navegam entre linhas alteráveis, Enter para alterar) e assim as suas mãos não necessitam de sair do teclado.

    Quando chega o momento de convidar os meus amigos inseri os endereços de e-mail na lista de correio e carregue em «convidar». É aqui que o JotSpot Live deixa a desejar - o convite enviado só pode ser respondido uma vez, por uma só pessoa. Assim, só um dos amigos conseguir inserir algo e os restantes receberam um famoso 404. Não muito bom.

    Se deseja-se usar isto na realidade, teria de voltar a inserir uma nova série de endereços de coreio e copiá-los e colá-los um a um, no campo para convites. É demasiado trabalho e pouco instrutiva na necessidade de fazer as coisas. A aplicação é demasiado intrusiva e assim dispensei-o.

  • writely

    writely deve ser a primeira aplicação web que vi escrita em ASP.NET. As pessoas começam a construir coisas com ASP.NET! Quem sabia disto? Ouvi falar muito bem deste serviço (julgo) que no Web 2.0 Show e assim desejava experimentar.

    O primeiro problema é não suportarem Safari. Embora tal não deva ser um problema para alguém que faça desenvolvimento de web com meia dúzia de navegadores disponíveis, seria problemático para muita gente com quem trabalho no dia a dia - todos trabalham em Mac com Safari. Não têm o Firefox porque não necessitam dele. Ter de descarregar e instalar um novo navegador oficialmente é qualificado como criar obstáculos no caminho, mas desculpo e passo à frente. O Safari pode ser muito chato no desenvolvimento do lado do cliente, por vezes.

    Assinar uma nova conta não apresentou problema, embora ache uma certa falta de confiança de algum modo, e assim usei um e-mail para deitar fora. Julgo que se deveu à inexistência de uma indicação explicita quanto ao uso da informação que estavam a solicitar. O writeboard é quanto a isto claro e senti-me mais seguro por causa disto.

    Criar um novo documento gera uma janela que não pode ser alterada em dimensões e sem barras de rolamento. Normalmente não é problema, excepto que a página contida se estendia muito, mas mesmo muito para lá da janelinha. As minhas boas competência de utilização do teclado permitiram-me atravessar este formulário praticamente cego, incluindo a inserção de endereços de email para convites. Tanto quanto sei essas mensagens nunca foram enviadas.

    Após ter dado o Ok a esta janela a página principal apresentava agora uma mensagem dizendo que tinha bloqueado janelas popup e que era necessário alterar esse estado. Desesti demasiado esforço.

  • Conclusão

    A finalidade deste teste era encontrar uma ferramenta para colaboração que pudesse usar com o mínimo de esforço. Necessita de algo que me deixasse colaborar. Por essa razão desisti de usar o writely e o JotSpot Live. Não estou a dizer que sejam mais serviços, mas parecem serviços que necessitam de ser melhorados e que necessitam de demasiado esforço em relação aos meus critérios de avaliação.

    writeboard, por outro lado não se intrometia demasiado e deixava os meus amigos entrarem facilmente. Se conseguirem resolver os problemas que tornam a colaboração impossível podem tornar-se um serviço útil.

    Provavelmente irei continuar a usar um simples blocos de notas por enquanto.

03 outubro, 2005

Web Essentials 2005

PodCasts na WE05 - Tradução para Português

Nota de Abertura: O Estado da Web 2005
Molly Holzschlag
29-Setembro-2005 09:15
Duração: 1:04:43 - Tamanho do ficheiro: 14.81 MB
A paixão pela Web reacendeu, com esta nova energia vem também uma compreensão mais profunda das pessoas, ferramentas e tecnologias que consituem a industria de desenvolvimento e design da Web. Desta compreensão mais profunda emergiram aplicações fantásticas como Google Maps, Flickr e Skype, cada uma contribuindo para um fenómeno que foi cunhado como "Web 2.0." Na sua nota de abertura, Molly irá apresentar as mudanças na nossa indústria e como é que estão directamente relacionadas com o trabalho que fazemos actualmente - e como iremos trabalhar no futuro.

Os Elementos XHTML com Significado
Tantek Çelik
29-Setembro-2005 10:30
Duração: 31:56 - Tamanho do ficheiro: 7.31 MB
Os designers modernos da Web estão a usar XHTML e CSS para de forma eficiente e bela separarem a marcação da apresentação. Aprenda como o XHTML pode ser usado para expressar semêntica amiga da apresentação a partir de elementos básicos até compostos semânticos construídos com esses tijolos.

Para lá da Facilidade de Utilização: Conceber a Experiência Total do Utilizador
Jeffrey Veen
29-Setembro-2005 11:30
Duração: 49:26 - Tamanho do ficheiro: 11.32 MB
O Design é difícil (duro). A Web é complicada. Como fazemos coisas para pessoas quando tudo o que temos é uma compreensão do mais básico daquilo que elas desejam? Junte-se a Jeffrey Veen pois ele irá apresentar um largo espectro de desafios que os designers enfrentam actualmente, e como todos estamos a resolver esses problemas com novas perspectivas sobre pesquisa de utilizador, design de interacção e arquitectura de informação.

Da Composição ao Código: Criando «A List Apart»
Eric Meyer
29-Setembro-2005 11:30
Duração: 46:12 - Tamanho do ficheiro: 10.58 MB
É-lhe entregue uma imagem gráfica da composição e dizem-lhe para a transformar numa página web viva. E agora? Como é que trata de criar uma aproximação, que técnicas usar, e que tipo de marcação irá aparecer na página final? Nesta sessão Eric faz uma volta pelo seu processo de tomada de decisão quando tratou do um novo design de A List Apart - como analisou os requisitos, as perguntas que teve de fazer, os balanceamentos que fez, as razões por trás das suas decisões.

Painel: Normalizar a sua organização
Brett Jackson, John Horner and David McDonald (John Allsopp chair)
30-Setembro-2005 14:43
Duração: 42:34 - Tamanho do ficheiro: 9.75 MB
Três líderes da indústria, Brett Jackson, John Horner e David McDonald, esboçam como ajudaram a orientar as suas organizações para uma web de padrões.

SVG -O poder e a paixão
Dean Jackson
30-Setembro-2005 15:04
Duração: 9:18 - Tamanho do ficheiro: 2.13 MB
SVG é o padrão W3C para gráficos. O suporte de SVG está finalmente a aparecer nos navegadores actuais permitindo aos designers embeberem, diagramas ilustrações e animações directamente nas páginas Web. Os programadores podem usar também SVG para codificarem uma aplicação gráfica Web. Nesta conversa irá obter uma introdução ao SVG e irá ver como pode usar várias tecnologias do mundo HTML em conteúdo SVG, incluindo JavaScript, DOM e CSS (ao usar estas palavras chave ganhei dois pontos extra no medidor Geekesa). O SVG é uma mistura interessante para designer e louquinhos.

Redesenhar a Web: Redefenir o Fluxo de Trabalho
Kelly Goto
30-Setembro-2005 16:08
Duração: 51:15 - Tamanho do ficheiro: 11.73 MB
Orçamentos enxutos e calendários reduzidos criaram a necessidade de fluxos de trabalho mais flexíveis e orientados para resultados. Com o aumento das expectativas da audiência é obrigatório focar-se a experiência de utilização. Aprenda como integrar uma estratégia de desenvolvimento iterativo no seu fluxo de trabalho existente e veja como criar uma orientação estratégica e usar ferramentas on-line para o auxiliarem a medir o sucesso. Niguém sabe mais sobre fluxos de trabalho e gestão de projectos Web do que Kelly Goto, autora do best-seller: «Web Redesign: Workflow that Works», agora na segunda edição.

Sair das trincheiras
Douglas Bowman
30-Setembro-2005 16:15
Duração: 48.28 - Tamanho do ficheiro: 11.10 MB
Como profissionais da Web, tendemos a ser enredados nos detalhes do dia a dia - obcecados em pequenos detalhes. Cada um de nós está tão rodeado pelas nossas tarefas imediatas, que raramente temos a sorte de parar, andar para trás e avaliar o panorâma à nossa frente. Deixemos por momentos os pixel e os selectores e vejamos a imagem mais geral. Deixemos os limites do nosso próprio pensamento, examinemos vários cenários do futuro não tão distante assim, comecemos a perguntarmo-nos como é que o nosso trabalho actual será afectado pelo potencial de amanhã.

Fluxo de Trabalho padrão Web
Molly Holzschlag
30-Setembro-2005 14:17
Duração: 48:05 - Tamanho do ficheiro: 11.01 MB
Bem, trabalha actualmente com Web standards, mas os métodos nos quais trabalhamos ainda não são claros.Esta sessão olha para o fluxo de trabalho no design de Web como o faziamos, como o fazemos e como podemos tomar o conhecimento tanto passado como presente e aplicá-lo a um fluxo de trabalho simplificado, consciente das normas que reduza o tempo de produção, reduza o cansaço e de que resultem designs acessíveis, flexíveis e bonitos.

Prototipagem Rápida de Design com os padrões web
Eric Meyer
30-Setembro-2005 16:39
Duração: 48:42 - Tamanho do ficheiro: 11.15 MB
Já sabemos que o conjunto XHTML+CSS é uma forma muito boa de trazermos os nossos designs à vida, mas que dizem de os usarmos também no processo de design? Acreditem ou não, esta combinação pode melhorar radicalmente a velocidade do processo de design, teste de utilizador, e calendário de instalação. Eric irá falar-nos sobre como tornar isto uma realidade sem sacrificar nada em termos de compatibilidade de navegador uma vez tendo sido feito o lançamento.

Conceber para Acessibilidade: Para além dos fundamentos
Derek Featherstone
30-Setembro-2005 16:48
Duração: 48:42 - Tamanho do ficheiro: 11.11 MB
Resolver problemas difíceis de acessibilidade requer alguns ingredientes chave: conhecimentos dos problemas de acessibilidade, pensamento criativo e uma estratégia sólida de concepção. Nesta sessão iremos percorrer problemas de acessibilidade difíceis e soluções a partir de web sites reais. Ao fazê-lo, iremos estabelecer uma estratégia global para tornar as coisas acessíveis e iremos desafiar alguns dos pressupostos comuns sobre acessibilidade.

Já chegamos? Melhores práticas em desenvolvimento web na Austrália - uma análise
John Allsopp
30-Setembro-2005 16:56
Duração: 49:38 - Tamanho do ficheiro: 11.36 MB
Como é que estão os sites das maiores companhias australianas quando se trata de desenvolvimento de web baseados em normas, HTML estrutural e semântico, CSS e acessibilidade? John Allsopp estabelece uma metodologia objectiva para avaliar qual a aderência dos sites às melhores práticas de desenvolvimento e apresenta o que descubriu sobre a o estado dos maiores websites australianos.

Arranjos líquidos usando CSS - A alegria, a dor e as lágrimas
Russ Weakley
30-Setembro-2005 17:45
Duração: 28:55 - Tamanho do ficheiro: 6.62 MB
Russ Weakley irá explorar os arranjos líquidos geridos por CSS e demonstrar um certo número de modos pelos quais podem ser alcançados. Experimente a alegria, a dor e as lágrimas à medida que um largo espectro de assuntos são apresentados tais como: comprimento de linha, modelo de caixa, colunas a colapsar, navegação líquida, ementos e imagens de formulários.

Microformatos: Web evolutíva
Tantek Çelik
30-Setembro-2005 17:54
Duração: 31:56 - Tamanho do ficheiro: 7.31 MB
À medida que as comunidades de web design, desenvolvimento, IA, e blogging forem adoptando mais e mais (X)HTML semântico e válido, surgiram duas ideias: há necessidade de exprimir de forma comum tijolos de informação nas páginas tais como pessoas, endereços, eventos, revisões, etc e que o (X)HTML não tinha semântica para o fazer. Microformatos são um conjunto de formatos de dados abertos e simples que permitem uma aproximação evolutiva para exprimirmos de forma fácil esse tipo de tijolos comuns na Web actual. Em contraste com esquemas XML dedicados, os microformatos para eventos ou informação de contacto são familiares ao XHTML com classes, tornando-os triviais para embeber em conteúdo existente, dar-lhes estilo com CSS, e interoperarem com aplicações de secretária.

Original em: Web Essentials