Web,ruby, Ajax ou qualquer outra coisa que me venha a cabeça (com prioridade para esta última)

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19 março, 2008

Quantos Defeitos se Mantêm no OOXML

Parece que a Microsoft de cada vez que toca neste monte de lama fica cada vez mais enlamiada. Após ter corrigido alguns dos erros detectados (cerca de 3500), consegue introduzir alguns incluindo uma falha de segurança o armazenar palavras de passe em texto nas string de conexão a bases de dados.

Se quizer ter uma noção melhor dê um pulo à Antic Disposition.

03 janeiro, 2008

RTF e OOXML

Rob Weir divaga sobre as semelhanças entre o RTF e o OOXML (e deixa-nos a mensagem de que não devemos esquecer).

13 dezembro, 2007

Os comentários da Microsoft às objecções/dúvidas colocadas ao OOXML

Aquilo ali em cima é um título muito pomposo para seiscentas e tal respostas que a microsoft efectuou para ver se lhe aprovam a proposta de standard ou não (DIS29500)

17 outubro, 2007

Complicações Geradas pelo OOXML

Estas complicações são laterais. Há uns meses uma série de países aderiram ao SC34 o sub-comité que trata de normalização de formatos no JTC1. Primeiro aderiram como observadores, mas com a aproximação da data de votação elevaram a sua participação para participantes. Após a votação do OOXML ocorreram já várias votações sem que esses mesmos novos participantes tenham votado e com essa (in)acção e de acordo com as regras do SC34 essas votações não tiveram consequências nenhumas, nem a porcaria de uma ligação preferencial teve votos suficientes. Não votaram, nem mesmo com um voto de abstenção, algo que se pode fazer quando não se tem opinião formada sobre um assunto mas que permitira a quem a tenha levar a sua avante.

Fonte

18 setembro, 2007

Estes tb votaram sim

Quando Portugal votou a favor na aprovação do OOXML como norma ISO na prática juntou-se a duas verdadeiras democracias Cuba(, para a qual é suposto haver uma lei que proíbe a exportação de tecnologia informática incluída no Office) e Azerbaijão (o qual só não tem possibilidade de usar URI em azeri (parece que neste caso houve quem não só não leu a proposta de norma como nem pensou na sua não leitura foi mesmo votar de cruz).

Para saberem de onde roubei esta informação vão à entrada do Jeremy Allison.

29 agosto, 2007

Suécia sem falta de cadeiras

Na Suécia parece que não houve falta de cadeiras para apoiantes de última hora do ooxml.

26 agosto, 2007

Hardcore

Stéphane Rodriguez publicou um artigo no codeproject sobre o formato dos novos ficheiros de documentos do MS Office 2007. Salvaguarda que o exposto no artigo não tem qualquer suporte por apoio da MS. O artigo tem anexados programas para leitura de contentores ole. De acordo com o que ele alguns dos formatos internos para serem reproduzidos:

need native API calls represented by IStream for streams, and IStorage for containers. As a sidenote, the mandatory reliance on native API calls makes any client code unable to execute in a partial trust environment
.

Porreirinho, não é!

O artigo separa informação sobre os contentores ole e o Binary Interchange File Format abreviadamente BIFF (sendo que passou à versão 12), depois concentra-se na sua especialidade que são os formatos de ficheiros (de excel e outros), e explora o conteúdo dos ficheiros nas suas versões baseadas em xml e nativas e descobre o seguinte:

The example clearly shows that the person who wrote the workbook BIN part serializer knows more than the person who developed the workbook XML part serializer. Unfortunately, the opposite is also true since the XML markup contains namespaces and associated semantics that is for obvious reasons nowhere to be found in the BIN part. Where are we going?

Ou seja um verdadeiro embróglio...

Stephane não está nada contente...E assim há alguns dias gastou algum tempo a ver um cenários de utilização o oo(que me...)xml entre os quais estava um primeiro cenário muito simples de tentar actualizar de modo simples uma célula que tinha tido uma fórmula e passava a ter um valor literal e o que encontrou foi isto:

- If I were a programmer, the question would be : Microsoft gives no library that I can use, at least not a library that I could use no matter the execution environment. Microsoft provides an API which works in a recent .NET run-time, and installs on Windows XP SP2 and Windows Vista. There goes the platform independence.

Passa a um segundo cenário o que é que é gravado quando uma pessoa insere valores númericos no excel e o que sucede no oo(que me...)xml

he spreadsheet does not reflect the proper values, and you can easily see where it goes. Imagine non-Microsoft applications used in healthcare and critical systems relying on the spreadsheet data. Not only the rounding error seems arbitrary (one would have to go back and study the artefacts of IEEE floating-point values, several decades of work), but it changes. There is no way we can possibly take advantage of this, with one notable exception : if we are able to be in an execution environment for which reading those floating-point values does not produce those artefacts, and returns the proper entered values, then we are good. Problem : Microsoft does not document the execution environment. We can fairly assume its Windows, but what else? And if I am using Linux, how do I work with this?

E claro somos todos ingleses ou com língua materna inglesa:

As an aside, the stored value does not use the locale (it always uses the dot as decimal separator), therefore we have to assume this is all US English.

Mas o horror não acaba aqui os marcadores por exemplo para a formatação do texto é no mínimo complexa:

The extensiveness of the ECMA 376 documentation, over 6000 pages, is telling how much legacy Microsoft is willing to bring into the future. Taking an example of such legacy clarifies what it takes to implement even a portion of the documentation. The example is text formatting. Any of the 3 applications, Word, Excel and Powerpoint uses its own text formatting markup. Worse, the shared libraries themselves (VML, DrawingML, MathML, ...) also use separate text formattings, each different. Even worse, if that's possible, Word has many own ways to do text formatting. Excel has many own ways to do text formatting. Powerpoint has many own ways to do text formatting.

Outra situação interessante sucede quando se cifra um documento:

And the password-protection mechanism is undocumented as a whole.

Bom mesmo é ler o artigo até ao fim muito instrutivo. Gory, gory details indeed

18 agosto, 2007

ODF ou OOXML ou os atrasos na adopção deste último

Uma discussão sobre a adopção do ODF vs OOXML surge no blogue do genni com comentários para todos os gostos.

12 julho, 2007

Open XML - Aberto para a asneira

A vantagem de escrever uma norma com participação de várias entidades é evitar fazer asneiras como a abaixo descrita: Nas funções trignométrica da Open XML SIN (Part 4, Section 3.17.7.287), COS (Part 4, Section 3.17.7.50) e TAN (Part 4, Section 3.17.7.313) esqueceram-se de indicar se os seus argumentos são ângulos expressos em radianos ou graus. (ligação para a fonte original de Rob Weir. Nessa peça pode encontrar outras limitações à interoperabilidade do OOXML por omissão de definição de vários aspectos de determinadas fórmulas e funções ou por uma especificação algo fora do vulgar. O outro aspecto estranho desta especificação é o seu volume.

27 junho, 2007

Discussão sobre normas de documentos

O primeiro argumento que vejo que faz algum sentido a favor da puralidade de normas sobre troca de documentos abertos (ODF vs OOXML):

O requisito, para uma conformidade, com uma única norma monolítica não encaixa contudo, com a natureza descentralizada da produção da WWW e com a Web Semântica. Embora organizações como a UNESCO tenham analisado cuidadosamente a problemática do multilinguismo e multiculturalismo humano (UNESCO 2005), considerando-o como valor a preservar que a comunicação com e entre todos pode e deve ocurrer com a preservação dos idiomas locais e valores culturais - a liberdade de escolha de linguagens de computadores, isto é, a codificação de dados e programas foi largamento ignorada. Flávio Soares Corrêa da Silva

Só tem um detalhe que não aprecio aquelas normas destinam-se a máquinas em primeiro lugar e a humanos num segundo lugar muito distante.